Há, pelo menos, uma coisa em que José Pedro Aguiar Branco e eu estamos de acordo. Tal como ele, também acho que o PSD não pode falhar na escolha do próximo líder. Ando a dizê-lo há muito, e o Alberto Gonçalves deu conta disso na sua última crónica no DN.
Momentos difíceis
oanonimoanonimo,

Desculpa lá, Joaquim. Poder falhar, pode. Só que não será o partido. Será o enterro.
Sim, João, é mais isso.
Mas quem? QUEM? Joaquim, parece-me que ainda acreditas no Pai Natal…
Pois, aí, Ana, a conversa reverte para a chuva que nunca acaba, para utilizar a expressão do Alberto Gonçalves. Mas insisto; neste momento, só vejo uma figura que podia aguentar o barco: Marcelo Rebelo de Sousa. A prazo, se ainda houver PSD, já escrevi que pode muito bem ser Paulo Mota Pinto.
Como também já disse que o fim do PSD pode não ser nenhum drama.
É claro que não pode falhar, meu caro. Aí até acho que haverá mais gente de acordo do que só vós os dois. A dificuldade está é em acertar, como aliás se tem visto desde 1980.
O dito até pode parecer uma banalidade, Sérgio. Mas não é para todos. Há muito quem diga que o PSD tem falhado tantas lideranças que esta é mais uma, porque o PSD é imortal, sendo o partido mais português de todos. E creio que é aqui que está o engano. E é aqui que eu acho que o escrito não é assim tão banal. Por muito que possam ser verdadeiros os argumentos de quem pensa na imortalidade do PSD, o certo é que a margem de erro se esgotou desta vez.