Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje lemos: Andrea Camilleri – O Cão de Terracota

“E nos nossos dias sombrios, com tantas nuvens ameaçadoras no horizonte, inventamos uma história dessas para alienar, para drogar as pessoas, para distraí-las da atenção aos problemas graves, desviá-las e adormentá-las com um género de “Romeu e Julieta”, tocante de lutas e injustiças com um final mofino, mas uma história daquelas escritas por um autor de novelas baratas.”

Passagem a L-Azular. Remete para desinformação. Deveria ler-se: “Por muito sombrios que sejam todos os dias e os respectivos aspectos da governação de um país, estes que vivemos, acreditamos serem baseados na transparência, na idoneidade, na moral e nos bons costumes e jamais se fabricariam distracções infelizes, SIS-temáticas e absurdas para alienar as pessoas dos verdadeiros problemas do país.”

E assim todos nós temos sido a audiência passiva de mais uma novela rocambolesca que se parece com o coelhinho rosa (ou da rosa, conforme a leitura que se faça): e dura, e dura, e dura…

(Imagens Google)

10 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. “Por muito sombrios que sejam todos os dias e os respectivos aspectos da governação de um país, estes que vivemos, acreditamos serem baseados na transparência, na idoneidade, na moral e nos bons costumes e jamais se fabricariam distracções infelizes, SIS-temáticas e absurdas para alienar as pessoas dos verdadeiros problemas do país.” ————— Vou ler agora Alice no País das Maravilhas.

  2. La pazienza del ragno.
    “Il commissario Montalbano sente il peso degli anni. E della solitudine.”

    a velha ronhosa, a refugiada da retrete, levava a ” mala do ranho ”

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