O belíssimo relatório do FMI, recebido com um sorriso acolhedor por um tal de Carlos Moedas e aclamado como um bom relatório pelo roedor-mor, baseia-se afinal em pressupostos errados, diz agora o Ministro Mota Soares. Vejam se se entendam antes que tenhamos fugido todos a esta cambada e não tenham mais ninguém a quem extorquir euros e pagar a crise ou o empréstimo ou seja lá o que for em que empregam o que nos sacam.
Um governo de tolos
cronicasnofeminino,

They live*, you sleep, obey, consume: money is your god. 013/01/12/they-live-you-sleep-obey-consu me-money-is-your-god/
http://umjardimnodeserto.wordpress.com/2
Esqueci-me de referir no comentário anterior que apreciei muito a designação “roedor-mor”.
Tenho de me socorrer de epítetos menos agressivos porque o que me passa pela cabeça não é ‘roedor-mor’.
mas ainda há quem os defenda, esta rapaziada que não faz a mínima ideia do que faz e que tirou cursos à pressa, à base de amizades e equivalências e trocas de favores e tal…
Também me surpreende a capacidade de defender o indefensável mas continuo a achar que os sacrifícios não são partilhados por todos. Talvez com o recibo no final deste mês entendam finalmente o saque violento a que estamos sujeitos.
Não percebo…um relatório que diz para cortar em vez de de fazer mais saque?
E depois no fim protesta o saque?
Um dos problemas do relatório pela parte que me toca e pelo que sei é que se baseia em dados ultrapassados. Despedir pessoas cegamente vai dar no que tem dado. Os resultados estão à vista. Quanto ao resto, nem vale a pena ‘falar’ consigo, já sei que tudo o que seja para desbaratar as pessoas é consigo, as pessoas interessam-lhe muito pouco, interessa-lhe mais essa febre redutora de tudo e todos.
“Despedir pessoas cegamente vai dar no que tem dado.”
O que é que tem dado?
E despedir pessoas sem ser “cegamente”?
Só se verá resultados daqui a anos e se as pessoas mudarem.
Julga que o famoso “desperdício” é o quê? papel de impressora e sabonetes das repartições publicas?
Não, são empregos. E não só públicos – E para começar o papel de impressora e os sabonetes são compras- ou seja empregos.
Um país muito menos burocrata quer dizer que manda milhares de burocratas para o desemprego.
Um pais com muito menos regras e muitos menos leis contraditórias quer dizer que há menos necessidade de advogados, de assessores, pareceres, litigação, consultores etc…
Um sistema de impostos simplificado elimina milhares de empregos burocratas- públicos e privados.
Terão de aprender a fazer outra coisa.
“já sei que tudo o que seja para desbaratar as pessoas é consigo”
Você é que está interessada em desbaratar o país com a sua falta de lógica. Quer tudo e o seu contrário.
Quer melhorar o país sem o mudar. Que tudo fique na mesma.
Pela Lógica não pode.
E quem paga o desemprego? Ou os 16% actuais são uma invenção da comunicação social? Além da miséria que representa quem o atinge não serão uma sobrecarga no sistema de protecção social? Não basta despedir, há que criar condições para uma requalificação e uma reestruturação do mercado de trabalho. Já nem comento a continuação da qualidade dos serviços prestados.
Questiono-me sobre o que farão certos comentadores. Nada os atinge, é sempre ao lado. Delapidemos o país.