Questões da barbearia


oanonimoanonimo,

O Estado vai extinguir ou fundir uma série de organismos públicos e, com isso, espera reduzir fortemente a despesa. Ora, parto do princípio de que tais organismos são inúteis. Mas, se são inúteis, uma questão não pode deixar se der colocada: por que razão foram criados? Não me parece que Portugal alguma vez tenha sido suficientemente rico para suportar tamanho desperdício. E ainda que tenha sido… Há qualquer coisa aqui que me cheira a gestão danosa da coisa pública.

Com juízo, sff


oanonimoanonimo,

Com a crise económica e financeira instalada, formulo votos para que nenhuma crise política abale Portugal nos próximos tempos. Seria o caos. Não por mais nada, mas porque temo que pudesse contribuir decisivamente para abalar o empenhamento, a classe e as ambições da selecção portuguesa de futebol que, como todos já perceberam, vai à África do Sul com expectativas altas, talvez, até, para trazer a taça. Os portugueses, que já entraram em contagem decrescente para a mini no sofá em frente da tv e já estão com o país a meio gás, não perdoariam e ficariam de ânimo arrasado. Por causa do insucesso da selecção, claro. E poderiam, até, revoltar-se. Não é caso para menos. E, sim, seria a verdadeira crise. Concentremo-nos, por isso, no essencial: enquanto houver campeonato do mundo, esqueçamos a crise. 

Último esforço


oanonimoanonimo,
Alguém sabe, com rigor, quanto é que cada português deve pagar para equilibrar as contas públicas? É que eu quero pagar a minha parte rapidamente. Mas se sei que esse dinheiro vai ser roubado por alguém ou tristemente dissipado, não só peço a devolução, como vou às trombas do ladrão ou do incompetente.

Bem-vindo seja


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Se o Papa não tivesse chegado a Portugal, o lado mau era que as televisões ainda estariam a “dar” Benfica campeão. Mas chegou. Para alguns, a recepção fica cara, serve para esquecer os reais problemas do país, dá “pontes” inadmissíveis, andaram uns tontinhos a distribuir provocatórios perservativos e garantem que o Estado laico anda confuso e subverte princípios constitucionais. Para outros, o Papa cá é sinónimo de esperança extraordinária, talvez um suplemento de fé, quem sabe dum milagre que faça de nós um povo atinado e atilado. Talvez todos exagerem. Não tenho uma ideia muito sustentada sobre Bento XVI. Talvez porque ainda tenha muito viva a memória de João Paulo II, o Papa que acompanhei, repórter com 20 anos, na sua primeira visita a Portugal e que fez de mim um inquestionável devoto do culto mariano, no preciso momento em que vi, ao longe, a tentativa de atentado de Juan Khron, que me fez correr como um desalmado, aos empurrões, na Cova da Iria. Não me perguntem como é que estas coisas acontecem, que eu não sei. Retenho, porém, de Bento XVI, a fantástica afirmação de que os adversários da Igreja não estão no exterior, mas no pecado da própria Igreja. Bento XVI, em Portugal, assumiu o pecado da Igreja. Tal afirmação vale a visita, pela sua humildade. Bem-vindo seja, por isso.

Carne


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A questão que me perturbou, esta sexta-feira Santa, foi perguntar a quem encontrei se tinham comido carne. Não é importante? Não deve ser. Mas há alguma coisa importante? Curiosidades, apenas. Eu não comi. Também não sei por que mantenho este hábito. Esta noite, à conversa com uma tia que é comunista e agnóstica, ela disse-me que também não comia carne na sexta-feira Santa. Perguntei-lhe porquê? Porque a mãe, que morreu quando ela tinha 13 anos, a ensinou assim. Um forma de celebrar a mãe. Eu não sei o que celebrei, não comendo. Nem comento. Boa Páscoa para todos.

(E)SCUT(O)


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Até percebo que quem não pagava portagens resista a pagá-las. Mas há coisas que eu não percebo muito bem. Se para ir do Porto a Braga, ou do Porto a Marco de Canaveses ou Amarante pago portagem, por que raio não hei-de pagar portagem para ir do Porto à Póvoa de Varzim ou a Viana do Castelo? Deve haver alguma razão que me escapa. Por isso, se alguém quiser explicar-me, eu fico grato. Não me venham é com o argumento das estradas alternativas para um ou outro lado. Porque, aí, não vejo, também, qualquer diferença.

Marcelo e «a unidade para o futuro»


oanonimoanonimo,

Já por aqui escrevi e repito: o próximo líder do PSD – seja quem for – será sempre um líder de facção e um líder transitório. A não ser que, por uma qualquer razão do destino, Sócrates caia antes do tempo – fulminado – e o PSD chegue ao poder, momento em que, em nome do poder, todas as divergências se esquecem. Não estou sozinho nesta reflexão – há mais quem assim pense. Lendo o Expresso de hoje, creio que esta será também a perspectiva de Marcelo Rebelo de Sousa, que resiste a apoiar qualquer dos candidatos à liderança, optando pela neutralidade. Justificação: «Alguém vai ter de preservar a unidade para o futuro». Alguém? Trocada por miúdos, a expressão quererá dizer que Marcelo sabe que a próxima liderança do PSD é apenas um interlúdio. E sabe que, a seguir, a solução passa por alguém capaz de unir os destroços do PSD. E sabe que, nesse momento, talvez não haja ninguém, para além dele, tão bem colocado para o fazer. E sabe que, nesse momento, Sócrates estará mais frágil do que agora. Malandro, este Marcelo. Mas não deixa de ter razão.

 

P.S.: (DECLARAÇÃO DE VOTO) Nas últimas directas votei em Pedro Passos Coelho. Mais por exclusão de partes do que por convicção. Não me revia em Manuela Ferreira Leite e no seu baronato tantas vezes insuportável, do mesmo modo que achava que a candidatura de Santana Lopes andava ali a destempo. Se eu fosse um tipo esperto, agora que tudo indica que PPC vai ganhar, diria agora publicamente que o meu voto era seu, cavalgando a onda. Mas não sou um tipo esperto. Por isso, não tenho qualquer problema em dizer que vou votar em José Pedro Aguiar-Branco, mesmo sabendo que não tem hipóteses de ganhar. Voto por uma questão de proximidade pessoal, porque confio nas suas capacidades, porque sei que a sua vida resiste a um escrutínio apertado e, também, porque me parece que é o único candidato que pode fazer a síntese entre os barões e a "carne assada". Isto é: parece-me o candidato "mais PSD" de todos.

Tudo aparentemente


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Aparentemente, a Unidade de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária foi criada para combater a corrupção. Aparentemente, a Unidade de Combate à Corrupção da PJ está a ser alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária. Aparentemente, porque há suspeitas de violação de segredo de Justiça e de segredo profissional por parte de alguns dos seus membros. Aparentemente, os indícios surgiram quando foi encontrado um papel com timbre da PJ entre o material que foi apreendido em busca a Armando Vara. Aparentemente, não há almoços grátis. Logo, aparentemente, o que pode estar em causa é mais do que a violação do segredo de Justiça e do segredo profissional. Aparentemente, o país está do avesso. Aparentemente nada disto é novo na PJ, já foi assim em 1986, aquando do "Sãobentogate", uma história que, como jornalista, fiz deslizar meses a fio nas páginas de "O Comércio do Porto", em que também uma parte da PJ investigou outra parte da PJ. Houve presos e condenados. Mas, pelo que vejo, nada de substancial mudou desde então. Porque, em Portugal, nada do que é essencial muda. E, honestamente, começo a aceitar que já não há muito em quem se possa confiar. Sim, para concluir com o pessimismo que tenho vindo a revelar: este regime está podre. Cheira mal. Faz de cada um de nós um desistente.

Blogue da semana


oanonimoanonimo,

Constança Cunha e Sá, Francisco José Viegas, Francisco Teixeira da Mota e João Pereira Coutinho, a moderadora e os comentadores do programa "A Torto e a Direito", dispensam apresentações. O programa também. O blogue – mais recente – vale a pena ser acompanhado. É a minha escolha da semana. Sirvam-se: é um blogue inteligente, divertido e corrosivo.

BE aceso


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Parece que as coisas andam um bocadinho acesas no Bloco de Esquerda. Pelo menos no Porto. Causa imediata: o apoio à candidatura presidencial de Manuel Alegre, a quem muitos começam a apontar defeitos de percurso. Causas remotas: dizem que são mais que muitas. Previsível. O BE é um daqueles partidos que se incha mais um bocadinho, rebenta.

Um caso atípico de bipolarização


oanonimoanonimo,

Tenho alguns amigos – estive a fazer as contas e acho que tenho mais amigos de esquerda do que de direita – que são, desde o princípio, admiradores de José Sócrates. Já tive com alguns deles algumas discussões homéricas sobre o assunto, pela razão simples de que não consigo descortinar – depois de uns primeiros tempos de hesitação – onde está a valia do homem enquanto primeiro-ministro.

Nos últimos tempos, recorro com frequência ao teste empírico de ir fazendo, a quem encontro (apoiantes de Sócrates e não apoiantes de Sócrates), a tradicional pergunta: «Compraria um carro em segunda-mão a José Sócrates?». As respostas variam. Há quem diga que nem que o carro fosse novo; há quem diga que, bem, em segunda-mão e sem garantia, nem pensar; há quem estrebuche um bocadinho (os meus amigos apoiantes de Sócrates desde a primeira hora) e evite a resposta clara. Na minha sondagem empírica, vou, pois, percebendo que, tirando os boys que gravitam à volta do governo e dos entes públicos, já ninguém dá muito pelo homem. E no entanto, segundo uma sondagem de hoje do JN, se houvesse eleições neste momento, o PS arriscava-se a ganhar e muito próximo da maioria absoluta. Donde resulta que, ou são os meus amigos que fazem parte de uma casta à parte e não são representativos do eleitorado português, ou, então, o problema é mais grave. Reflectindo, ainda que vagamente, sobre o assunto, opto pela segunda solução: o problema é grave. E qual é o problema? Simples: os portugueses confrontam-se com um singular cenário de bipolarização política: num polo está José Sócrates; no outro polo está… ninguém. Desgraçadamente. Desgraçadamente para o país.

Sem renegar a minha ligação ao PSD, sou obrigado a concluír que o eleitorado não deixa de ter razão, mesmo que em sondagens. Se é verdade que, neste momento, poucos ousariam comprar um carro em segunda-mão a Sócrates, também é verdade que, olhando para o stand do lado, não se vê mais quem possa vender automóvel. O que se vê pelas bandas do PSD é uma luta fraticida para saber quem, daqui a uns tempos, manda no stand e define as regras do negócio. Só que, enquanto tal, os automóveis vão apoderecendo e, chegada a hora, dificilmente alguém quererá comprá-los. E, entretanto, tal vai sendo a conflitualidade interna no PSD, não espanta que, mesmo depois de saber quem manda na loja, assistamos, logo a seguir, a concorrência desleal dentro do stand. É este o cenário que espera os portugueses. E é por isso que o PS vai ganhando folgadamente nas sondagens.

Nunca percebi – talvez alguém seja capaz de me esclarecer – por que razão o PSD não arrumou a casa logo a seguir ao penoso resultado que obteve nas últimas legislativas. Manuela Ferreira Leite – que nunca me seduziu – demonstrou que seduz muito poucos. Numa altura em que devia estar de casa arrumada, anda o povo social-democrata a tentar perceber quem é o menos mau de todos: se Passos Coelho, se Rangel, se Aguiar-Branco. Sim. Porque o que está em causa é saber qual deles é o menos mau, qual deles é capaz de ter mais cimento que agregue um partido que tende a esboroar-se. É esta a ideia que germina nas bases e é esta a ideia que passa para o eleitorado. Enquanto devia estar a tentar propor ideias alternativas para o país, numa altura em que era suposto o governo estar fragilizado e com a cabeça a jeito, anda o PSD a desgastar-se em lutas internas nem sempre cordiais, cada um dos candidatos com ideias diferentes sobre tudo e sobre nada, deixando o eleitorado sem saber com o que conta. O problema seria apenas relativamente grave se, passadas as directas, a questão ficasse esclarecida. Mas não fica. Ganhe quem ganhar, a luta pela queda do líder que vier começará no dia seguinte. E Sócrates continuará a ganhar nas sonsagens e nas urnas. E Portugal continuará a penar com um primeiro-ministro que, em rigor, poucos querem, mas-que-se-há-de-fazer? Haverá futuro assim? Enquanto isso, o CDS-PP mantém-se firme.

Um português descrente


oanonimoanonimo,

Sinto-me a entrar numa fase perigosa. Há pouco, olhei para a mesa da minha sala e lembrei-me de que comprei o SOL e o Expresso deste fim-de-semana e nem sequer os tirei dos sacos, que ali jazem, incólumes. Lembrei-me que, desde então, já passaram dias e em nenhum deles comprei um diário para ler, ainda que em fuga, enquanto tomo o pequeno-almoço na área de serviço ali ao lado. Prossigo caminho e dou comigo a pensar que já nem me lembro do último dia em que liguei a tv. Passo por aqui diariamente, leio o que os meus amigos escrevem e, muitas vezes, concluo que nem sei muito bem de que estão a falar. Tenho passado ao lado das notícias e dos debates e, em rigor, até agradeço aos santos por não me chamarem, por estes dias, para participar neles. Tenho uma vaga ideia de que o país político anda aceso, com as trapalhadas que envolvem ou não envolvem o Sócrates, com as tiradas fantásticas do PGR e até do meu Bastonário (Alô, alô, António, por enquanto ainda voto em ti, mas não abuses…), com as escutas que todos ouvem e com aquelas que se querem esconder. Também já ouvi qualquer coisa sobre aumentos de impostos e que Portugal está como a Grécia, mas eu não sei como está a Grécia e por isso não me preocupo muito. Vou sabendo que pelos lados do PSD andam umas trapalhadas também, dizem que vai haver eleições para ocupar o "lugar do morto" (ou da "morta", mais concretamente), eu tenho as quotas em dia, mas ainda não decidi se vou votar ou em quem vou votar, porque, honestamente, acho que o meu voto não vai contribuir para coisa alguma, porque, decididamente, o PSD não tem emenda, nem quer ter e talvez até seja melhor que nem tenha. Poderão dizer – digam, se fazem o favor… – que isto são coisas minhas, que ando um bocado despassarado desde há uns meses, ocupado com outras coisas, que isso até é verdade. E refugio-me nisso. O pior – o que é mesmo grave – é que acabo por descobrir que até a empregada do café ao lado do escritório sabe mais da actualidade do que eu, o que às vezes me abisma – a minha ignorância, que não a sabedoria dela. Que se passa comigo? Pois, não sei bem. Mas, por estes dias, conseguirei descobrir se quem precisa de ser internado sou eu, ou se é o país, ou ambas as coisas. Uma coisa é para mim certa: descri. Descri do país. De quem governa, de quem quer governar, de mim como português e dos portugueses em geral. Estarei mesmo muito mal? Chegou a hora de mudar a profissão para taxista?

Siga para congresso


oanonimoanonimo,

O PSD necessita de uma nova liderança? Ninguém duvida. Manuela Ferreira Leite não entusiasma ninguém, nem mesmo os que lhe foram mais próximos. E o maior partido da oposição não pode vegetar, assim, com uma liderança transitória e amorfa – é mau para o PSD e é mau para o país. Solução? Directas, já? Seria a boa solução se os sociais-democratas tivessem um candidato federador, que não criasse muitos anticorpos internamente e galvanizasse o eleitorado. Mas já se viu que não há. O que há, é protocandidatos de facção, interesses flutuantes que se vão aglutinando em torno de figuras que não dão a menor garantia de uma liderança credível. Logo, uma nova liderança, dessas que se perfilam, não é mais do que adiar um problema. E o PS agradece. Por isso, o melhor talvez seja mesmo um congresso extraordinário onde tudo se discuta e onde nasça um rumo ou se descubra a falta dele. E talvez pelo meio se perceba alguma utilidade. Claro que se pode dizer que um congresso não será o melhor local para o efeito. Talvez não. O certo é que não vejo outro. Porque esas comissões de intelectuais que por aí andam a desenhar programas de governo e coisas que tal, já se viu no que deu…

Mais do que fazer perguntas


oanonimoanonimo,

Uma ligeira discordância em relação ao excelente post do Pedro Correia, logo abaixo, sobre o poder dos jornalistas. Apenas para dizer que aos jornalistas incumbe mais do que fazer perguntas – cumpre-lhes obter respostas, mesmo quando as perguntas não são respondidas. Ou, sobretudo, quando elas não são respondidas. Ou quando são mal respondidas. É o que se chama de jornalismo de "investigação". Que, aliás, anda a ser muito mal tratado entre nós.

Eu sei lá…


oanonimoanonimo,

Não fosse eu saber que ele gosta de mim tanto como eu gosto dele, e teria de concluir que o João (PC) só pode estar a gozar-me (ou a querer entalar-me), ao pedir-me opinião sobre o filme da década. Ele sabe que, tendo eu muitas teorias sobre muitas coisas – e que às vezes as debatemos em voz alta em sítios públicos, com alegres gargalhadas -, não sou um cinéfilo, ainda que muitas vezes a minha vida pareça um filme. Olha, João: por que não perguntas, por exemplo, ao Pedro Correia? (Façam o favor de me safar desta, está bem?)

Paulo Mota Pinto


oanonimoanonimo,

Um destes dias, em conversa com amigos comuns, concluiu-se que Paulo Mota Pinto pode muito bem ser uma hipótese para liderar o PSD, que é como quem diz, o senhor que se segue. Tanto quanto se diz, ele não está fora, mas que há Rangel primeiro, eventualmente Aguiar-Branco e – quem sabe? – Passos Coelho, que já desbaratou muito do potencial. Sobra Marcelo, que tem vindo a perder-se como federador. E Rui Rio? Incógnita. Paulo Mota Pinto, para se impor, terá de perder a pose do catedrático, erguer os ombros e tornar-se mais alto – ele que é alto -, mais atlético, mais Obama. Enquanto isso, Menezes continua a disparar para todos os lados, Ferreira Leite faz o papel do morto, Marques Mendes espera que o ressuscitem, o baronato assinala uma coisa e o seu contrário. Não estou com o Paulo há muito. Daí que não saiba como ele está. Mas sei que há ali consistência.Daí, um percurso a seguir.