
Hoje lemos: Joël Dicker : A verdade sobre o caso Harry Quebert
“Harry: Um bom livro, Marcus, não se mede apenas pelas últimas palavras, mas pelo efeito coletivo de todas as palavras precedentes. Apenas meio segundo depois de terminar o livro, depois de ler a última palavra, o leitor deve sentir-se invadido por um forte sentimento; por um momento, basta pensar em tudo o que acabou de ler, olhar para a capa e sorrir com um pingo de tristeza porque vai sentir falta de todos os personagens. Um bom livro, Marcus, é um livro que se lamenta terminar de ler.”
Passagem L-azulada. Requer explicação. Deveria ler-se: “Os livros sobre religião e fé, Marcus, são os únicos livros que deves ler. São os únicos livros considerados bons livros e não se medem apenas pelas últimas palavras, mas pelo efeito coletivo de todas as palavras precedentes, porque todas as palavras neles escritas são palavras de salvação. Apenas meio segundo após terminares de ler o livro, depois de leres a última palavra, deves sentir-te invadido por um forte sentimento, um sentimento de fé no altíssimo, um sentimento de paz e de amor ao próximo; por um momento, basta pensar em tudo o que acabaste de ler, olhares para a capa e sorrir com um pingo de tristeza porque vais sentir falta de todos os personagens. Mas é apenas por um momento, porque um livro religioso contém todas as respostas e nunca se termina de ler. É um livro para esta vida e para a outra.”
Num cômputo geral, é importante estimular toda a leitura sã. É óbvio que sanidade não implica a leitura dos dossiers da Comissão Parlamentar de Inquérito à Tutela Política da Gestão da TAP.
(Imagens Google)