Alguém sabe, com rigor, quanto é que cada português deve pagar para equilibrar as contas públicas? É que eu quero pagar a minha parte rapidamente. Mas se sei que esse dinheiro vai ser roubado por alguém ou tristemente dissipado, não só peço a devolução, como vou às trombas do ladrão ou do incompetente.
Último esforço
oanonimoanonimo,

http://inlusao.blogspot.com/2010/05/cada-c idadao-tera-de-pagar-625-euros.html
Isto no dia 11, no dia seguinte… sabe-se lá!
Eu estou disposto a isso.
http://www.youtube.com/watch?v=9LAG30kV8 Ew
Vou contigo, Joaquim.
Era bom se fosse assim tão simples. Uma carga de porrada e resolvia-se a questão. Mas a causa não estará só nos “outros”, teremos certamente a nossa própria quota-parte na culpa. É isso que custa. Mesmo que nos auto-flagelemos diariamente e espanquemos os vizinhos volta-não-volta, a crise continuará…
A culpa é de todos nós, Duns mais do que doutros. Mas primeiro pomos as contas a zero. Depois, porrada neles.
Acho que é a única solução, João.
“Ir às trombas” é um termo ‘démodé’. Agora diz-se “exercer acção directa”.
Esqueci-me, Pedro 🙂
LOL
Então prepare-se pendurando um saco cheio de areia lá na garagem e treine, treine. Porque vai ter muito que ir “às trombas”, não de um, mas de alguns!
Eu sei que são muitos. Mas poderão pouco contra muitos mais eu não têm tanta culpa.
Pode começar a ir às trombas porque não faltam sítios onde encontrar os ladrões e os incompetentes.
Não precisa de umas dicas, pois não?
Mas se quiser… ajuda não lhe falta.
Pode ir dando dicas, Virgínia.
Quer um conselho? Comece a fazer umas flexões todos os dias a ver se produz mais danos.