DELITO de blogue a livro


Pedro Correia,

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Quase a entrar no décimo ano de publicação ininterrupta, o DELITO DE OPINIÃO passa enfim de blogue a livro. Está pronta a nossa primeira antologia de textos escolhidos pelos autores que entenderam participar nesta colectânea, com estilos e temas muito diferentes – afinal aquilo que fez e faz a identidade muito própria deste blogue, que resiste de boa saúde ao “fim da blogosfera” que alguns se apressaram a decretar urbi et orbi num anúncio que nós por cá desmentimos todos os dias.

Como a nossa série dos  blogonautas convidados bem demonstra: noventa já passaram por cá desde Março e vários outros estão a chegar.

Como as estatísticas deste blogue confirmam: ultrapassámos já um milhão de visualizações desde o início do ano ainda em curso.

 

O sistema que adoptámos para este livro, com 260 páginas e chancela editorial da Bookbuilders, é o da subscrição. Ou crowdfunding, como agora se diz em “português técnico”. Isto implica a existência de um número prévio de leitores inscritos, fazendo reserva de exemplares, para que a obra entre no mercado.

Esperamos um número mínimo de 160 subscritores, que passam a figurar como “apoiantes do DELITO” nesta iniciativa que a partir de agora deixa de ser só nossa e se torna também vossa.

Contamos portanto com a vossa adesão para muito em breve passarem a ler-nos também em livro. O complemento natural ao blogue.

 

Prometo ir dando mais novidades sobre esta iniciativa. Entretanto podem desde já aderir, enquanto leitores “delituosos”, na loja virtual da Bookbuilders. Para garantir o acesso a esta nossa primeira antologia. E abrir o caminho a que apareçam outras. Esperando que gostem tanto de nos ler em livro como já demonstraram gostar de nos ler em blogue.

 

 

ADENDA: neste momento há seis projectos em votação: qualquer deles pode ir por diante. O vosso apoio é fundamental para que o nosso avance. O mecanismo de apoio é simples: basta seguir o link e depois a página da Bookbuilders encarrega-se de explicar os passos necessários. Que tiver alguma dúvida, entre em contacto connosco.

24 comentários em “DELITO de blogue a livro”

      1. Maria Dulce Fernandes, o livro só irá para a gráfica em Fevereiro/Março. É assim mesmo o sistema de crowdfunding, há que angariar primeiro o número mínimo de interessados para assegurar a publicação. Neste caso precisamos de 160, o que é pouco e penso que rapidamente acontecerá. Mas infelizmente não vai tê-lo para o Natal.

  1. Se a blogosfera cair às mãos das “redes” ditas “sociais”, e a coisa não parece impossível, não se poderá chamar a isso, definitivamente, um salto civilizacional. Resista-se quanto se possa.

    Mas nem que por elementar prudência, seja bem-vinda essa colectânea. Obsoleto para muitos – e para muitos desses nunca foi importante -, o livro impresso (o livro, enfim) está longe de ultrapassado.

    Costa

    1. Sabe que creio que o meretrício da blogosfera já começou? Nem por isso a maioria dos blogues perdeu qualidade, apenas se adaptou ao lucro e ao sensacionalismo. É por isso que no meu ver os livros importam tanto. Não que acredite que o Delito se torne transarbitrário

      1. Espero vê-la entre os apoiantes deste livro, Dulce. Um livro que só surgirá se houver um número de leitores prontos a subscrevê-lo nos termos em que a editora indica no ‘link’.

  2. Caro Senhor Pedro Correia,

    Tentei enviar um e-mail para delitodeopiniao@sapo.pt a este respeito.

    Recebi a informação de que o e-mail se encontrava suspenso por motivo de inactividade.

    Poderia, por favor, indicar um e-mail alternativo para contacto?

    Muito obrigada.
    Cumprimentos.

  3. João Gilberto, no seu modo introspectivo, trouxe a calidez do final de tarde carioca ao nosso ouvido. “Não, não, chega de saudade, esta será infinita.

  4. cansa-me ver/ouvir os iluminados comentadores/pivots a interromperem constantemente os entrevistados….um horror televisivo

    Jorge Costa

  5. «Os actos não são quase nada. O delito é uma obra do pensamento. E para esse não há grades nem prisões.»

    É interessante como as pessoas tem comportamentos do passado, e dizem democratas na Republica e depois extinguem as opiniões. Sabe perfeitamente a quem me refiro, é para si.

    Rei

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