Emigração portuguesa sobe 85% em 2011. Maravilha. Quanto menos portugueses melhor.
Sucessos do programa de ajustamento (4)
cronicasnofeminino,
Emigração portuguesa sobe 85% em 2011. Maravilha. Quanto menos portugueses melhor.
O belíssimo relatório do FMI, recebido com um sorriso acolhedor por um tal de Carlos Moedas e aclamado como um bom relatório pelo roedor-mor, baseia-se afinal em pressupostos errados, diz agora o Ministro Mota Soares. Vejam se se entendam antes que tenhamos fugido todos a esta cambada e não tenham mais ninguém a quem extorquir euros e pagar a crise ou o empréstimo ou seja lá o que for em que empregam o que nos sacam.
Presidente da Câmara de Palmela vai reformar-se aos 47 anos. E depois vêm pedir-nos sacríficios. O raio que os parta.
Deve ter sido por acabar de ver o nosso menino d’ ouro agorinha na televisão à minha frente e contagiada pela falta de modéstia do jovem narciso mais o belo par de pernas que a D. Dolores lhe deu, abençoada mãezinha. Neste país há muito que a vergonha se foi e também eu, adaptando uma das citações mais famosas da História, quero ter os meus cinco minutos de sem vergonha. Venho por este meio, despudorada e descaradamente, informar que aqui o nosso delicioso Delito foi nomeado pelo Aventar para blogue do ano. Não se acanhem, amigos e comentadores, ide lá e colocai a cruzinha. E agora, vou-me, acabei de esgotar a minha quota de pedinchice desavergonhada.
Pior que o casaquinho àphosgasse é este português completamente esphoguido da Lusa, da SICNotícias ou lá de quem é.
Um agradecimento ao António Eça de Queiroz que me deu a conhecer esta pérola no Facebook.
Crise? Qual crise? Miguel Relvas, Dias Loureiro e José Luís Arnaut em férias de luxo no Rio de Janeiro. No Verão tiveram que gramar com os algarves mas o período de carência passou entretanto. Viva 2012 que tanto jeito deu a alguns.
Um dos problemas do Sócrates, e eram alguns, era a sua arrogância. Ficou bem claro quando se aventurou numa língua que não era a sua e expôs ao mundo a incapacidade em comunicar em inglês e posteriormente em castelhano. Tendo tradutores/intérpretes ao seu dispor ter-nos-ia poupado a todos o vexame de ver o seu inqualificável discurso escarrapachado na página oficial da Casa Branca e, uma vez público este episódio de má memória, poderia ter-se calado. Poderia ter admitido que era um incapaz no que se refere a línguas estrangeiras e não reincidir. Como se sabe, era rapaz de convicções fortes também na asneira e humildade era uma entrada vazia no seu dicionário privado, como tal brindou-nos com aquele belo telefonema ao seu querido e charmosíssimo Zapatero num portunhol manhoso mas sempre com ar convicto de galo fanfarrão. Nunca perder a face. Sócrates fazia-o muito bem. Ido o Sócrates o mundo respirou até uma coisa que foi eleita pelos portugueses para defender o povo da austeridade porque”o último pacote de austeridade não iria potenciar o crescimento mas impor sacrifícios inaceitáveis aos membros mais vulneráveis da sociedade. Eram demasiados impostos e uma redução de despesa insuficiente” ter-se dado ar de moderno e ter começado a usar o Facebook para comunicar com os seus súbditos. Passou a assinar Pedro, Pedro e Laura, e diz que “muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram e que “já nos sentámos em mesas em que a comida esticava para chegar a todos”. Tamanha indigência linguística devia ser punida. Ao Sócrates ainda podiam valer os tradutores e intérpretes. A quem escreve assim na sua própria língua e que concomitantemente tem nas mãos os desígnios do país nada poderá valer. É tão hábil a dirigir o país como a escrever português. Que nos acudam os deuses e nos salvam destas coisas que ocupam as cadeiras do poder. Estamos fartos.
1454 ‘amiguinhos’ receberam subsídio de férias ao contrário do comum dos portugueses que têm o infortúnio, nos dias que correm, de trabalhar para ‘isso’ chamado Estado. Quem tem amigos tem tudo, nomeadamente subsídios.
Actualização: O governo nega que tal tenha acontecido.
Presumo que sejamos todos belos, esbeltos, magros, sem rugas, jovens e um primor na vestimenta, o supra-sumo do bom gosto. Podem acusar a Merkel de quase tudo, agora este exagero na aparência dela é muito triste. A política não é um concurso de beleza, senão o Passos Coelho não teria aquele cabelo ralo nem o Gaspar aquele semblante de Mr. Bean.
As mulheres choram? Choram. As mulheres choram. Excepto neste blogue. Não há choradeiras. Há textos fortes de mulher sobre os quais recaiu a minha escolha de blogue da semana. Ide lá a correr, vá. Uma prosa destas não se pode perder. Apresento-vos Uma Mulher não chora.
O ar é mais puro, o ritmo é outro, posso comprar batatas, limões e ovos orgânicos produzidos num quintal aqui perto e posso, com muita felicidade minha, não ver o video sobre Portugal exibido nos painéis de Lisboa na segunda-feira, amanhã mesmo. Adoro a minha vida de aldeã nestas alturas. E agora um pedido: até terça-feira mantenham-se quietos e caladinhos e deixem se de ideias e de fazer mais videos para a Merkel. Já chega, sim?
Se é para dizer aos alemães que trabalhamos mais horas que eles, dou graças por não ter sido autorizado o filme/video/clip na Praça Sony em Berlim. Chega de ridículo.
Editado: o filme pode ser visto aqui.
Querida Isabelinha, estou a pensar fazer bifes para o almoço mas não sei se não estarei a viver acima das possibilidades. Deverei fazer antes umas bifanas fora do prazo ou será preferível contentar-me com os couratos do suíno? Grata pela atenção.