Questões da barbearia


oanonimoanonimo,

O Estado vai extinguir ou fundir uma série de organismos públicos e, com isso, espera reduzir fortemente a despesa. Ora, parto do princípio de que tais organismos são inúteis. Mas, se são inúteis, uma questão não pode deixar se der colocada: por que razão foram criados? Não me parece que Portugal alguma vez tenha sido suficientemente rico para suportar tamanho desperdício. E ainda que tenha sido… Há qualquer coisa aqui que me cheira a gestão danosa da coisa pública.

12 comentários em “Questões da barbearia”

  1. Entre outras, é no mínimo curiosa a medida 25: extinção da Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas, que ocorreu há coisa de quatro anos!
    Isto é que é seriedade, não?

  2. Há extinções que não se compreendem e que revoltam. Por exemplo, a Comissão de Gestão do Programa de Apoio Integrado a Idosos.
    Vai acabar o Programa, o Apoio ou vão atirar os idosos ao mar?

  3. Eis uma suposição perigosíssima, essa de que se o Estado (?) extingue ou funde organismos, então estes eram inúteis. Haja quem embarque nessa… e a Multiópticas oferece o 2º par de lunetas.

  4. Falta a extinção dos governadores civis. E a redução do número de autarcas. E a redução do número de deputados. E a redução do número de ministros e de secretários de estado. E a redução do número de assessores desta gente toda.

    1. E a extinção da inútil e malfadada ERC, que por sinal tem sido, a par do PGR, um dos mais firmes apoios do falso engenheiro que desde há uns seis anos se obstina em levar o País ao estado comatoso em que se encontra agora.

    2. Mais do que isso, Pedro: recupero uma ideia que já desenvolvi por aqui. Uma imensidão de recursos que seria poupada com uma séria reorganização político-administrativa do país. Com um país menos retalhado poupava-se muito. E, assim, não haveria concelhos com 30 freguesias que têm pelo menos 30 campos de futebol,que ninguém usa.

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