Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Em 21 destaques feitos pelo Sapo em Outubro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO fez o pleno, recebendo 21 menções ao longo do mês. 

Incluindo seis textos na primeira posição, nove na segunda e cinco na terceira.

 

Os postais foram estes, por ordem cronológica:

 

Um retrato do País oficial (60 comentários, terceiro mais comentado do fim de semana) 

Pensamento da semana (74 comentários, o mais comentado do dia)

5 de Outubro (20 comentários) 

Nunca entrar em campo a jogar para o empate (54 comentários, segundo mais comentado do dia)

Ver para crer (39 comentários, segundo mais comentado do dia)

O genocida que gostava de ler (70 comentários, segundo mais comentado do fim de semana)

O sabor do mercado? (25 comentários, segundo mais comentado do dia)

Pedir desculpas pelo passado nacional (30 comentários, terceiro mais comentado do dia)   

Uma bofetada na justiça portuguesa (58 comentários, o mais comentado do dia) 

Uma certa forma de governar (34 comentários, segundo mais comentado do dia)

Novo rumo (36 comentários, terceiro mais comentado do fim de semana)

Primeiro dia (88 comentários, o mais comentado do dia) 

O dia em que a I República morreu (32 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Querem imitar a vida mas estão longe dela (80 comentários, o mais comentado do dia)

Outro grito de alarme contra a “má moeda” (44 comentários, segundo mais comentado do dia)

Linguagem inclusiva (60 comentários, segundo mais comentado do fim de semana)

Tudo isto é poucochinho (64 comentários, o mais comentado do dia)

O fim da geringonça (44 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Dia de emoções fortes (84 comentários, segundo mais comentado do dia)

Como vitamina num país de crise em crise (72 comentários, o mais comentado do dia)

Da irrevogável decadência (60 comentários, segundo mais comentado do fim de semana)

 

Com um total de 1128 comentários nestes postais. Do JPT, do Paulo Sousa, da Cristina Torrão e de mim próprio.

Fica o agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.

14 comentários em “Entre os mais comentados”

        1. Com certeza, esses comentários são insultos directos à sua pessoa.
          Já quanto a terceiros, tem aparecido por cá vários, e não sei se teriam sido publicados aqueles tipo ‘agora apareceu um candidato bem çuportado’ obtendo uma resposta de ‘eh pá, não se escreve com cê cedilhado’ dando azo à explicação ‘eu sei, enganei-me no cê’.

        2. Eu, ao que me lembre, naquele do “Fim da Geringonça”, foi uma festa: começou logo no primeiro, a chamar-lhe bom filho da puta; continuou com o jpt a ter que puxar os galões pela sua heterossexualidade fenecida; depois, alguém dizendo que não lhe tinha chamado filho da puta, mas que o jpt lhe tinha chamado prostituta, e que não precisava de lhe publicar o comentário; e o jpt, pimba, a publicá-lo mesmo. Foi de ir às lágrimas, parecia uma cena de acampamento num filme do Kusturica.
          Aproveito para agradecer o fiozinho de Ariadne que me lançou para melhor me mover no “Delito” – seja como seja, agradeço-lhe já aqui, não volto lá.

      1. Essa foi muito boa, eh, eh, eh.
        Foi até por causa dos destaques do Sapo que eu comecei a ler-vos – eu e, provavelmente, muitos outros. Pelo que bem se justifica a tocante vaidadezinha do Pedro a desenrolar a lista de recordes… outra ‘fezada’ cheia de alegrias, hem?
        E aquele exemplo lá em cima, o “Outro frito de alarme contra a “má moeda”‘ é capaz de ainda suscitar mais uns comentários interessantes.

          1. A ideia destes destaques, Gracinha, além de registo para o futuro é também de dar novas possibilidades aos leitores para terem acesso a textos que foram sendo publicados ao longo do mês.
            Uma espécie de antologia que se vai renovando a cada 30 dias.

          2. E dá mesmo jeito, evidentemente. Mas o Pedro reparou que no título “Outro grito de alarme contra a ‘má moeda'” há uma gralha? Em vez de “Outro grito” está “Outro frito”? Não que se trate de uma tragédia (e até pelo contrário), mas talvez não fosse descabido corrigir.

          3. Ah, sim, obrigado. Já corrigi.
            O que espanta às vezes neste blogue não é haver uma gralha ou outra. É quase não haver gralhas.

  1. Não fazia a mínima ideia que se escrevia tal. [:<] Às vezes apetece, mas não acho que adiante e faz o dia mais tristonho. O meu às vezes é .
    Muito obrigada ao DO pela companhia e pelo agrado . Aos autores, pela pachorra, tiro-lhes o chapéu.
    Maria

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