Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: Arturo Pérez-Reverte, “A Tábua de Flandres”.

Passagem a L-Azular: “Porque o jogo do xadrez é, com efeito, um sucedâneo da guerra; mas é também mais qualquer coisa… Parricídio. (…) Trata-se de dar xeque ao rei, compreendem?… Matar o pai. Eu diria mesmo que, muito mais do que com a arte da guerra, o xadrez tem muito a ver com a arte do assassínio.”

Infere pecado mortal. Deveria ler-se: “Matar o pai é matar Deus, pois que Deus tudo criou.”

Entrar em guerra com Deus não é ventura com bom desfecho. No fundo, quem não acredita em Deus, o renega e o destrói, está a aceitar implicitamente a existência de algo ou alguém para renegar e destruir. É o ouroboros da fé, a espiral da evolução, a interminável valsa da morte e da ressurreição.

(Imagem Google)

22 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. Dejaré el tiro de la nuca y las mujeres que gritan para otra ocasión. A fin de
    cuentas, los libros que arden son síntoma de lo mismo, y arrancan del impulso infame que pinta la angustia indeleble en los ojos de una mujer o siembra los maizales de hombres con la garganta abierta y las manos atadas a la espalda. Todo es el mismo horror. Todo es la misma guerra
    “Asesino de libros”

    1. Também li.
      Ver matar a un hombre, escuchar los gritos de una mujer violada o ver cómo arde una biblioteca son tres experiencias dudosamente recomendables. De todas ellas ostento el dudoso honor de haber sido testigo.

      1. Já vi que você hoje está muito sardónica.
        Algum motivo especial, ou tenho de fazer uma comissão de inquérito para saber?

        1. Também se propõe a mamar na teta da porca? Estudos, comissões de inquérito eternas, etc, é tudo igual. Ninguém pergunta o que pode fazer pelo seu país! Todos querem é lá estar a encher o odre, a espremer tudo o que o país pode fazer por eles…

        2. PS… ser Sardónico parece mais coisa do nosso comentador favorito
          “Entre os povos muito antigos da Sardenha, que eram chamados de Sardi ou Sardoni, era costume matar os velhos. Enquanto matavam seus velhos, os Sardi riam alto. Esta é a origem do riso sardônico notório”.

          1. “Claro que morre! Quanto mais não seja de vergonha,…”
            Se são velhos ou não, não sei, mas que você hoje está um bocadinho tétrica, não há dúvida.

          2. Que o saco de vento aspira à Presidência da Comissão Europeia e que está preso numa maioria absoluta e tem feito malabarismos para o PR dissolver o Parlamento, já não é novidade.

          3. O problema é que no momento actual o saco de vento alternativo é muito pior.

          4. Não há problema quando o país afundar de vez, vamos todos para Espanha e deixamos este imenso areal para os camelos.

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