Estou zangada com o novo Woody Allen, aquele que diz com indiferença: “Filmar em Lisboa? Por que não? Desde que me paguem…” Não gostei dos últimos filmes europeus, nem sequer dos tão celebrados Match Point e Vicky Cristina Barcelona. Cada um é para o que nasce. Sinto falta de vê-lo como actor e, como realizador, vejo sempre um peixe fora de água. Da sua água. Gostava era de vê-lo de volta aos seus cenários de excepção: a cidade de Nova Iorque e ele próprio, num eterno exercício de genial narcisismo masoquista, a descascar contradições até ao tutano num sofá de psiquiatra com vista para Times Square ou Central Park. Não é má vontade: a cada novo filme tenho dado um tímido mas esperançoso benefício da dúvida, e todos me têm decepcionado mais ou menos por igual.
Mas com este filme que se anuncia aqui, e a avaliar pela sinopse, a minha esperança renasce uma vez mais. Talvez não seja um good old Woody, mas tem pelo menos os ingredientes certos para uma receita “à antiga”. Vamos ver.
Quando será que isto muda, para que este país também mude? Incompetência, medo, favor ou preguiça, tanto faz. Este lavar de mãos, seja qual for a razão, deixa-nos a todos muito mal na fotografia.
A Madeira já não é um jardim, é um queijo suiço. Fazem-se apostas sobre quantos buracos mais serão precisos para a ilha ir ao fundo. Ou para virar fondue.
Aposto que os arautos do bota-abaixismo vão descobrir imeeeeensos contras nestas medidas. E aposto que são os mesmos que gritavam que é preciso emagrecer o Estado. A coerência não é para todos, e há que ter sempre umas pedras de reserva para atirar.
O Metropolitano de Lisboa acaba de ter esta ideia brilhante. Se vive na capital, prepare o espírito para uma festa de novos destinos emocionantes e não gaste os seus preciosos neurónios a fixar os nomes das estações, porque eles serão imprevisíveis: só durarão o tempo de um contrato. Por mim, já tenho até algumas sugestões:
Laranjeiras-Sumol
Restauradores-Olex
Luz-IURD
Rato-Eurodisney
Anjos-de Charlie
Parque-Playmobyl
Bela Vista-Multiópticas
Senhor Roubado-Chaves do Areeiro
Pontinha-Durex
Sinta-se à vontade para sugerir também as suas parcerias. O Metro agradece.
Foi há 10 anos. O mundo mudou nesse dia, e nunca mais o Ocidente se julgou a salvo. É bom que não esqueçamos. É bom que não pensemos nunca mais que estas coisas só acontecem aos outros, lá onde estes cenários nos pareciam tão naturais como se assistíssemos a um filme.
(Pinturas de Helga-Krakolinig, sob o título “Nine Eleven”)
Uma história de vida comovente, a destes Romeu e Julieta da Guarda que não desistem do seu amor nem mesmo sessenta anos depois. Primeiro os pais dela, depois os filhos, alguém os impediu sempre de estarem juntos e de viverem a vida como a sonharam. Apesar de tudo, as linhas que traçaram o drama ainda estão bem evidentes: a beleza dela, o brilho nos olhos dele.
Para meditarmos até que ponto temos o direito de interferir na vida dos outros.
Para além dos “monstros sagrados” da geração de ouro da MPB, entre criadores e intérpretes – Jobim, Vinicius, Caetano, Buarque, Bethânia, Gal, Simone, Gil (para citar apenas alguns) – e dos actuais e estrondosos sucessos de vendas e de bilheteiras, sobejamente conhecidos e aclamados por todo o lado, existe uma outra música no Brasil que Portugal conhece ainda muito pouco. É uma linha urbana, culta e sofisticada, que absorveu o que de melhor fizeram os seus antecessores e inovou com mestria e bom gosto em composições que honram, sem uma beliscadura, a brilhante tradição musical a que o Brasil sempre nos habituou. Casando novas tecnologias e tendências melódicas com os mais profundos e sólidos alicerces da chamada “tropicália”, continua a provar que o código genético do povo brasileiro se escreve em pautas de música. Soubessemos nós, portugueses, integrar assim, harmoniosamente e sem complexos, as nossas raízes. Curiosamente (ou talvez não) uma boa parte desta nova onda de músicos chega-nos da cidade de São Paulo, contrariando a regra tradicional da hegemonia baiana. É urgente que estes nomes e as suas obras passem a ser familiares aos ouvidos portugueses, porque nem só de êxitos comerciais vive a actual música brasileira e este novo Brasil também merece o nosso aplauso.
Aqui deixo o meu contributo para a sua divulgação: Zé Miguel Wisnik, um desses nomes praticamente desconhecidos entre nós e um cantor/compositor/pianista de qualidade ímpar, num dueto com a bela voz de Ná Ozzetti, simultaneamente delicada e forte. A canção que escolhi pertence ao disco “Pérolas aos poucos” (todo ele é excelente, vale a pena ouvir) e chama-se Sem receita. A música é de Wisnik para um delicioso poema da grande poeta e letrista (e querida amiga minha), Alice Ruiz. Deliciem-se.
SEM RECEITA
Primeiro, lenta e precisamente, arranca-se a pele esse limite com a matéria. Mas a das asas melhor deixar pois se agarra à carne como se ainda fossem voar. As coxas, soltas e firmes, devem ser abertas e abertas vão estar e o peito nu com sua carne branca nem lembrar a proximidade do coração. Esse não. Quem pode saber como se tempera um coração?
Limpa-se as vísceras, reserva-se os miúdos para acompanhar. Escolhe-se as ervas, espalha-se o sal, acende-se o fogo, marca-se o tempo e, por fim, de recheio, a inocente maçã, que tão doce, úmida e eleita nos tirou do paraíso e nos fez assim: sem receita.
As feridas de Frida Khalo foram muitas, e quase todas tiveram nome de mulher.
Diego Rivera, o homem a quem ela chamava carinhosamente “panzón” por causa do volume da sua barriga, tinha, além disso, idade para ser seu pai e era “feo como un cerdo”, nas palavras de uma amiga de Frida. Pelo seu lado, Frida era uma mulher-menina, fisicamente frágil (quanto a força interior, a conversa é outra) e doente, um vidrinho colorido e exótico que Diego gostava de exibir. Porém, nada disso impediu que se tivessem amado loucamente e que esse amor, aparentemente tão desequilibrado, se tenha já tornado lendário. É claro que, visto à distância, tudo parece mais romântico. A verdade é que Frida sofreu muito também por causa desse amor. E se acabou por transformar-se numa excêntrica para a rígida sociedade mexicana ao liberalizar, também ela, as suas relações amorosas, foi porque nunca conseguiu que Diego correspondesse ao modelo que ela queria para a sua vida afectiva. Foi ele o seu mentor no mundo da arte, mas foi também ele que moldou nela a provocação e a révanche, que a perverteu e a obrigou a reagir assim, como uma fera ferida que mostra as garras para se defender e acaba atacando também.
Diego Rivera era um homem torturado e conflituoso, dado a excessos e, sobretudo, muitíssimo mulherengo. Como artista plástico era um ícone já na sua época, aclamado e respeitado internacionalmente, o que acrescentava uma aura de mito ao charme rude que o caracterizava. Essa combinação produzia um efeito mágico no universo feminino e anulava totalmente o seu desastrado aspecto exterior. Dizia-se dele, com certeza não sem um certo exagero, que era magnético. O rol de mulheres que lhe caíu aos pés – antes, durante e depois do casamento com Frida – foi quase infindável, e essa fama era um rastilho poderoso que incendiava as novas candidatas.
Para além das insuportáveis dores físicas que a fatalidade lhe causou* (provocando-lhe ainda a impossibilidade de ser mãe, como dano colateral), Frida sofreu incontáveis humilhações com as infidelidades de Diego, as quais, aliás, culminaram na mais dolorosa de todas: um caso com a sua própria irmã, dentro de portas. Esse drama quase a levou ao suicídio e fez com que chegasse a rapar o cabelo (uma das suas imagens de marca, em penteados elaborados), se desfizesse de todos os adornos e até que se vestisse de homem, matando impiedosamente toda a sua feminilidade e exuberância transbordantes. Mas Frida era também uma artista: exorcizou todas as dores na pintura deixando para a posteridade, nos seus quadros, um retrato arrepiante do seu sofrimento e da sua coragem. Aqui fica a minha homenagem a essa grande mulher, que morreu mais ou menos com a idade que eu tenho agora. Admiro nela a obra e a vida, ambas de uma originalidade espantosa.
Acrescento, à minha, outra homenagem: a de Pedro Guerra (cantautor espanhol pouco conhecido aqui no burgo), que escreveu em honra de Frida Khalo a canção “El Elefante y la Paloma” – letra e música de sua autoria – cuja letra, baseada num texto da própria Frida, aqui transcrevo:
EL ELEFANTE Y LA PALOMA
A Frida le duelen los huesos y mirándose al espejo pinta todo su dolor A Frida le duele la vida y apriendendo de su herida llena todo de color
Diego mi Diego, Diego mi amor por qué pienso que eres mio si eres solo tuyo, Diego si eres solo tuyo, Diego…
Frida miró al Elefante y empezó a desdibujarse pero nada le importó Diego miró a la Paloma y la amó entre tantas cosas entre el lienzo y la pasión
Diego mi niño, Diego pintor por qué pienso que eres mio si eres solo tuyo, Diego si eres solo tuyo, Diego…
Frida descansa en el lecho y se pinta hasta en el pecho con tal de sobrevivir
Diego mi amigo, Diego = Yo por qué pienso que eres mio si eres solo tuyo, Diego si eres solo tuyo, Diego…
*Vítima de poliomielite infantil aos 6 anos, ficou com a perna direita defeituosa, mais delgada e curta que a perna esquerda; aliás, essa perna acabaria por ser amputada. Aos 18 anos, foi vítima de um acidente brutal: o autocarro onde viajava foi abalroado por um eléctrico. Frida foi trespassada por um varão metálico, sofrendo danos irreversíveis na coluna vertebral. Em inúmeros dos seus quadros se podem ver os rígidos aparelhos ortopédicos que usou para sustentar a coluna partida, que eram autênticos instrumentos de tortura.
“Decorria um Inverno suave, com manhãs de rara bruma, e os peixes vinham desovar mais cedo nas águas tépidas daquele rio que tinha a mesma mancha fluida e ponderada do D. E justamente C. teve que lembrar outra vez aqueles dias provençais, as caminhadas à tarde na aldeia, sob cujos plátanos o pó adormecera; ouviam-se os gritos dum grupo de jovens estudantes americanos, e com eles vinha L., com a sua saudável compleição sedimentada numa infância com geleia de amoras e flocos de aveia, uma rapariga doce e tranquila que lhe dizia sempre «Deve ser um homem extraordinário, Mr. C., se já aos vinte anos se aborrecia.» Ela gostava de tudo, de estudar a gramática francesa, de passear no campo e de atravessar a pé a pontezinha de tábuas, pois os passageiros dos veículos pesados apeavam-se antes e tinham de caminhar no pequeno tabuleiro que tremia e rangia. Possuía o que se chama, na província do D., para designar a frescura e o entusiasmo dos verdes anos, «a novidade»”.
Pergunta-se: Este texto foi escrito por um homem ou por uma mulher? Fundamente a sua resposta. O nome do(a) autor(a) será divulgado logo que haja respostas suficientes para que este desafio tenha algum interesse. E, para que tenha realmente interesse, por favor evite a batota. Isto não é um concurso de erudição nem o objectivo é identificar os autores. O que realmente se pretende é discutir se existe ou não uma escrita literária sexuada, ainda que as amostras que aqui apresento sejam, como é óbvio, necessariamente insuficientes para classificar toda a obra de um autor.
Solução (1 Set/2.40h): Agustina Bessa-Luís – “As Relações Humanas”. Para fechar com chave de ouro, esta 10ª prova cega vem dar largos pontos à minha teoria de que pode ser muito difícil distinguir a escrita feminina da masculina, quando o(a) escritor(a) assim o quiser. Bem sei que escolhi uma escritora bastante difícl desta vez, além de um texto que remete para clássicos aparentemente demodés. Mas… guerra é guerra! Para mim, sem o prazer de deitar-me a adivinhar, o desafio foi entreter-me a reparar nos argumentos de homens e mulheres para justificar opiniões sobre um mesmo texto. Essa argumentação, sim, foi nitidamente sexuada. O que retira pontos à minha teoria, vendo bem. Enfim, apesar da “guerra”, o que se pretendia não era contar espingardas mas reflectir e brincar um pouco com assuntos tão sérios como a literatura e o sexo. Obrigada a todos (e a todas, como parece que se diz agora) que aceitaram jogar este passatempo. Foi divertido, não foi? Um dia destes repito a graça com outro tema.
“- Estas pequenas dimensões irão fascinar o meu cliente – disse J.S., o agente imobiliário, enquanto deixava escapar um assobio de admiração. – Um achado. J.S. quebrara um velho costume para acompanhar N. e C. à tal casa. Nunca, nos seus vinte anos de profissão, aceitara fazer uma visita numa noite de sábado: tabu total. Os sábados dedicava-os ao tai-chi, a única disciplina que lhe permitia manter o equilíbrio emocional em tão esgotante actividade. Mas sem dúvida o sacrifício tinha valido a pena. S. julgava ter descoberto uma pérola e não se cansava de repeti-lo. Por isso foi elogiando uma a uma as virtudes do andar: a altura dos seus tectos, como estavam bem orientadas as janelas e a boa qualidade das madeiras, até repetir com ênfase aquela história de que «tão perfeitas e diminutas dimensões» eram ideais para o seu cliente. N. não se deteve para ouvir quem podia ser esse cliente para o qual duzentos e cinquenta metros quadrados na Rua A. se demonstravam «umas diminutas dimensões», tanto lhe fazia.”
Pergunta-se: Este texto foi escrito por um homem ou por uma mulher? Fundamente a sua resposta. O nome do(a) autor(a) será divulgado logo que haja respostas suficientes para que este desafio tenha algum interesse. E, para que tenha realmente interesse, por favor evite a batota. Isto não é um concurso de erudição nem o objectivo é identificar os autores. O que realmente se pretende é discutir se existe ou não uma escrita literária sexuada, ainda que as amostras que aqui apresento sejam, como é óbvio, necessariamente insuficientes para classificar toda a obra de um autor.
Nota: Texto traduzido.
Solução (28/8, às 14.45h): Carmen Posadas – “Pequenas Infâmias”. Desta vez as respostas tenderam a acertar, mas ainda assim não foram consensuais e houve alguns cautelosos que fugiram à aposta. O que significa, uma vez mais, que o tema não é linear. E amanhã sai a última prova cega, um passatempo de Agosto que muito gosto me deu fazer. Toca a apostar, que as probabilidades são maiores do que no euromilhões e o prémio… bem, o prémio não é quantificável. Não são os melhores?
Da minha mesa de canto vejo-o entrar aprumado, digno, ainda bonito. Foi em tempos um homem lindo e muito disputado, segundo me contaram. Já perdeu o viço, mas ainda conserva o porte de quem foi tu-cá-tu-lá com reis e cardeais. Só os olhos parecem pedir desculpa à vida, como se tivesse abusado dela de alguma forma e agora saiba já ser tarde para reparar o erro. Tudo o que traz vestido é de bom gosto e qualidade, mas não têm menos de vinte anos as calças de bom corte, o blusão cor de camelo, a camisa de linho, os mocassins engraxados a preceito que já viram muitas meias-solas. Dirige-se ao balcão e pede um café e uma água. De garrafa? A voz do criado é mecânica, está quase na hora de saída. Não, não, da torneira, obrigado. A resposta sai urgente, quase em pânico, não vá o outro enganar-se e quebrar a tampa de plástico enquanto faz a pergunta sacramental. O homem encolhe os ombros, já se habituou às poupanças dos fregueses que ainda vão aparecendo. Mais nada? Obrigado, mais nada. Não se senta, fica a vaguear por ali como se esperasse alguém. De vez em quando olha em volta, para as mesas quase desertas. Algumas não foram limpas ainda – esperam o fechar das portas – e têm em cima guardanapos amarrotados, restos de pão e copos sujos. Um casal de namorados levanta-se e sai, abraçado e alheio a tudo. Deixaram na mesa metade do que pediram, bastam-se um ao outro e de pouco mais precisam como alimento. Saem sem ver ninguém: nem a mim, nem ao meu momentâneo objecto de interesse, nem ao criado que já tira o avental e avisa a mulher, pelo telemóvel, que não tarda a chegar a casa. Já a levantar-me também, não perco de vista, embora discretamente, aquela figura literária que me faz disparar a imaginação. Alguma coisa nele me lembra uma personagem de Märai, o declínio de um príncipe é sempre fascinante. E sou a única pessoa a presenciar uma das cenas mais tristes a que assisti nos últimos tempos: o meu solitário lord olha rapidamente em volta uma vez mais (baixo os olhos quando os dele passam por mim, incapaz de sustentar-lhe o olhar amargurado) e, ainda mais depressa, a caminho da porta recolhe dentro do blusão a meia tosta e o bolo que os miúdos deixaram na mesa. O que sinto? Sinto-me morrer um bocadinho, ali mesmo.
“Nunca pensou em si como sendo mais do que um ser humano comum, que teria dado tudo para que o seu casamento durasse para sempre. Tinha-se casado com essa única expectativa. Mas em vez disso o casamento transformou-se na sua cela prisional, e assim, ao cabo de muitos pensamentos tortuosos que assaltavam a sua mente enquanto estava a trabalhar e quando devia estar a dormir, começou de forma intermitente mas obsidiante a cavar o seu túnel de evasão. Não era isso que faria um ser humano comum? Não é isso que os seres humanos comuns fazem todos os dias? Não tinha a pretensão de ser excepcional. Apenas vulnerável, frágil. E com a convicção de ter um dia direito ao perdão pelas privações a que eventualmente tivesse sujeitado os seus filhos inocentes para não viver metade do tempo em estado de perturbação mental.”
Pergunta-se: Este texto foi escrito por um homem ou por uma mulher? Fundamente a sua resposta. O nome do(a) autor(a) será divulgado logo que haja respostas suficientes para que este desafio tenha algum interesse. E, para que tenha realmente interesse, por favor evite a batota. Isto não é um concurso de erudição nem o objectivo é identificar os autores. O que realmente se pretende é discutir se existe ou não uma escrita literária sexuada, ainda que as amostras que aqui apresento sejam, como é óbvio, necessariamente insuficientes para classificar toda a obra de um autor.
Nota: Texto traduzido.
Solução: Philip Roth – “Todo-o-Mundo”. Escritor homem, personagem homem. E esta, hein? (como diria o saudoso Fernando Pessa) Volta a não haver nem sombra de consenso, o que dá mais alguns pontos à minha teoria… ganho novo ânimo, caríssimos comentadores. Amanhã sai o próximo teste (por confusão minha saíu hoje, mas os comentários já feitos não vão perder-se). Até amanhã e não desanimem!
“Eu, que não consigo definir-me como de esquerda nem de direita, acho que a esquerda é fundamental para denunciar quem explora os trabalhadores, e a direita para lhes dar emprego.”
Ora aqui está uma frase que eu subscrevo. Gostei, Gi.