Oh diabo! Parece que a (boa) consciência social canhota esgotou toda a indignação com a Dra. Isabel Jonet… Ou então é o multicultutarismo pulhìticamente correcto que impede que se digam certas coisas a tipos pardos… Outra possibilidade : o termo “hipocrisia” ( com I grande, como dizia o outro ) já deixou de ter valor corrente no monturo à beira – mar esparramado…
Oh diabo! Parece que a (boa) consciência social canhota esgotou toda a indignação com a Dra. Isabel Jonet… Ou então é o multicultutarismo pulhìticamente correcto que impede que se digam certas coisas a tipos pardos… Outra possibilidade : o termo “hipocrisia” ( com I grande, como dizia o outro ) já deixou de ter valor corrente no monturo à beira – mar esparramado…
Por muito que se queira ou por mais floreados que se queiram acrescentar, cada um de nós é um produto e, o nosso ADN terá sempre a marca dos nossos antepassados. Não se pode pensar que só as doenças hereditárias conseguem passar de geração em geração. Confesso a minha curiosidade sobre como será a mente de Costa, uma mistura curiosa que será uma verdadeira mixórdia de valores, quase incompatíveis. Se olharmos para o que tem feito e, esta sua vontade moralizadora em castigar, monetariamente, o que considera serem vícios, tem tudo a ver com a sua parte indiana e, para isso, temos de olhar para aquilo que menos conhecemos.
Apesar da Constituição indiana ter tentado erradicar o antigo sistema de castas, na prática, nos dias de hoje, muito preconceito ainda está vigente. Algo milenar e bem marcado no ADN que não se pode fazer desaparecer com legislação. Pelas Leis de Manu, a sociedade é organizada em Castas e, apesar de haver muitas subdivisões, essencialmente são 4 porque Brahma criou os homens a partir das várias partes do seu corpo (boca, braços, coxas e pés) gerando assim as castas: brãhmana, ksatrya, vaiya e os sudra e, assim, Costa consegue mostrar os resquícios de querer pertencer à 2ª casta, onde estão os guerreiros e os governantes (inconscientemente ou não, o seu ADN, só mostrou algo quase irracional porque nem sequer se importou de passar por cima de tudo e todos para conseguir entrar nessa casta dos governantes). Outro facto é o hinduísmo funcionar como elemento disciplinador. Segundo o karma, ou seja, o caminho para a perfeição, os obstáculos para essa perfeição, devem ser ultrapassados através do sofrimento… portanto aqui, começamos a perceber quais os contribuintes que merecem sofrer mais 😉 E nada de refilar porque a virtude e a resignação têm de ser as qualidades fundamentais do indivíduo e, claro, ele manda e, neste tipo de organização social por castas, a característica principal, é o rígido controle coletivo, visando a divisão entre grupos, algo que se nota em Costa, querer dividir-nos, basta ver como ele divide os contribuintes, não sendo só no cobrar de impostos mas este seu desejo de, também, querer disciplinar. Nunca esquecer que as castas devem representar os diferentes graus de pureza/impureza espiritual.
Entre os que, diretamente, lidaram com ele, há quem diga que ele é prepotente e, ai de quem for pouco expedito a cumprir ordens, ora será apenas a confirmação do seu posicionamento na sociedade, acima dele só estarão os da 1ª casta, “os guardiões da ciência e os sacerdotes”. Explica aquela do Ministro das Finanças dizer uma coisa para ele, logo a seguir, a poder desdizer.
Não sei se se recordam das últimas entrevistas antes das eleições, Passos à saída falou aos jornalistas, coisa que Costa não fez, nem sequer parou, borrifando-se para os jornalistas, algo expectável, neste tipo de mentalidade, para quê incomodar-se com os que ele deve considerar pertencerem a uma casta inferior? Ainda se recordam de quantas vezes ele lhes virou a costas, mesmo quando estava em campanha eleitoral? Eu recordo-me de muitas.
Este comentário até pode parecer, ser sobre um assunto subjetivo mas, quando, ainda há pouco tempo, passou uma notícia que, na Índia, Anil Kumar de 18 anos morreu, depois de ter sido recusado num hospital público por pertencer à casta dos “intocáveis” ou impuros e os médicos terem obrigado a família a retirar o jovem, alegando que o centro hospitalar “não tratava pacientes de castas baixas” só mostra que para além da legislação que quiseram impor, há algo mais forte que virá sempre ao de cima, fruto da herança dos nossos antepassados. Não somos uma criação nova, apenas um resultado ou um produto, de tudo aquilo que já vem detrás.
Nesta perspetiva quando, uma vez, eu fiz referência a Costa e da sua criação de impostos “à socapa” como ter dobrado um imposto municipal, na verdade, está de acordo com o seu modelo mental: Eu quero, posso e mando e, aqui, confesso, odeio gente deste tipo e já passou ao meu TOP 10, de políticos perigosos, mais a mais, para quem não leu um outro comentário que deixei algures, políticos que vão a reuniões do Grupo Bilderberg só, pela repetição desse facto, mostram que devem estar mais interessados na suas próprias vidinhas do que nas vidas dos cidadãos que governam.
Tem toda a razão airam. Eu até já ouvi dizer que o Costa estava a preparar, mais ou menos em segredo, uma lei a impor em Portugal o sistema de castas. Ora isso é estranho, acho eu, à nossa cultura mas pode ser o resultado de admitirmos um primeiro ministro de outra cultura. Para falar verdade custa-me a creditar que isto seja possível, vendo-a pelo preço que ma venderam. Se ele tentar tal coisa vai ser o fim deste governo. E acho que devíamos começar já a repudiar antes que seja tarde.
Maria, gostei de a ler mas como disse (inventou e bem) o jornalista económico José Gomes Ferreira, agora vamos ter austeridade de esquerda, ou seja fica tudo na mesma, reduzir despesas, moralizar a vida publica e todos os chavões com que a “direita” nos enganou em 2011 serão tábua rasa para esta esquerda que SABE no que está a meter o País, se a “direita” nos tirou o musculo a esquerda agora “tira-nos” a vida. Continuaremos a ser cada vez mais dependentes enquanto Nação / povo dos humores de meia dúzia de chefes que põem facilmente na linha os capatazes que nos dão a escolher.
Vejam, a propósito desta entrada e deste ” novo tempo (?), um apelo de de de Dezembro de 2012: “reaprender a viver mais pobres” e que “estamos a empobrecer porque vivíamos acima das nossas possibilidades. By Isabel Jonet
Um profundo pensador!
Sim, enjoaria.
Oh diabo!
Parece que a (boa) consciência social canhota esgotou toda a indignação com a Dra. Isabel Jonet…
Ou então é o multicultutarismo pulhìticamente correcto que impede que se digam certas coisas a tipos pardos…
Outra possibilidade : o termo “hipocrisia” ( com I grande, como dizia o outro ) já deixou de ter valor corrente no monturo à beira – mar esparramado…
Oh diabo!
Parece que a (boa) consciência social canhota esgotou toda a indignação com a Dra. Isabel Jonet…
Ou então é o multicultutarismo pulhìticamente correcto que impede que se digam certas coisas a tipos pardos…
Outra possibilidade : o termo “hipocrisia” ( com I grande, como dizia o outro ) já deixou de ter valor corrente no monturo à beira – mar esparramado…
Bom ponto JSP
os monhés não comem a vaca sagrada
Por muito que se queira ou por mais floreados que se queiram acrescentar, cada um de nós é um produto e, o nosso ADN terá sempre a marca dos nossos antepassados. Não se pode pensar que só as doenças hereditárias conseguem passar de geração em geração.
Confesso a minha curiosidade sobre como será a mente de Costa, uma mistura curiosa que será uma verdadeira mixórdia de valores, quase incompatíveis.
Se olharmos para o que tem feito e, esta sua vontade moralizadora em castigar, monetariamente, o que considera serem vícios, tem tudo a ver com a sua parte indiana e, para isso, temos de olhar para aquilo que menos conhecemos.
Apesar da Constituição indiana ter tentado erradicar o antigo sistema de castas, na prática, nos dias de hoje, muito preconceito ainda está vigente.
Algo milenar e bem marcado no ADN que não se pode fazer desaparecer com legislação.
Pelas Leis de Manu, a sociedade é organizada em Castas e, apesar de haver muitas subdivisões, essencialmente são 4 porque Brahma criou os homens a partir das várias partes do seu corpo (boca, braços, coxas e pés) gerando assim as castas:
brãhmana, ksatrya, vaiya e os sudra e, assim, Costa consegue mostrar os resquícios de querer pertencer à 2ª casta, onde estão os guerreiros e os governantes (inconscientemente ou não, o seu ADN, só mostrou algo quase irracional porque nem sequer se importou de passar por cima de tudo e todos para conseguir entrar nessa casta dos governantes).
Outro facto é o hinduísmo funcionar como elemento disciplinador. Segundo o karma, ou seja, o caminho para a perfeição, os obstáculos para essa perfeição, devem ser ultrapassados através do sofrimento… portanto aqui, começamos a perceber quais os contribuintes que merecem sofrer mais 😉
E nada de refilar porque a virtude e a resignação têm de ser as qualidades fundamentais do indivíduo e, claro, ele manda e, neste tipo de organização social por castas, a característica principal, é o rígido controle coletivo, visando a divisão entre grupos, algo que se nota em Costa, querer dividir-nos, basta ver como ele divide os contribuintes, não sendo só no cobrar de impostos mas este seu desejo de, também, querer disciplinar. Nunca esquecer que as castas devem representar os diferentes graus de pureza/impureza espiritual.
Entre os que, diretamente, lidaram com ele, há quem diga que ele é prepotente e, ai de quem for pouco expedito a cumprir ordens, ora será apenas a confirmação do seu posicionamento na sociedade, acima dele só estarão os da 1ª casta, “os guardiões da ciência e os sacerdotes”. Explica aquela do Ministro das Finanças dizer uma coisa para ele, logo a seguir, a poder desdizer.
Não sei se se recordam das últimas entrevistas antes das eleições, Passos à saída falou aos jornalistas, coisa que Costa não fez, nem sequer parou, borrifando-se para os jornalistas, algo expectável, neste tipo de mentalidade, para quê incomodar-se com os que ele deve considerar pertencerem a uma casta inferior? Ainda se recordam de quantas vezes ele lhes virou a costas, mesmo quando estava em campanha eleitoral? Eu recordo-me de muitas.
Este comentário até pode parecer, ser sobre um assunto subjetivo mas, quando, ainda há pouco tempo, passou uma notícia que, na Índia, Anil Kumar de 18 anos morreu, depois de ter sido recusado num hospital público por pertencer à casta dos “intocáveis” ou impuros e os médicos terem obrigado a família a retirar o jovem, alegando que o centro hospitalar “não tratava pacientes de castas baixas” só mostra que para além da legislação que quiseram impor, há algo mais forte que virá sempre ao de cima, fruto da herança dos nossos antepassados. Não somos uma criação nova, apenas um resultado ou um produto, de tudo aquilo que já vem detrás.
Nesta perspetiva quando, uma vez, eu fiz referência a Costa e da sua criação de impostos “à socapa” como ter dobrado um imposto municipal, na verdade, está de acordo com o seu modelo mental: Eu quero, posso e mando e, aqui, confesso, odeio gente deste tipo e já passou ao meu TOP 10, de políticos perigosos, mais a mais, para quem não leu um outro comentário que deixei algures, políticos que vão a reuniões do Grupo Bilderberg só, pela repetição desse facto, mostram que devem estar mais interessados na suas próprias vidinhas do que nas vidas dos cidadãos que governam.
Muito bom!
Tem toda a razão airam. Eu até já ouvi dizer que o Costa estava a preparar, mais ou menos em segredo, uma lei a impor em Portugal o sistema de castas. Ora isso é estranho, acho eu, à nossa cultura mas pode ser o resultado de admitirmos um primeiro ministro de outra cultura. Para falar verdade custa-me a creditar que isto seja possível, vendo-a pelo preço que ma venderam. Se ele tentar tal coisa vai ser o fim deste governo. E acho que devíamos começar já a repudiar antes que seja tarde.
Maria, gostei de a ler mas como disse (inventou e bem) o jornalista económico José Gomes Ferreira, agora vamos ter austeridade de esquerda, ou seja fica tudo na mesma, reduzir despesas, moralizar a vida publica e todos os chavões com que a “direita” nos enganou em 2011 serão tábua rasa para esta esquerda que SABE no que está a meter o País, se a “direita” nos tirou o musculo a esquerda agora “tira-nos” a vida. Continuaremos a ser cada vez mais dependentes enquanto Nação / povo dos humores de meia dúzia de chefes que põem facilmente na linha os capatazes que nos dão a escolher.
Vejam, a propósito desta entrada e deste ” novo tempo (?), um apelo de de de Dezembro de 2012: “reaprender a viver mais pobres” e que “estamos a empobrecer porque vivíamos acima das nossas possibilidades.
By Isabel Jonet
Aqui:http://www.dn.pt/portugal/interior/p eticao-publica-pede-demissao-de-isabel-j onet-2874143.html
Alguém quer verificar as contas de Isabel Jonet?
conclusão: volta Passos/Portas, estão perdoados !!
Va de retro, cruzes canhoto!