Uma história de vida comovente, a destes Romeu e Julieta da Guarda que não desistem do seu amor nem mesmo sessenta anos depois. Primeiro os pais dela, depois os filhos, alguém os impediu sempre de estarem juntos e de viverem a vida como a sonharam. Apesar de tudo, as linhas que traçaram o drama ainda estão bem evidentes: a beleza dela, o brilho nos olhos dele.
Para meditarmos até que ponto temos o direito de interferir na vida dos outros.

Os clássicos são clássicos por causa disso: estão sempre a acontecer.
É verdade, Ivone. Mas eu fico a torcer para que este caso não acabe tão mal. Acho que eles já merecem um final feliz.
apesar de vários sinais contrários, o amor é um resistente, Ana. 🙂
este caso parece uma ficção. que bom ser verdade.
Parece a história do Garcia Marquez, não é? Lembrei-me dela quando vi esta peça. O amor é a maior de todas as causas, Luís.
Penso muitas vezes nisso, Ana e acho cada vez mais que não temos esse direito. Também fico a torcer que corra tudo bem e que os filhos tenham a sensatez de os deixar em paz.
Também acho que não temos esse direito, por muito que acreditemos que estamos a fazer o melhor. A vida de cada um deve ser uma escolha sua, não dos outros.
Pode não ser fácil mas tem de haver respeito pelas opções do Outro.
Socialistas e Tribalistas – há mais semelhanças que diferenças entre os dois – encontram sempre justificação para interferir na vida dos outros.
A coisa é mais vasta do que isso, Lucklucky.