(E)SCUT(O)


oanonimoanonimo,

Até percebo que quem não pagava portagens resista a pagá-las. Mas há coisas que eu não percebo muito bem. Se para ir do Porto a Braga, ou do Porto a Marco de Canaveses ou Amarante pago portagem, por que raio não hei-de pagar portagem para ir do Porto à Póvoa de Varzim ou a Viana do Castelo? Deve haver alguma razão que me escapa. Por isso, se alguém quiser explicar-me, eu fico grato. Não me venham é com o argumento das estradas alternativas para um ou outro lado. Porque, aí, não vejo, também, qualquer diferença.

7 comentários em “(E)SCUT(O)”

  1. Quem fala assim só pode ser primo do “trocas-te”.
    Se bibesses no Porto, sabias bem a razão.
    Um português de Portugal

  2. Usa, Paga!
    Os coitadinhos que estão a barafustar contra as portagens eu vejo-os todos os dias a assapar à grande quando vão e vêm para para os seus arredores priveligiados.
    Não quero que ninguem pague as minhas deslocações bem como não devo pagar as dos outros.
    Continuai a cuspir para o ar como se ele não viesse novamente para baixo.
    Os que estão por trás desta história continuam a usar uns tantos idiotas como arma de arremeço; gente estúpida e repugnante , tanto uns como outros.

  3. Até percebo que essas (e outras) auto-estradas tenham portagem. O que me custa a perceber é elas passarem a ter portagem enquanto, simultaneamente, os impostos continuam a subir. E podíamos aplicar a mesma lógica às propinas, às taxas de acesso ao sistema de saúde ou de justiça, etc. Percebo e aceito países com níveis de impostos baixos e serviços pagos, e países com níveis de impostos altos e serviços gratuitos. Agora impostos altos e serviços pagos, faz-me uma certa confusão. E é capaz de não ser bom para a economia…

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