Conselhos do Costa
Rui Rocha,
Parecendo que não, pouparíamos muito tempo e consumições se aceitássemos duas consequências inquestionáveis de factos meteorológicos: a) a estrada da Torre encerra sempre que neva na Serra da Estrela pelo que não vale a pena ir ver a neve quando neva; b) em Fevereiro, não vale a pena organizar Carnaval à “moda” do Rio de Janeiro a norte de Santarém.
Na versão original da privatização da TAP, Neelman era o dono do negócio e Humberto Pedrosa o seu Homem de Palha. Na nova versão, Neelman é o dono do negócio, Humberto Pedrosa é o seu homem de Palha e António Costa, o líder da Geringonça que acaba de assumir 50% do risco de exploração sem nenhuma contrapartida razoável ou poder de decisão, é o Homem de Tralha.
Se bem percebi, em 2015 o Estado tirava-te o dinheiro directamente do salário. Em contrapartida, em 2016, o Estado fica-te igualmente com o dinheiro mas tens o trabalho acrescido de entregar uma parte numa bomba de gasolina.
Alguém poderá avisar o PSD de que pôr o Marco António Costa a questionar a credibilidade do esboço orçamental é, mal comparado, o mesmo que pôr o “doutor” Artur Baptista da Silva a afiançar a argúcia do Nicolau Santos? Ou, se quiserem, dito de outra forma: alguém poderá avisar o PSD de que pôr o Marco António Costa a questionar a credibilidade do esboço orçamental é, mal comparado, o mesmo que pôr o João Galamba a afiançar-lhe essa mesma credibilidade? Grato.
Eu, Rui Rocha, declaro que não me responsabilizo pelas dívidas contraídas ou a contrair por António Luís Santos da Costa, cidadão com última residência oficial conhecida no Palácio de São Bento.
Edgar Silva foi pároco em palavras.
Hoje 22 de máxima em Braga, com sol. Amanhã apenas 15, com chuva. Não quiseram o Tempo Novo. Agora amanhem-se.
Cunhal engoliu um sapo. Jerónimo tem de digerir Rans.
Tino de Rans qualificou-se para a Liga Europa.
Esqueci-me de comer as uvas durante a contagem decrescente para as 20. Estou lixado para os próximos 5 anos.
O que custa mais no dia de reflexão não é estarmos impedidos de apelar ao voto. Lixado, lixado, é não podermos continuar a dizer mal dos candidatos.