32 comentários em “Os ‘boys’ e os outros”

  1. Leonor: o ou os patrões fazem o que querem com o seu dinheiro, ninguém tem nada a haver com isso.
    Olhe que ainda a chamam invejosa.

    1. Os patrões? Estamos a falar do Estado, não propriamente de uma empresa privada em que o patrão, como lhe chama, decide o que faz. Trata-se de uma situação sobejamente conhecida e perante a qual foi afirmado que não haveria excepções. O que chama de inveja eu chamo de equidade. Que façamos todos os mesmos sacrifícios ou que não os façamos então, mas sem excepções.

      1. Falava do Estado?! Nem me tinha apercebido. O primeiro comentário faz todo o sentido.
        Equidade, a sério, você acredita nisso?
        E que tal, austeridade, ou, austero, ou, faz o que eu mando e não o que eu faço.
        É verdade, a vida as vezes é bem tramada.

        1. Claro que falava do Estado, obviamente que falava do Estado. Se seguir o link consegue aceder à notícia. Infelizmente acredito nas más intenções deste governo, nisso acredito.

          1. Estava a ser irónico e um bocado sarcástico, sabe porquê?
            -Porque o link é repugnante, mas já não me surpreende.

          2. talvez não me fiz entender, queria dizer: a noticia é repugnante. (isto hoje não esta fácil, creio que estou cansado)

          3. Não ligo muito a essas coisas mas mesmo assim conseguem ser mais credíveis que por ex: políticos e afins.

  2. gostaria de saber era a opinião daqueles que há anos escrevem textos em blogues a defender alegados valores e agora andam calados, enquanto mamam dos subsídios. coerência e ética não é com eles…

  3. Aos anónimos e outros que por aí andam: todos os comentários com linguagem imprópria e/ou ofensas não são aprovados. Repugnante é esconderem-se atrás do anonimato, isso é que é repugnante. Ponto. Ide pregar para outra freguesia.

    1. Essa generalização dos anónimos é que está mal, sinto-me discriminado. Eu não sou anónimo desconhecido por opção, sou anónimo porque ninguém me conhece, não tenho culpa.

  4. L.B . Se um “opinion maker” como o Pacheco Pereira não percebe a diferença entre um “sindicato” de funcionários públicos e um sindicato de empregados em empresas privadas …
    Se o próprio Tribunal Constitucional também não percebe a diferença, abismal, entre actividade sindical numa economia privada e actividade “sindical” “contra” um patrão chamado Estado …

    (Reivindicar aumentos e/ou regalias ao “patrão” Estado é aumentar impostos aos contribuintes empregados na economia privada. O “Estado” até gosta. É tudo campanha eleitoral. Perguntem ao “vencedor” Obama).

    Aceitemos, com comiseração e paciência, esta feliz virtuosa ignorância, ou demagogia?.
    Claro que esta “economia” vai ter um triste fim, para muitos. Mas, para compensar, sempre há quem esteja cada vez melhor…

  5. A “notícia” já foi desmentida pelo gabinete do primeiro-ministro, Leonor. Cito: “Após a entrada em vigor da Lei do Orçamento do Estado de 2012, nenhum elemento de gabinetes de membros do Governo ou trabalhador da administração pública com remuneração base superior a 1100 euros [brutos] recebeu subsídio de férias relativo ao em curso”.

    1. http://twitpic.com/aoaw65/full

      Não havendo efeitos retroactivos, as férias de 2012 teriam de ser pagas a todos. mesmo aquelas que se vencessem apenas a 1 de janeiro deste ano. assim, ao pagarem apenas a alguns, existe uma desigualdade, um tratamento diferenciado. e é também por isto que o TC chumbou o corte… este argumento não procede, portanto. tanto que os despachos publicados em diário de república não falam em subsídios mas em “compensações” ou “abonos”, a pagar em junho e em novembro, de valor igual ao vencimento (um eufemismo para subsídios e uma forma de contornar a lei e poder pagá-los aos assessores).

      basta de tentar enganar-nos. não somos todos estúpidos.

    2. Valerá a pena então acrescentar que os cortes de que todos fomos alvo em 2012 se reportavam a direito a férias adquirido em 2011, essa conversa é para encanar a perna à rã.

  6. Repito:

    Era bom que os jornalistas que publicam estas notícias, as pessoas que as publicitam e os partidos políticos que delas se aproveitam abusivamente (está melhor?), estudassem o conteúdo das mesmas.

    Não houve boys a ser tratados de maneira diferente dos restantes funcionários públicos. As pessoas que entraram na função pública em 2011 (boys ou não boys), têm direito a subsídio de férias como todos os funcionários públicos tiverm. A diferença é que a maioria dos funcionários públicos gozou as férias durante o ano de 2011, e os restantes, como só se vence o direito a férias seis meses depois do início da relação laboral, só puderam gozar as férias depois, alguns deles já em 2012. Ora, como a regra é que o subsídio de férias deve ser pago antes das férias, houve pessoas que, relativamente ao trabalho de 2011, apenas tiveram direito ao subsídio de 2012 (repito, boys ou não boys).

    Não há excepção nenhuma, se não lhes tivessem pago o subsídio do tempo que eles trabalharam em 2011 é que os estavam a tratar de maneira diferentes dos restantes funcionários públicos.

    Em 1 de Janeiro de 2012 venceram-se mais 22 dias de férias. Relativamente a estes dias, tal como os restantes funcionários públicos, também eles (os tais boys) não receberam subsídio.

    Repito, a fogueira já está muito ateada, tentem perceber as coisas antes de as publicar / espalhar…

    P.s., um mea culpa em relação ao meu comentário anterior, a culpa (passo a redundância) não será da blogger que apenas leu a notícia, será da irresponsabilidade do jornalista que a publicou e dos partidos políticos que, sabendo (ou devendo saber) da realidade dos factos, se tentam dela aproveita…

  7. Então e os funcionários que trabalharam anos a fio e não receberam o subsidio? E que dizer dos reformados que também não receberam ? E porque receberam no Banco de Portugal e CGD? Equidade? onde?

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