Os mesmos que diziam que ele estava paralítico e parecia uma estátua agora gritam até à rouquidão com os dois golos que acaba de marcar no Mundial, na goleada (5-0) frente aos usbeques em Houston.
Cristiano Ronaldo surge hoje nas manchetes da imprensa de todo o globo. Por excelentes motivos: é o primeiro futebolista a marcar em seis campeonatos do mundo, tornou-se o maior artilheiro português de sempre na única competição da modalidade à escala planetária. E é o segundo goleador mais velho a metê-la lá dentro em mundiais.
Enfim, nada de novo. O ódio ao sucesso alheio, sobretudo se for de um compatriota, é mais antigo do que o Condado Portucalense.
