Já li o livro e vi o filme (194)


Pedro Correia,

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  CAROL (1952)

Autora: Patricia Highsmith

Realizador: Todd Haynes (2015)

O mais atípico e autobiográfico romance de Patricia Highsmith, escrito no auge da sua criatividade literária, é uma obra-prima da novelística norte-americana da segunda metade do século XX. A tardia adaptação ao cinema, embora competente, não dispensa a leitura – antes pelo contrário.

Já li o livro e vi o filme (193)


Pedro Correia,

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   OS DIAMANTES SÃO ETERNOS (1956)

Autor: Ian Fleming

Realizador: Guy Hamilton (1971)

Os livros de Fleming devoram-se a um ritmo tão acelerado como as películas adaptadas destas novelas: são bons para ler em aeroportos. Sempre preferi as trepidantes versões filmadas – incluindo esta, a última oficial com Sean Connery interpretando o papel do inconfundível agente 007.

Já li o livro e vi o filme (191)


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  AMOR DE PERDIÇÃO (1862)

Autor: Camilo Castelo Branco

Realizador: Manoel de Oliveira (1979)

A mais célebre novela de Camilo, centrada na trágica paixão entre dois adolescentes da nobreza provinciana da primeira década do século XIX, Teresa Albuquerque e Simão Botelho, originou uma das mais controversas longas-metragens do cineasta de Aniki-Bóbó. Entre livro e filme, prefiro ler. E reler.

Já li o livro e vi o filme (189)


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  JULES E JIM (1953)

Autor: Henri-Pierre Roché

Realizador: François Truffaut (1962)

A novela de Roché – que retratava a amizade muito especial que o autor manteve pelo escritor alemão Franz Hessel e pela sua mulher, Helen Grund – passou despercebida ao ser editada. E assim teria permanecido sem a adaptação cinematográfica de Truffaut. Eis um caso em que o filme é muito superior ao livro.

Já li o livro e vi o filme (188)


Pedro Correia,

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REFLEXOS NUNS OLHOS DE OIRO (1941)

Autora: Carson McCullers

Realizador: John Huston (1967)

Não é frequente, mas acontece: livro e filme equivalem-se. A segunda obra escrita por Carson McCullers, sobre um insólito quarteto amoroso num aquartelamento militar, teve uma soberba adaptação para cinema. Com Marlon Brando, Elizabeth Taylor, Brian Keith e Jullie Harris nos principais papéis.

Já li o livro e vi o filme (186)


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DIÁRIO DE UMA CRIADA DE QUARTO (1900)

Autor: Octave Mirbeau

Realizador: Jean Renoir (1946)

Realizador: Luis Buñuel (1964)

Implacável sátira à moral burguesa da sua época, esta obra-prima da literatura fascinou cineastas como o francês Renoir, filmando nos EUA, e o espanhol Buñuel, filmando em França. Paulette Goddard interpreta a criada no primeiro, mais poético; Jeanne Moreau no segundo, mais corrosivo.

Já li o livro e vi o filme (182)


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O ÚLTIMO TANGO EM PARIS (1973)

Autor: Robert Alley

Realizador: Bernardo Bertolucci (1972)

Um dos mais controversos filmes eróticos de todos os tempos, que levou Pauline Kael a compará-lo à Sagração da Primavera, de Stravinsky, e William Buckley a chamar-lhe “pornografia disfarçada de arte”. O livro surgiu só meses depois da estreia, com base no guião, aproveitando o sucesso comercial do filme.

Já li o livro e vi o filme (175)


Pedro Correia,

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MUTINY!: THE REAL STORY OF THE H.M.S. BOUNTY (1831)

Autor: John Barrow

Realizador: Frank Lloyd (1935)

O primeiro livro que relatou ao mundo uma visão distanciada da célebre revolta de marinheiros ocorrida em 1789 no Pacífico Sul originou várias obras de ficção literária e diversos filmes, o melhor dos quais foi este, que recebeu o Óscar.