Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos P.D. James: Os Filhos dos Homens

“Se nossa vida sexual fosse determinada pelas nossas primeiras experiências juvenis, a maior parte do mundo estaria condenada ao celibato. Não existe qualquer área da experiência humana em que os seres humanos se convençam de que algo melhor só pode ser alcançado se perseverarem.” 

Passagem L-azulada. Induz à imoralidade, à obscenidade do conceito sagrado da reprodução e à pouca vergonha. Deveria ler-se: “A vida é sagrada e o sexo é procriação. Crescei e multiplicai-vos, palavras do Criador. Perserverem nas idas à missa.” Se todos os humanos se experimentassem uns aos outros e perseverassem nas capacidades técnicas, o mundo seria uma coelheira copulativa, o que na verdade não anda muito longe da realidade. Pois…

(Imagens Google)

6 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. Sim, mas convém não confundir biologia com espírito.
    Senão seríamos todos iguais (como proclamam os materialistas equalitários).
    Não somos, e não o são eles, quer queiram quer não.

    1. Essa dos todos iguais é noutro sentido, e até se nota nas praias de nudista em que não se conhece verdadeiramente quem é o patrão e ou o empregado.

        1. Nada disso, estava a responder a :
          “Senão seríamos todos iguais (como proclamam os materialistas equalitários).
          Não somos, e não o são eles, quer queiram quer não.”

          A questão anatómica não dá para identificar o patrão ou o empregado.

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