O Estado vai extinguir ou fundir uma série de organismos públicos e, com isso, espera reduzir fortemente a despesa. Ora, parto do princípio de que tais organismos são inúteis. Mas, se são inúteis, uma questão não pode deixar se der colocada: por que razão foram criados? Não me parece que Portugal alguma vez tenha sido suficientemente rico para suportar tamanho desperdício. E ainda que tenha sido… Há qualquer coisa aqui que me cheira a gestão danosa da coisa pública.
Questões da barbearia
oanonimoanonimo,

Entre outras, é no mínimo curiosa a medida 25: extinção da Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas, que ocorreu há coisa de quatro anos!
Isto é que é seriedade, não?
Pois, não sei. Não cheguei a pormenor…
Tresanda, Joaquim. Seis anos após a subida do PS ao poder, onde gozou de cinco anos de maioria absoluta e da total benevolência do inquilino de Belém.
tresando, tresando. Venda do Estado a retalho, Pedro.
Há extinções que não se compreendem e que revoltam. Por exemplo, a Comissão de Gestão do Programa de Apoio Integrado a Idosos.
Vai acabar o Programa, o Apoio ou vão atirar os idosos ao mar?
bonito e cheio de impacto.
Eis uma suposição perigosíssima, essa de que se o Estado (?) extingue ou funde organismos, então estes eram inúteis. Haja quem embarque nessa… e a Multiópticas oferece o 2º par de lunetas.
obrigado pela dica.
Sim, o Estado, porque os cortes são, ao que sei, extensivos aos vários patamare da administração. A Câmara de Gaia, por exemplo, vai fundir empresas.
Falta a extinção dos governadores civis. E a redução do número de autarcas. E a redução do número de deputados. E a redução do número de ministros e de secretários de estado. E a redução do número de assessores desta gente toda.
E a extinção da inútil e malfadada ERC, que por sinal tem sido, a par do PGR, um dos mais firmes apoios do falso engenheiro que desde há uns seis anos se obstina em levar o País ao estado comatoso em que se encontra agora.
Por aí sim… Mas não por aqui: tion=com_content&task=view&id=9480&Itemid=135
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?op
Mais do que isso, Pedro: recupero uma ideia que já desenvolvi por aqui. Uma imensidão de recursos que seria poupada com uma séria reorganização político-administrativa do país. Com um país menos retalhado poupava-se muito. E, assim, não haveria concelhos com 30 freguesias que têm pelo menos 30 campos de futebol,que ninguém usa.