
Fotograma de Cape Fear, de J. Lee Marshall (1962)
A geringonça morre por implosão, entre o drama florentino e a telenovela mexicana.
O Bloco de Esquerda impõe o “distanciamento social” face a António Costa.
O PCP, afundado nas autárquicas, reforça a máscara protectora para evitar ser contaminado pelo vírus socialista.
Margarida Martins, até há poucos dias presidente da Junta de Freguesia de Arroios, em Lisboa, constituída arguida por suspeita de crime de peculato.
Pela primeira vez nos 45 anos de história da democracia portuguesa, um Orçamento do Estado é chumbado.
Eduardo Cabrita abandona enfim a pasta da Administração Interna.
Aproximamo-nos dos padrões europeus: não há governo. Tal como na Holanda ou na Alemanha.
Nem há orçamento. Como aconteceu em Espanha, que esteve dois anos sem novas contas do Estado aprovadas no parlamento.
Do fundo do poço, escuta-se o eco já débil da voz de António Costa: «O governo cai no dia em que precisar dos votos do PSD para aprovar um Orçamento.»
Raras vezes o primeiro-ministro cessante esteve tão certo.

Aproximamo-nos dos padrões europeus: não há governo.
E se isto fosse um povo corajoso e eficiente (não é) continuava assim. Mas não, querem um papázinho.
Alguns preferem um popozinho, apesar do preço dos combustíveis.
Foi uma bela queda: caiu de costas.
Estou certo que o grande erro de António Costa foi não ter seguido um curso de formação profissional que o tivesse ensinado a perceber o verdadeiro significado de poucochinho.
Volta, Seguro, o PS não vive sem ti. O Costa quer impedir a tua chegada.
Empurrado pelos companheiros de caminho. Lá para o fundo do poço.
O PAN ainda lhe lançou uma bóia. Mas estava furada.
Pela terceira vez, o país sobrevive, muito mal tratado, como é habitual, a 6 anos seguidos de governação(?) do PS – Guterres, Sócrates e agora Costa.
Destas três desgraças, a que teve tudo a seu favor foi a última. O presidente da República mais populista desde o 25 de Abril, um “líder da oposição” que mais parecia um assalariado do primeiro ministro e, o pior de tudo, uma população perfeitamente alienada pelos media, sempre subservientes à esquerda (é um problema global) e a viverem à custa dos impostos de quem trabalha.
Nada disto é estranho se tivermos em conta o estado comatoso em que se encontra a mentalidade da sociedade ocidental.
Parabéns António Gramsci. Conseguiste!
Acabo de ver directos nas televisões a seguirem o PR na rua enquanto Marcelo levantava dinheiro de um multibanco. Longos minutos disto.
O equivalente, na política, às “reportagens” do futebol que acompanham o autocarro do Benfica entre o hotel e o estádio.
Ou será que as televisões e a policia foram lá chamados por alguém que desconfiou tratar-se de um assalto?
Marcelo parece incapaz de ver uma notícia acontecer sem que ele próprio não apareça, de alguma forma, nela. Da próxima vez, já estando gasta a charada do multibanco, os jornalistas hão-de segui-lo enquanto ele deita as latas de atum vazias no ecoponto.
A,Vieira
O Costa não estará muito preocupado, é apenas a inconveniência de um pequeno percalço no plano que o levaria à Comissão Europeia, ou à ONU ou à Internacional Socialista ou outra organização globalista para posição de topo no espaço de 2 ou 3 anos.Por outro lado também sabe que com toda a probabilidade o PS se manterá à frente em novas eleições, e devorará mais eleitorado PCP/BE. Portanto…
Nada mau para duas legislaturas em que não teve oposição (Rio foi um excelente vice-presidente do PS) com um PR a dar as costas e a ser relações públicas do Governo, e os dois ultimos anos com quase absoluta ausência de escrutínio, e silenciamento de narrativas alternativas, “por causa da palermia”…
Afinal, quem é esperto ? Kudos to Costa.
Internacional Socialista? Em que museu está ela?
Foi boa a festa, pá.
A Holanda tem orçamento, já agora.
Mas alguma vez se discutiu Orçamento, duvido que muitos dos que tenham votado saibam o que votaram. Quando se resume um OE a um ou dous itens… tudo dito.
A Espanha viveu dois anos sem orçamento. E aguentou-se.
Pois, aguentou-se.
Então o Costa diz “não me demito” quer dizer o quê?
Costa já entrou em campanha eleitoral. Rio parece não ter percebido ainda, o que não surpreende.
Na narrativa de campanha do PS, Costa vai figurar como o homem que não se demite, o homem que não vira a cara à luta, o homem que faz tudo em defesa do país, blablablá.
É vital, para isso, que seja demitido por Marcelo depois de ter visto o Orçamento chumbado pelo voto cruzado da direita com a esquerda radical. Só assim a narrativa funciona e já pode então apelar à “maioria clara” – isto é, à maioria absoluta.
É sempre bonito de se ver, quando a extrema esquerda se alia à direita para derrotar um governo de esquerda. Que fique para a posteridade.
Vamos ver se o tiro não sai pela culatra.
Aguardemos serenamente.
António Costa em entrevista: “No dia em que a sua subsistência depender do PSD, este Governo acabou”
Ouviu-se isso hoje, lá do fundo do poço.
A extrema-esquerda sempre preferiu a direita no poder. Lógico.
Extraordinário como o que faz título é a esquerda ter-se juntado à direita (realçando o disparate da utilização do verbo juntar em ver de convergir, coincidir ou semelhante).
Para mim o título seria, quase todos contra o PS; oo o PS completamente isolado.
Dando largas à minha costela màzinha, registo com gozo a abstenção dos animalistas urbanos e das duas transviadas, ora desempregadas.
Já se desenha a próxima coligação governamental: PS-PAN.
Talvez fosse melhor em vez de realçar o disparate da utilização do verbo utilizasse o corrector ortográfico, sempre evitava dar tantos erros.
Doeu? Tintura de arnica.
Que eu saiba aliar não é juntar. Já vi que além do corrector ortográfico você também precisa de um bom dicionário de sinónimos, e também de uma boa gramática.
Dicionário de sinónimos para “aliar”: ligar, juntar, associar, agrupar, ajuntar, reunir, unir.
Não se ligaram, não se juntaram, não se associaram, não se agruparam, não se reuniram nem se uniram. Nenhum acordo foi estabelecido. Isto é não se aliaram. Apenas coincidiram ou convergiram no sentido do voto. Exactamente como eu referi
Aliar-se à direita não é inocente. É claramente depreciativo, significando uma traição aos ideais de esquerda. Foi a linguagem de pressão que destacados elementos do PS utilizaram para tentarem que o PCP e o BE mudassem o sentido do voto. É a linguagem que elementos do PS e seus aliados na comunicação social utilizam, já em pré-campanha eleitoral, para tentar descridibilizar as direcções do PCP e BE obter votos dos seus eleitorados. É a linguagem que o sr. Carlos Sousa utilizou.
Não gosta da careca descoberta? Tem bom remédio: use chapéu.
PS1 – Eu cometo erros de digitação e, por vezes, erros de ortografia. Não dou erros. Nem que mos peçam.
PS2 – Sugiro que, de futuro, restrinja o tratamento por você à sua parentela e demais semelhantes. Lamento não poder ser mais útil mas desconheço um manual de boas maneiras automático ou on-line.
Um texto não é só um conjunto de letras reunidas num espaço em branco. Tem uma ordem, tem um sentido e tem um objectivo.
A palavra aliar quer dizer; conciliar, combinar, concordar.
A palavra juntar quer dizer; poupar, guardar, amealhar.
Como pode verificar os sinónimos são completamente diferentes. E um texto nem sempre é objectivo pode ser subjectivo é que a língua portuguesa é muito traiçoeira.
Tenho pena é que você sofra de dislexia e não os compreenda, e essa doença, infelizmente não tem cura, paciência.
Olhe, desejo-lhe as melhoras.
Espero que todo este drama criado com o orçamento e a hipótese de uma próxima campanha eleitoral não seja uma forma de Costa, manhoso, distrair as atenções e tentar que nos esqueçamos de perguntar a que velocidade ia o carro de Cabrita.
Ainda hão-de concluir que a viatura é que foi “atropelada” pelo desgraçado que morreu.
Santana Lopes vingado. Amor com amor de se paga.
Um PR do PS terminou o mandato de um PM do PSD “pelas razões que vocês conhecem”!?.
Um PR do PSD terminou o mandato de um PM do PS “pelas razões que eu tenho”.
O resto é paisagem bem assim como o mito de um PR vindo de Marte.
Situações totalmente diferentes.
Santana tinha maioria no parlamento, Costa nunca a teve.
Santana tinha orçamento aprovado, Costa acaba de ver o orçamento chumbado.
Correcto.
É preciso denunciar que o Sampaio, que teve de ir para o panteão porque não tem lugar no céu, foi o pior magistrado da nação, faccioso como é o beiçolas Ferro, ainda presidente da AR.
Vocês entendam-se. Afinal o pior foi quem? Marcelo ou Sampaio?
E Soares, foi o quê? E Cavaco? Haverá agora já quem tenha votado nele?
Se o PR tiver poder para tal seria de dar posse a um governo de iniciativa presidencial cuja única função seria gerir em duodécimos até às eleições…. e evitar a catadupa de nomeações apressadas no Diário da República que o PS se prepara para “em gestão currente made in PS” fazer.
O Governo não estará em gestão corrente até às eleições. Vai estar em plenitude de funções, apenas não podendo sacar receitas ou fazer despesas não inscritas ou previstas no Orçamento do Estado para 2021.
A. Costa falhou por causa do preço da gazolina!. Isto de prometer um Ferrari a cada um de todos os portuguêses, com a gazolina como está, não conveceu ninguém, fora e dentro da AR. Lá o Ferrarizito, tudo bem, mas 40L aos 100Km é que foi demais.
Ao preço actual da gasolina, mais valia prometer distribuição de burros.
Naquele discurso de António Costa no encerramento das intervenções, ficou bem vincada a fidelidade das hostes, que já se tinham desdobrado no tipo de vitimização que o orador fez questão de repetir sem descanso até ao cansaço geral.
Se um resumo curto de despedida, com aceitação democrática das decisões parlamentares que ele tanto enfatizou quando quiz dar dignidade e considerar legitima a formação da sua geringonça, não lhe teria ficado nada mal exaltar agora essa limpidez que tanto tinha destacado quando disso tirou proveito.
Da altivez arrogante ao azedume mal contido foi um curto passo mais estreito do que a curta perna.
«O primeiro-ministro fez uma boa intervenção», acaba de dizer na TVI um dos gurus de Rui Rio, Pacheco Pereira.
Frases como esta ajudam a explicar muita coisa.
O Pacheco Pereira é tanto do psd como eu sou adepto do Benfica de Castelo Branco.
Você é do Benfica de Castelo Branco?
O Pacheco é do psd?
Pacheco é da extrema-esquerda do PSD.
Extremo esquerdo mas tão extremo que nem no estádio está.
Faz dupla atacante com a Social Democrata Catarina.
Quando toca a entrar em campo, Pacheco simula lesão. Fica nas covas.
Em tempos Sampaio fartou-se de Santana, agora a geringonça fartou-se dela própria, espero que os portugueses se tenham fartado desta solução que sempre foi muito mais um problema do que uma solução
Pedro Cunha
Agora foi ao contrário: o Presidente da República fez tudo para evitar um chumbo orçamental e uma crise política. Chegou a ser mais defensor do Orçamento do Governo do que o próprio Costa.
Mercado de transferências
Joacine, ponta de lança esquecida. Transferência a custo zero.
Quero ver o Rui Tavares no parlamento. E a Apolónia de volta.
Pode sempre ver Tavares e Joacine no vídeo do Fado Bicha.
Sobretudo a Apolónia, “irmã” do Nuno Santos do Sporting. Com eles não há tristeza
Perdido por 100… Quero a trupe toda. Joacine, Rui Tavares, os Pans e Chegas, Marinho Pinto, o Coelho, se der, até o Garcia Pereira. Um parlamento ao nível do que este país se tornou.
Garcia Pereira ainda é de esquerda? Lendo a Nova Gente, não parece. rcia-pereira-entrevista-unica-ao-lado-da-m ulher
https://www.novagente.pt/antonio-ga
Este também vai cair no Gambrinos com fatos e gravatas de gente rica.
Agora pertence à alta burguesia parasitária – julgo que é assim que eles dizem lá no jargão da seita.
António Esquerda Costa “de nascença” como frizou, imerso no seu ego esqueceu-se de que, tal como chapéus, esquerdas há muitas. Fatal.
Se fosse mais clarividente não se teria metido com o PC e teria apenas namorado, e sobretudo seduzido, o Bloco, o que até teria sido facílimo.
Costa deu prova de algum bom gosto ao evitar seduzir o BE.
ORFANDADE JORNALISTICA
No Publico – “Portugal forçado a ir a votos”
No JN – “Chumbo do orçamento trava ganhos de mil milhões para as famílias”
No Sapo – “Costa não conseguiu convencer o parlamento e o país ficou com o futuro em crise”
“O país está de luto”
Tá, tá, como a corneta.
Colher o que semearam. O pior que acontece a um ilusionista é quando este acredita na magia dos próprios truques.
A CS faz o que tem feito, entretém.
Nem tudo são más notícias. Cristiano Ronaldo vai ser pai outra vez.
Conhecem a anedota do gajo que adivinhava tudo porque se lavava com sabonete lux?
Pois é, o Costa também se lava com o dito. Por isso é que, já então, afirmava que «O governo cai no dia em que precisar dos votos do PSD para aprovar um Orçamento.»
Sempre me saíste cá um artolas, ó Costa!
Não era sabonete lux, era sabonete LifeBoy o sabonete que faz adivinhar.
Mas foi quando começou a lavar as costas do outro, neste caso nem houve roupa suja.
“O governo cai no dia em que precisar dos votos do PSD para aprovar um Orçamento.”
Esta frase só demonstra que o Costa é o único político que sabe o que anda a fazer.
Será que este orçamento foi rejeitado pela oposição ou este orçamento foi feito para ser rejeitado pela oposição?
Vamos aguardar serenamente.
Marcelo topava há muito a manobra. Daí ter movido as peças todas para tentar a aprovação do dito.
A verdade é que os parceiros de caminho já estavam fartos uns dos outros.
Não sei se os parceiros estavam fartos uns dos outros ou se um estava à espera que o outro desistisse.
Parece que as redes sociais deles já foram inundadas com “agradecimentos” pelo bom serviço prestado à classe operária.
Classe operária? Em que museu está ela?
Ninguém há-de calar a voz da classe operária.
O povo unido jamais será vencido.
Abril sempre.
Não me diga que isto já é uma língua morta, será que é melhor um museu ou um cemitério?
Linguagem de museu, mesmo.
A gorda de Arroios quis copiar o que outros já tinham feito do Minho ao Algarve, Madeira e Açores. Mas, por mais incrível que possa parecer, é mais notado numa freguesia de Lisboa do que noutra no interior do País.
Se fosse como diz, já estaria constituída arguida há muito tempo, não só agora.
POSTAL DE MARTE
Nada de equívocos e ingenuidades, a geringonça cumpriu o principal objetivo, senão o único engendrado pelo seu artístico criador.
Depois de Costa ter achado poucochinho uma vitória eleitoral de Seguro, e de ele próprio já no comando do partido ter perdido umas eleições, só lhe restava o ocaso/eclipse politico, agarrando-se então em desespero de causa ao único golpe de asa que lhe podia restar, arrebanhando para o seu lado as muletas inimigos de véspera, que correndo famintas no encalço da cenoura pendurada lhe fizeram o abonado frete.
verdade, o post nao se parece nada com uma paixao, ainda assim essa das emoçoes fortes, se calhar devia mandar ver o coraçao.
E tá muito fixe, alem de ser a unica frase sem “entrada”, sobre o fim enfim do cabrita.
Sobre implosoes, todos os dias vejo exemplos reais, nalguns casos tombam para um lado, mas o que para aqui interessa é que normalmente a implosao vai dar lugar a nova construçao. E o empreiteiro pode ser o mesmo.
Ao anónimo das 15.41. Comentário remetido à ETAR.
Inútil virem inuriar terceiros, ainda por cima sob anonimato.
Não há lugar para isso aqui. Repetirei as vezes que forem necessárias.
Carissimo, um dos meus teclados está mesmo mal, mas no do Pedro falta a letra “j” neste seu comentario. A menos que a palavra inuriar até exista.
Essa letra tem direito ao descanso. Mas não há problema: você entendeu. E os outros também.
Os outros entendem aquilo que você acha que não lhe dá jeito.
Eu entendo que você não percebe nadica de nada. Nem sabe como se chama.
POSTAL DE MARTE (2)
Não sei, não sabe ninguém, se todo este cenário foi preparado nos bastidores, como um casal que se divorcia para fugir aos impostos ou outras obrigações legais, mas que continua a viver em pacifica comunhão de interesses e promessas.
De tal modo, que Costa pode sair de tudo isto como o grande vencedor, e mais uma vez substancialmente em beneficio próprio, bem aviado por multiplicação de fatores envolvidos.
O tipo de situação verificada a não acontecer desde já, seria improvável deixar espaço de manobra se viesse a acontecer tarde de mais com todas as pantanas expostas à vista desarmada.
Tanto mais que Costa embora com algumas limitações, à frente do governo não deixará fugir das suas mãos uma constante e apelativa campanha eleitoral, nestes termos sem concorrência, apenas ao seu alcance.
Já vi e ouvi alguém defender o contrário considerando que repetir o acordo com BE e PCP seria de todo impossível dada a zanga publicamente exposta.
A crer na hipótese de conluio, poderia muito bem acontecer o cenário inverso, com a promessa de numa próxima união mostrada em publico, sob o manto de amor eterno, casa posta, carro à porta, e carteira recheada.
Não sei e parece que ninguém sabe.
Se o Costa voltar a anunciar a possibilidade de nova geringonça perde as eleições com pior resultado do que perderia sem qualquer possibilidade de acordo, simples quanto isto. Por outro lado se o o PSD (com Rio ou Rangel ou outro qualquer) quiser voltar a ser governo vai precisar do apoio do sapo Adolfo e aí sim vamos ver quem ganha o campeonato de falta de espinha dorsal.
A possibilidade de nova geringonça fica para já em segredo subterrâneo.
Depois deste divórcio litigioso, não há mais geringonças. Nem que Cristo desça à Terra.
Olhe que não, olhe que não. Parece que a próxima geringonça vai ser de direita.
A geringonça nasceu, viveu e morreu à esquerda. Requiescat in pace.
Rangel mostrou toda a sua personalidade ao ir falar com Marcelo nas costas de Rui Rio o que evidencia bem a sua forma de fazer política
Rangel foi a Belém a convite de Marcelo. Nem podia ser de outra forma. ica/noticia/marcelo-encontrase-rui-rio-n oite-1857575
Aconteceu o mesmo com Rio na anterior disputa eleitoral no PSD.
Aqui fica a notícia, para os desmemorizados.
https://www.publico.pt/2019/01/11/polit
Nessa altura Rio não protestou, antes pelo contrário.