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O PADRINHO (1969)
Autor: Mario Puzo
Realizador: Francis Ford Coppola (1972)
O filme deu sopro de épico ao mundo do crime: voou tão alto que superou o livro. Mas a copiosa obra de Puzo (700 páginas) é também uma referência no seu género. “É impossível parar de a ler”, na definição certeira do New York Times.

Eu também.
O que são cerca de 700 páginas para um viciado em letras, palavras e frases tão aditctivas que nos obrigam a voltar uma e outra vez ?
O filme é absolutamente brilhante. É daqueles que se temos a sorte de apanhar num zapping, nos deixa imediatamente presos à tela. Também volto ao filme depois das recaídas ao livro, como qualquer bom viciado na palavra escrita, principalmente quando quero um rush de endorfinas.
Raras vezes li um livro tão de rajada como este, Dulce. E já conhecia bem a história, o que não me retirou prazer à leitura.
https://www.youtube.com/watch?v=4ZxnUzRe ZzI
Ao que se diz, um episódio inspirado num caso bem real.
O PAN sabe?
O PAN perdeu a cabeça quando soube.
Muito bom Luis Robalo. Se há quem goste de frequentar bordéis e de se emborrachar, são os holandeses..
??
(Helena, este comentário não era seguramente para aqui)
Cortar o cabelo nunca mais foi a mesma coisa…
Houve algum excesso de zelo quando lhe foram aparar a crina.
A quem interessar: odfather200903
http://www.vanityfair.com/news/2009/03/g