
Hoje lemos: Agatha Christie – Encontro com um Assassino/ Crime no Vicariato
Miss Marple: “Interrogo-me muitas vezes por que motivo tem o mundo uma tendência tão grande para generalizar. As generalizações raramente ou quase nunca são verdadeiras e são muitas vezes totalmente inexactas.“
Passagem L-Azulada. Deveria ler-se: “Generalizar é sempre, mas sempre falar de género. E o género é uma escolha. E as escolhas podem ser inexactas, mas são verdadeiras.”
Escrevi politicamente correcto! Não me incomoda minimamente ser inconveniente, incorrecta, ou o que me quiserem chamar. A realidade é bem mais estranha do que a ficção, como alguém já se encarregou de salientar. Não me assustam as palavras de trogloditas, assim como não me intimidam por bater o pé e fazer braço de ferro aos novos dogmas e às ditas discriminações criadas pelos que as usam e abusam no sentido de mascarar incapacidades, que são diferenças apenas nas suas cabeças ou nas suas competências, e muito provavelmente na falta delas.
(Imagens Google)

The Murder at the Vicarage Miss Marple 1930
prefiro
A Morte do Almirante
Três ratos cegos e outras histórias
Creio que li os livros todos de Agatha Christie. Tem enredos fantásticos como O Assassinato de Roger Ackroyd , Os Crimes do ABC ou os Três Ratos Cegos. A Morte do Almirante, livro a 3 mãos, creio-um tanto desconexo ali pelo meio, mas lê-se bem.
Também acho que li todos os livros da AC.
Para além de muitas horas de prazer e entretenimento, aprendi muito.
É verdade! Por exemplo que podemos envenenar um tipo cromagnon com 2 maços de cigarros!

Podem é ser imunes, de tanto veneno que já destilam
G. Guareschi
Quindi niente letteratura o altra mercanzia del genere: in questo libro io sono quel cronista di giornale e mi limito a raccontare dei fatti di cronaca. Roba inventata e perciò tanto verosimile che mi è successo un sacco di volte dì scrivere una storia e di vederla, dopo un paio dì mesi, ripetersi nella
realtà. E non c’è niente di straordinario
É fraca literatura, sim mas entretém. E à falta de melhor…
não me refiro à ‘letreiratura’, mas sobre o inventado e a realidade.
Papiniano Carlos escreveu antes de eu nascer:
” a queda dum Pinheiro, parece a queda dum regime” ou seja o Pinheiro do Galamba
O Surrealismo deste governo é quase kafkiano, caramba.