Aposto que os arautos do bota-abaixismo vão descobrir imeeeeensos contras nestas medidas. E aposto que são os mesmos que gritavam que é preciso emagrecer o Estado. A coerência não é para todos, e há que ter sempre umas pedras de reserva para atirar.
E agora?
Ana Vidal,

Só ainda não sei o que vão fazer aos 1712 cargos dirigentes, isto é, 1712 pessoas. Vão para a rua (não é possível como se sabe)? Vão para outros lugares? Vão para a reforma?
O que se sabe é que vão continuar a custar-me dinheiro.
Passos, vê lá se tiras um coelho da cartola. Senão tenho que te chamar palhaço (outra vez).
Percebi, Joana: você não quer um primeiro-ministro, quer um mágico que faça desaparecer problemas… e pessoas.
Será desta? Ou vamos ter mais como as direcções regionais de educação cuja extinção foi anunciada no mesmo dia em que o ministro nomeou os novos dirigentes das mesmas?
Como S. Tomé.
Somos um país de Sãos Tomés. Admira-me como, sem saber o que íamos encontrar pela frente, construímos em tempos o mapa do mundo.
Ele há sempre gente com uma pedra escondida na mão e, na ausência de argumentos (contra factos!), assobia para o lado de ressabiamento.
Então não é que eles cortaram mesmo?Bolas!Ora… deixa cá ver… e que tal se agora lhes atirarmos à cara que extinguiram os cargos mas existem as pessoas(aquelas da má encenação de Braga)?Boa malha, pensam eles!
Na realidade deixei de pasmar com esta gentinha pré, pós e pró socrática.Não tenho pachorra!!!
É o velhinho “preso por ter cão, preso por não ter”. Sempre será assim, Renda de Bilros.
Os mesmos que exigiam “cortes, cortes”, inflamam-se agora contra os “cortes cegos” e exigem “análise aprofundada”. Ouvi um deles proclamar hoje: «Os cortes têm que ser feitos com critério.»
Nada que nos surpreenda afinal.
São sempre os mesmos, fazem é muito barulho.
Já começaram as críticas, pois a nossa esquerda é tão ingénua que só agora se deu conta que cortes na despesa significam pura e simplesmente mais desemprego.
Omoletes sem ovos é que nunca se viu, André.
O caminho é relativamente claro, doloroso que seja. Mas o Portugal de hoje é doloroso para todos. Depois de um PRACE tão acidentado e tão pouco isento nas suas escolhas, acredito que o PREMAC tenha condições para cortar bem. E dê condições à administração pública para trabalhar com eficiência, libertando-a do sufoco regulamentador em que (sobre)vive: isso não custa dinheiro e solta energia criadora. Vulgo: dêem-lhe meios para atingir os fins.
Não há como fugir, Laura, é respirar fundo e fazer com que dure o menos possível.
Peanuts!
E foram os últimos:
“Pedro Passos Coelho voltou a sublinhar que o financiamento da redução da TSU, ou seja, as compensações das perdas sofridas pela previdência social com a descida da taxa, “só poderá vir da reestruturação do IVA”, porque do lado da despesa “não são possíveis mais cortes adicionais”. “
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/por tugal2011/article755877.ece
Pois é preciso manter a clientela.
Os últimos? Ora leia aqui:
http://www.ionline.pt/conteudo/149771-g overno-corta-quase-4-mil-milhoes-ao-esta do-em-2012
Então Passos já falava em cortes que ainda não foram feitos?