0 comentários em “A minha semana em cinco palavras”
Ora aí está uma boa nomenclatura para a política/regime que temos. E nem seria necessária a competência na análise e na linguística do autor para concluirmos que a lista não ficará por aqui. E agora extrapolo eu, provavelmente ao arrepio do mesmo autor: – por que votamos?! – por que não vestimos o colete amarelo?! Mistérios! João de Brito
Portugal está cheio de guerreiros de sofá, que alternam estados de espírito conforme as redes sociais. Mandam vir no Twitter, piscam o olho a namoros antigos no Facebook e publicam coisinhas fofas no Instragram.
As ‘guerras justas’ reais ou virtuais têm custos elevados, a menos que se esteja muito amparado. Comungo do mesmo asco pelo mundo leviano e intrujão em que vivemos. E como dizia o outro, o Cândido, cujo autor ainda há uns dias aqui alguém citou, cada um deve cuidar do seu jardim. Nos últimos tempos, quando vejo/ouço estupidez, agressividade e pulhice, tento acreditar no meu companheiro, que me diz: o processo é cíclico, isto vai dar a volta outra vez e vamos voltar a ser idealistas e bem intencionados, como éramos nos anos 70 e 80, com a vantagem de melhorarmos o ponto de partida. Infelizmente, não sou tão optimista e acho que vamos demorar a levantar o corpinho do lodo em que o mundo se está a transformar. Sobretudo, se continuarmos a dar razão para a existência dos radicalismos, não ouvindo ou ridicularizando ‘coletes amarelos’ ou de outras cores e sobretudo não ouvindo as maiorias silenciosas, que não votam ou votam em protesto. Isabel
Ora aí está uma boa nomenclatura para a política/regime que temos.
E nem seria necessária a competência na análise e na linguística do autor para concluirmos que a lista não ficará por aqui.
E agora extrapolo eu, provavelmente ao arrepio do mesmo autor:
– por que votamos?!
– por que não vestimos o colete amarelo?!
Mistérios!
João de Brito
Portugal está cheio de guerreiros de sofá, que alternam estados de espírito conforme as redes sociais. Mandam vir no Twitter, piscam o olho a namoros antigos no Facebook e publicam coisinhas fofas no Instragram.
Que nunca a pena lhe seque nem a voz lhe doa, que as folhas se espalhem e soe um eco estridente que acorde a caserna de um sono profundo.
Vivemos tempos de anestesia geral. Com a tribo “conectada” a gastar tempo amigando-se e desamigando-se no admirável mundo virtual.
Não teve uma semana tão má como a minha. Se elaborasse uma lista, nos três primeiros lugares surgiriam “palavrões”….
Acredito. Mas se quiser partilhe connosco. Sempre alivia alguma coisa.
Para mim todos esses adjectivos cabem perfeitamente para qualificar a cerimónia da assinatura dos aeroportos.
Certeira observação.
Ainda “ontem” foi Natal e ainda mais recentemente todo o mundo a desejar a outro mundo um Ano em Bom, Feliz e Excelente.
O Governo, sobretudo. Inútil perguntar porquê.
Mas lá que apetece, apetece. PORQUÊ? [desculpe o grito. ás vezes é o que apetece]
rectifico; com acento grave.
Entretanto parece que já arranjaram motorista para o Vara. Menos mau.
Subscrevo.
Este comentário apareceu, inadvertidamente, anónimo.
Cristina FilipeNogueira
Melhores semanas virão. E começará logo, daqui a bocadinho: Alegria (Alvalade)
Foi um bom resultado, para os “lagartos”
Boa tarde Pedro Correia.
Poderá, porventura, acrescentar-se – a descarada ausência de vergonha na cara?
Bom Domingo
António Cabral
As ‘guerras justas’ reais ou virtuais têm custos elevados, a menos que se esteja muito amparado. Comungo do mesmo asco pelo mundo leviano e intrujão em que vivemos. E como dizia o outro, o Cândido, cujo autor ainda há uns dias aqui alguém citou, cada um deve cuidar do seu jardim.
Nos últimos tempos, quando vejo/ouço estupidez, agressividade e pulhice, tento acreditar no meu companheiro, que me diz: o processo é cíclico, isto vai dar a volta outra vez e vamos voltar a ser idealistas e bem intencionados, como éramos nos anos 70 e 80, com a vantagem de melhorarmos o ponto de partida.
Infelizmente, não sou tão optimista e acho que vamos demorar a levantar o corpinho do lodo em que o mundo se está a transformar. Sobretudo, se continuarmos a dar razão para a existência dos radicalismos, não ouvindo ou ridicularizando ‘coletes amarelos’ ou de outras cores e sobretudo não ouvindo as maiorias silenciosas, que não votam ou votam em protesto.
Isabel