Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: George Simenon- Maigret e o Corpo sem Cabeça

“Ela deve ter sido bonita um dia. Pelo menos, como toda a gente, ela era jovem. Agora, os seus olhos, a sua boca, todo seu corpo exalavam fraqueza. Será que ela estava doente e esperava pelo próximo ataque? Algumas pessoas que sabem que em determinada hora vão começar a sofrer novamente têm aquela expressão, subjugada e ao mesmo tempo tensa, como viciados em drogas esperando a hora da dose.”

Passagem L-azulada. Denota a perversão de um homem velho, um pedófilo miscigenado, ou apenas um provecto senil que não consegue conter a concupiscência à vista de um corpo jovem, mesmo sendo uma carcaça infesta e castigada pela doença dos viciados. Deve ser substituído por “morreu como todos morrem, principalmente quem segue na vida sem boas orientações e faz más escolhas.“ 

(Imagens Google)

23 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. . Un bras d‘un homme a été trouvé dans un hélice dans le Canal St. Martin
    en Paris.
    • Après on a trouvé le tout corps, dehors le tête qui est introuvable
    • Un patron d‘un café, Omar Calas, est disparu, mais sa femme Aline n‘a pas dit beaucoup
    • Maigret fait des enquêtes. Et ça est pour moi, un étudiant qui n‘est pas bien en français, un problème: les sceneries changent toujours entre Paris et Potiers et ici une personnage nouvelle aparaît toujours et je dois lire le livre en allemand aussi de comprendre un peut plus…mais en allemand c‘est aussi. compliqué

      1. Desculpem, mas em qualquer país da europa quando falo português, ninguém me entende, porque é que eu no meu país tenho que entender outra língua? Os senhores administradores deste blog, não deveriam permitir a aceitação de qualquer post que não fosse escrito em português. Não sâo os mesmos que estão contra o acordo ortogràfico?

        1. o ministro da educação agradece que não se aprendam línguas porque lhe fica mais barato
          durante o meu trabalho tenho encontrado alguns dos milhões de Portugueses que vivem fora do País

          1. Os portugueses devem ser o único povo da Europa que se esforçam por comunicar com os visitantes estrangeiros na sua própria língua. É uma das nossas facetas de ditos” poucochinhos” da qual me orgulho bastante. Olhe os espanhóis… vêm para cá falar inglês, mas um inglês deplorável… são uns tristes. Já deixei de me aborrecer com gente triste.

        2. Devia ser como em Espanha e Brasil: “dublar” ou como diria, “traduzir em voz”, todos os filmes.

          1. Estarmos a ver um bom filme, vermos o actor principal articular uma palavra ou um som e aquilo que ouvimos é tão retorcido em relação à imagem que arrepia, é péssimo. Recuso-me a ver seja o que for, dobrado em português. Mas tenho de admitir que gostei do Rei Leão.
            Feliz Páscoa, Óscar.

      2. não saio nas festas por 2 motivos: falta de dinheiro e não ir para estrada com a marabunta

        um bom dia de Páscoa para Si e para os Seus

  2. “… pedófilo miscigenado.”
    A pedofilia é mal compreendida. Poucos sabem separar o pedófilo, do criminoso que abusa sexualmente de menores (e que até pode não ser pedófilo).
    Eu sou tendencialmente, não exclusivamente, pedófilo. Com pr’aí 10 anos já apreciava admirativamente rapariguinhas de 14/15/16. Hoje, a caminho dos 80, continuo a admirá-las. Se Maurice Chevalier tivesse vivido hoje em dia, nem precisava de ser padre para ser acusado.
    Lorsque je vois une fillette
    Âgée de six ou sept ans
    Je suis forcé
    Le cœur léger
    De rire
    Et dire

    C’est une chance qu’y ait des p’tites filles
    Car les p’tites filles grandissent chaque jour
    C’est une chance qu’y ait des p’tites filles
    Elles trouvent très vite de si charmants contours

    Leurs yeux pleins de candeur et d’ innocence
    Un jour s’embrasent et vous terrassent sans défense

    1. Poucos sabem separar o pedófilo, do criminoso que abusa sexualmente de menores (e que até pode não ser pedófilo). Nesse ponto concordo consigo. Presentemente a pedofilia está generalizada ao abuso em si, e não deveria.

  3. “… um provecto senil que não consegue conter a concupiscência à vista de um corpo jovem,…”
    Provecto senil, perece-me contraditório. Provecto é laudatório, senil, é derisório. Adiante.
    Perdoe-me a anedota, velhinha e de almanaque, mas quando vejo um idoso a galar uma jovem, lembra-me sempre aqueles cãezinhos que correm a ladrar atrás das camionetes. É que, se um dia, por absurdo, conseguirem apanhar a camioneta, ficam sem saber o que fazer com ela.

    1. E que nome se dá a alguém que esconde quem é e entra numa publicação de um autor APENAS e só para criticar outro autor e denegrir o blogue? Não deve ser ” censor” pois não? É uma palavra leve demais para o tipo de comentários abjectos que o anónimo e a restante legião se empenham em rabiscar. Vergonha vem no dicionário, pode consultar. Talvez encontre a sua.

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