Não há coincidências. Aquilo a que costumamos chamar coincidência é outra coisa qualquer, nem sempre captável pelo nosso entendimento ou pelos nossos sentidos.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Não há coincidências. Aquilo a que costumamos chamar coincidência é outra coisa qualquer, nem sempre captável pelo nosso entendimento ou pelos nossos sentidos.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana

João André: «A verdade é que a vitória contra a Hungria não terá sido boa para Portugal. Não pela vitória, mas pelos números. Deram demasiada sensação de segurança. O facto de as substituições terem ajudado pode ter dado a sensação que a estratégia foi adequada e que deveria ser repetida. Contra a Alemanha correu mal. Portugal jogou o seu estilo de sempre e os alemães também. Nessas condições os vitoriosos são aqueles que repetem a estratégia mais bem sucedida. Aquela anunciada num telegrama alemão em 1886.»
It Won’t Burn, Country Joe McDonald
(Álbum: Love is a Fire, 1976)

«O acordo ortográfico foi uma palermice em que Portugal derrapou sozinho. Os outros países acabaram por não o seguir. Só foi Portugal a mudar a sua ortografia e a abater a etimologia das palavras a eito, uma coisa que foi mais negociada no parlamento do que entre linguistas e escritores.»
Ana Bárbara Pedrosa, esta noite, na SIC Notícias
É um dos autores que leio há mais tempo na blogosfera. Gosto daquele tom tranquilo, atento e culto. Gosto daquela escrita serena sem perder acutilância. Gosto das leituras que vai partilhando connosco. Gosto do seu olhar abrangente, sem deixar de ser fiel à raiz almadense – que tanto me diz também.
Falo do Luís Milheiro e do seu Largo da Memória. Nosso blogue da semana.
A sério que o nosso Governo tem ministros jeitosos:
O da Educação veio trazer serenidade a um sector onde a escola era um lugar de engenharia social de esquerda, os problemas sobretudo os dos sindicatos e o berreiro permanente o ordinário da missa. O último ministro do consulado costista, apropriadamente chamado Costa, não andava longe de considerar que juntamente com o primeiro cartão de cidadão deveria ser entregue um diploma universitário, medida revolucionária que entendia só não ser de subscrever porque não se poderia confiar nos pais para fazerem escolhas acertadas, e presidia com desenvoltura à balbúrdia.
O das Finanças tem ar de Manelito (da serie Mafalda, de Quino) e, provavelmente, feitio a condizer. Pode-se contar com ele para não deixar derrapar as contas, por muito que lhe atirem cascas de banana para o caminho, sob a forma de compra de votos e popularidade com despesa pública, e não parece que seja adepto da doutrina Centeno: aprovamos um orçamento generoso, executamos outro, o primeiro para propaganda e o segundo porque as instâncias europeias obrigam, durante os dois atroando pelos telhados a ideia da imensa superioridade do Ronaldo das finanças.
A do Trabalho andou nove meses a negociar na Concertação Social, sem conseguir acordo, novas leis laborais. Não conseguir acordo das centrais sindicais é um excelente indicador da bondade da legislação; e a antipatia da comunicação social dá sinal de a direcção ser a correcta. Claro que, desde que tropeçou na rejeição, deveria ter remetido a concertação (uma excrecência nórdica onde há uns senhores que fingem que representam os trabalhadores e outros que fingem que representam os patrões), para a irrelevância – a Constituição obriga-me a consultar-vos mas se é só isso que têm para dizer, pronto, pronto, já ouvi mas agora vou ali reformar que não estou no ramo do faz-de-conta. A nova legislação, apesar de tudo, vai ser, provavelmente, aprovada um destes dias, numa versão edulcorada da edulcoração original.
O da Defesa saiu lebre por gato: Ninguém dava nada por ele mas tem feito um bom trabalho com pouca conversa. Faz muito bem, que sempre que abre a boca cai-lhe a comunicação social em cima.
De quase todos os outros não falo senão para dizer que aparentemente existem, incluindo os daquelas pastas que deveriam ser extintas, como a da Economia, ou da Cultura, Juventude e Desporto mais o Ambiente e Energia – tudo departamentos que deveriam ser degradados para secretarias de Estado, cortando-se-lhes severamente de caminho o cabelo das competências e atribuições.
Há todavia o da Reforma do Estado. E aqui temos realmente a burra nas couves porque uma reforma genuína implicaria necessariamente a diminuição do peso do Estado na economia e nas esquinas da vida dos cidadãos. Não vale a pena fazer comparações a este propósito com outros países europeus, mormente os mais desenvolvidos, porque o peso da mochila do Estado (entre muitos outros factores) determina o ritmo de crescimento, e portanto se o País se quer livrar da pecha tradicional do subdesenvolvimento relativo deve aliviar aquele peso mais do que os outros.
Sucede que o ministro Matias, logo no princípio do exercício do seu múnus, declarou que “a reforma do Estado não é para fazer cortes, é para garantir o crescimento económico”.
Ah sim, não é para fazer cortes? Quer dizer que uma repartição que funciona, por exemplo, com prazos de satisfação de requerimentos muito alargados vai, fruto das reformas de índole informática (é só dessas que fala o ministro), passar a responder tempestivamente. E normalizado o movimento, e partindo do pressuposto que o volume de solicitações é o mesmo, o tempo sobrante é para quê? Esse segredo não é divulgado mas podemos suspeitar que temos à porta a semana de quatro dias ou então um aumento desmesurado no consumo de bebidas espirituosas no bar do serviço. Espera-se, claro, que as bebidas corram por conta dos funcionários porque tudo o mais corre por conta dos mesmos de sempre, isto é, os contribuintes.
No artigo acima linkado leem-se coisas extraordinárias:
“Tudo isto passa por uma ideia fundamental que até parece muito simplista, que é pôr os cidadãos e as empresas no centro da ação do Estado”. No centro, Matias, man?! De intervenções do Estado há demasia, o que seria sadio seria precisamente o oposto, isto é, os cidadãos e as empresas ganharem distância (através de eliminação de inúmeras obrigações declarativas ou de autorizações e licenciamentos, por exemplo).
A seguir explica-se que o que fica no centro são coisas generosas como, por exemplo, reduzir os casos em que é necessário visto prévio do Tribunal de Contas. Por mim nada a opor se os mecanismos de fiscalização sucessiva estiverem assegurados. Mas peço licença para lembrar que do que aqui estamos a falar é da aceleração da despesa pública. Óptima notícia para empresas fornecedoras do Estado e só essas – lá está ele no centro, é perseguição.
Vem a seguir a mudança de mentalidades, um clássico. Nas várias décadas em que dirigi algumas empresas industriais resisti, às vezes com dificuldade, a tentativas de me mudarem a mentalidade. Excelente posição, a minha, recomendo: políticos inspirados e visionários o melhor é ignorar porque governo sim governo não aparece um iluminado que torra milhões para impor o seu particular conjunto de crenças que vão finalmente acabar com o nosso atraso atávico. O último espécime desta variedade foi o ministro António Costa Silva, que evidentemente acreditava nas coisas que dizia.
O resto da entrevista é lero-lero, deve haver quem leia até ao fim. Mas como já passou mais de um ano desde a tomada de posse fui pesquisar o que, de reforma, tem sido feito. Foi muito, é impressionante, quase tanto como o facto de não se notar nos resultados coisa alguma. Que foi?
Projecto Licenciar: Criação de uma plataforma agregadora e centralizada destinada ao licenciamento urbanístico, ambiental e industrial.
Optimo. Mas estes licenciamentos, em si, foram aliviados de que forma? Nenhuma? Ah bom, dito assim parece que cidadãos e empresas, neste particular, ficam no centro do Estado. Confere.
Lei da Interoperabilidade: Promoção de regras para o diálogo eletrónico e partilha automática de dados entre diferentes organismos públicos e municípios.
Já sabemos, é aquela coisa de os serviços não poderem pedir documentos que já estejam na posse de outros serviços, disposição que existe há muito e que há muito não é cumprida. Que se faz ao funcionário que exige, contra legem, documentos? Nada? E que se faz ao serviço que pede documentos a outro serviço que não responde de todo, ou que não o faz tempestivamente? Nada?
Reforma do Código dos Contratos Públicos: Alterações nos procedimentos de contratação para acelerar decisões e investimentos públicos.
Sim sim, já referido acima. Boas notícias para fornecedores. Dos quais se espera que tenham um óptimo fundo de maneio porque como o Estado não cumpre prazos de pagamento a aceleração de investimentos, a um observador desprevenido, ou prevenido, pode ser uma aceleração de calotes.
Códigos de Processo: Atualização do Código de Procedimento Administrativo e do Código de Processo dos Tribunais Administr.ativos e Fiscais para dar maior agilidade jurídica ao Estado.
Ahahah, o ministro Gonçalo Matias vai pôr os tribunais administrativos a funcionar. Há provisões para as inúmeras reclamações fiscais contra o Estado para montantes de muitos milhões de Euros? E onde inúmeros ministros da Justiça falharam, e magistrados, funcionários, advogados, abundam em opiniões contraditórias, todas se resumindo à reclamação de mais pessoas, meios, investimentos e, eventualmente, reduções de direitos do cidadão, descobriu-se agora a pólvora, a golpes de computadores e IA? Nessas dignas Casas da Justiça não se cessa, neste momento, de gargalhar.
Competitividade económica: Defesa pública de que a eficiência institucional e a previsibilidade do Estado são pilares cruciais para a atratividade económica, superando o foco exclusivo na fiscalidade.
Antevê-se para esta medida um grande sucesso porque a receptividade ao argumento “vamos-vos esmifrar mas garantimos que tudo o que funciona mal não vai funcionar pior” talvez não seja muito grande mas as eventuais relutâncias serão decerto vencidas com discursos ministeriais extremamente convincentes.
Transformação institucional: Alertas em conferências sobre a urgência de as democracias modernizarem o setor público para não perderem a confiança dos cidadãos.
Antes da pausa para o café. Depois não haverá ninguém.
Este esquisso é o que passa por reforma do Estado. E como são precisas doses industriais de ingenuidade para acreditar neste conjunto de piedades cabe perguntar se num governo maioritário (que não existe porque se prefere agradar a todos, que é a forma segura de, por não ferir interesses, desagradar, a prazo, à maioria) não seria possível, neste mar de computadores e milhões a enterrar em IA, fazer obra mais escorreita.
Um carro velho e desconjuntado pode-se pintar, substituir-lhe os pneus, rectificar o motor, reparar os estofos, verificar os travões e suspensão. No fim, ter-se-á pago uma fortuna ficando com o mesmo charêlo.

«Não somos nós que lemos os livros, mas os livros que nos lêem a nós.»
Javier Cercas, O Louco de Deus no Fim do Mundo (2025), p. 343
Porto Editora, 2025. Tradução de Helena Pitta

Maria Dulce Fernandes: «Com os sucessivos confinamentos e limitações, a liberdade de poder percorrer o país, voar para fora e planear viagens, ficou na prateleira à espera de melhores dias.»
Paulo Sousa: «Que destino de emigração recomendariam a um jovem que não tenha medo de trabalhar?»
Eu: «Devem andar a brincar connosco, numa espécie de jogo do esconde-esconde que acaba de impor uma “cerca sanitária” de sexta a segunda em toda a Área Metropolitana de Lisboa, onde reside quase um terço da população do País. Depois de todas as garantias que nos transmitiram, ponderam agora fechar todo o País novamente? E como?»
Weekend in New England, Barry Manilow
(Álbum: This One’s For You, 1976)

Segundo o El País, o regime cubano aprovou a sua maior reforma em décadas. O futuro sistema bancário será privado, o mercado cambial respeitará a normal oferta e procura da economia de mercado, os subsídios terminarão, as empresas públicas que não resistam à desvalorização serão liquidadas e o igualitarismo comunista será enterrado.
Estes são passos muito importantes e cheios de significado. A economia planificada já causou demasiada miséria no mundo e estas reformas abrirão a porta ao derrube de uma das últimas cortinas de ferro, e esta bem ferrugenta.
Faltam ainda as liberdades políticas. A prosperidade económica verifica-se quando a concorrência económica está associada à concorrência política. O sistema de partido único, tão apreciado pelos tiranos, tem igualmente de acabar.
Todos os amantes da liberdade devem celebrar a festejar. É o princípio do fim de mais uma vergonhosa ditadura. Libertem os presos políticos! Ditadura nunca mais!
Amor é fogo que arde sem se ver, Xornas
(EP: 1578 Camões Revisitado, 2023)
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

Ericeira, Junho de 2026
«Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!»
(Versos de estrofe não cantada do hino nacional)

Giulia Enders

Paulo Sousa: «Usar sapatos, botas, sapatilhas, barbatanas, socas ou andar descalço, é apenas potencialmente perigoso ou dá direito a contra-ordenação?»
Eu: «Por estes dias disputa-se o Euro-2021. Maquilhado de Euro-2020, num dos mais chocantes atentados ao rigor informativo de que há memória. Em 2020, como ninguém ignora, o desporto foi posto à margem. Não houve Europeu nem Jogos Olímpicos, tudo ficou adiado para este ano. Mandaria o amor à verdade que este dado factual não fosse varrido para debaixo do tapete. Estranhamente, porém, ouvimos a todo o momento alusões a um “Euro-2020” que jamais existiu. Nos mesmos órgãos de informação que se proclamam paladinos da luta contra a desinformação.»
A Noiva da Cidade, Chico Buarque
(Álbum: Meus Caros Amigos, 1976)

Há mais de quatro anos que o major-general Agostinho Costa insulta não apenas o Presidente Zelenski, mas todo o povo ucraniano – alvo de atrocidades por parte da Federação Russa, ininterruptamente, desde Fevereiro de 2022.
Mais do que isto: insulta também a inteligência dos espectadores da CNN Portugal, onde tem lugar cativo.
Insulta ao entoar hossanas ao ditador russo, ecoando no canal português a mais sabuja propaganda do Kremlin. Desde o primeiro dia da invasão, com declarações infames sobre Zelenski, totalmente divorciadas da realidade. Anunciando “conquistas” que nunca se concretizaram. E procurando lançar lama sobre os resistentes à agressão russa, determinados a não se vergar ao invasor em confrontos que já se prolongam há mais tempo do que os 1569 dias de duração da I Guerra Mundial, entre 1914 e 1918.
Péssimo estratego, Putin enganou-se redondamente ao supor que conseguiria ocupar Kiev, derrubar o legítimo Governo da Ucrânia e assassinar Zelenski em duas semanas.
Em cega obediência ao déspota moscovita, Costa prossegue fiel à cartilha que tristemente o celebrizou. A 28 de Fevereiro de 2022 – escassos quatro dias após a invasão russa, quando ainda lhe davam palco na SIC Notícias, atreveu-se a bolçar esta infâmia, jamais confirmada: «Estou convencido que o senhor Zelenski já não está lá [em Kiev]. Senão a gente via-o na rua. Já não está lá. Está certamente em Lviv.»
Em Setembro de 2024, já no canal televisivo que depois o acolheu a tempo inteiro (e que, com ele em antena, mais parece réplica tuga da RT), imaginava «cogumelos nucleares» em cidades norte-americanas. E proclamava, com indisfarçável ódio aos ucranianos que ousaram sair em defesa da soberania e da integridade territorial do seu país: «No Donbass a situação é catastrófica para as forças ucranianas. Neste momento a Ucrânia está numa situação de emergência. O risco neste momento não é se a Ucrânia vai perder – é quando a Ucrânia vai perder, como vai perder e onde é que param os russos.»
Dois anos depois, como é óbvio, nada disto se confirmou. O que deve ter acentuado a raiva do comentador, que anteontem bateu um recorde pessoal de indignidade ao comparar Zelenski a Hitler. Anotei as palavras dele: «O Führer, quando estava no búnquer, também dizia que estava a ganhar a guerra. Zelenski há-de dizer que ganha a guerra até ao último dos seus dias como presidente.»
Linguagem totalmente inaceitável. Pela infâmia. E pela gritante distorção dos factos: quem invadiu um país vizinho e vive num búnquer é Putin.
O limite da decência foi de tal modo ultrapassado que a jornalista responsável pela condução daquele espaço informativo, com elegância mas firmeza, pôs de imediato fim ao tempo de antena do major-general.
O ódio até pode aumentar audiências, mas há um limite moral para tudo.

Paulo Sousa: «O aumento da escolaridade obrigatória, que na essência e na intenção é uma medida positiva, acabou por inviabilizar o trabalho juvenil durante as férias escolares. Este tipo de trabalho foi durante muitos anos, e noutras paragens continua a ser, a forma de fazer um pé-de-meia para uma compra acima dos limites da mesada ou até como recurso de apoio às finanças familiares. O benefício desta prática legalmente extinta, alargava-se também às empresas, que conseguiam assim colmatar os normais transtornos que as férias de empregados causam às suas rotinas.»
Sérgio de Almeida Correia: «Tal como era previsível desde há um par de anos na Região Administrativa Especial de Macau, tudo se conjugava para que a situação de convivência entre os dois sistemas da República Popular da China desmoronasse. Seria apenas uma questão de tempo e de retórica.»
Sweet Music Man, Anne Murray
(Álbum: Keeping in Touch, 1976)

Ontem fiz rissóis de camarão. Comecei pelo recheio, sem pressa, com a calma adquirida em quatro meses de convalescença e recuperação física, que felizmente já está no bom caminho. Passei em seguida para a massa, que sovo ainda quente e deixo arrefecer durante um par de horas. Entretanto preparo os ingredientes para a confecção de um arrozinho de tomate com coentros, que é petisco que muito me apraz.
Com creme e massa arrefecidos quanto baste, é altura de abrir as hostilidades e começar a luta com o rolo da massa. É esticar até obter uma translucidez firme, centrar uma colher creme e cortar com ajuda de um aro (a minha mãe esticava a massa com uma garrafa vazia e cortava com um copo, com extraordinária mestria). Repeti o processo sessenta vezes, com alguns minutos de intervalo entre cada dúzia. Mais uma hora de frigorífico e ficaram prontos para panar. Mais um pouco de frio, e ficaram no ponto para congelar ou fritar. Fritei oito. Muito bons que estavam.
Dão trabalho? Claro, mas o que é que não dá trabalho?
E diz-me a entourage amico-familiar: “Mas porque é que não compras feito? Em AB os croquetes são muito bons! Em CD os rissóis até têm camarão! Em EF fazem uns pastéis de bacalhau de truz! Só mesmo tu para estares com esse trabalho todo.” Não é mentira o que dizem, mas nunca fui grande fã de andar a correr capelinhas e depois onde é que está o gozo de comprar comida feita? Uns frangos assados, ainda vá…
Hoje vou fritar mais uma mancheia deles. Tenho tremoços e asinhas de frango caseiras, também acabadas de fritar e vão ser acepipes de truz a ver Portugal jogar.