
Hoje lemos: Carlos Ruiz Zafón, ” O Jogo do Anjo”
Passagem a L-Azular: “Este lugar é um mistério. Um santuário. Todos os livros, todos os volumes que vês à tua frente, têm alma. A alma de quem os escreveu, a alma daqueles que os leram e viveram e sonharam com eles. De cada vez que um livro muda de mãos, de cada vez que alguém desliza o olhar pela suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se mais forte. Neste lugar, os livros de quem já ninguém se lembra, os livros que ficaram perdidos no tempo, vivem para sempre, à espera de chegar às mãos de um novo leitor, de um novo espírito…” Infere heresia. Deveria ler-se: “Os livros são coisas e as coisas não têm alma.”
Não obstante serem estáticos, os livros fazem-nos sonhar e podem tornar-nos viajantes de vidas. Viajar na vida de muitos personagens pode ser uma fuga à realidade, mas permite largar a pele que vestimos e vestir tantas outras e tão diferentes e coloridas na essência e no tom. Ser viajante de vidas concede a ninguém ser alguém, motiva o fraco a ser forte e traz alegria à tristeza, sem bilhete e com todas as paragens a que cada um se permitir.
(Imagem Google)

Un escritor nunca olvida la primera vez que acepta unas monedas o un elogio a cambio de una historia. Nunca olvida la primera vez que siente
el dulce veneno de la vanidad en la sangre y cree que, si consigue que nadie descubra su falta de talento, el sueño de la literatura será capaz de poner techo sobre su cabeza, un plato caliente al final del día y lo que más anhela: su nombre impreso en un miserable pedazo de papel que seguramente vivirá más que él » .
· La sombra del viento
Era um bom escritor.

Fiquei com a sensação que ” dulce veneno” é um missil dirigido.
Esturgido: pega-se numa colher de azeite, põe-se numa frigideira, uma vez quente é juntar a cebola, cortada em rodelas finas, o alho e o louro. Uma vez tudo a preceito, é limpar a tripa, esvaziar. Deo gratias que Deus Nosso Senhor nos deu as Dulce e os Pedro.