Uma explicação para os resultados das sondagens que – estranhamente – nenhum comentador avançou até agora


escafandro,

E se o PS tiver entrado numa espiral recessiva?

0 comentários em “Uma explicação para os resultados das sondagens que – estranhamente – nenhum comentador avançou até agora”

  1. Qual das sondagens se refere? Àquelas em que a coligação baixou? Ou àquelas outras em que, por exemplo, o resultado do inquérito revela que só 2% das pessoas inquiridas residiam em Lisboa e pouco mais no Alentejo?

    A espiral recessiva é esta: a coligação vai perder.

    1. No que respeita a riscos de espiral recessiva, as mais preocupantes para o PS são as da TVI-TSF-Público (Intercampus) e do Correio da Manhã (Aximage). Mas talvez ainda mais preocupante é que você ande a perder o sentido de humor.

      1. Traga os números, JAA, para fazermos aqui contas. Refiro-me aos números de inquiridos e regiões. Vamos os dois criar um algoritmo que nos revelará alguma coisa a respeito. Quando me refiro a algoritmo não estou a pensar no algoritmo da VW.
        E não, estou com o mesmo sentido de humor desde que afirmei ao Pedro Correia que registasse para futuro que o PS ganharia com uma boa margem.

        Mas gostei do uso da “espiral recessiva”.

          1. e tu andas a querer dar a cauda ao Vento e borregas a torto e a direito. Sentes uma atração fatal pelo homem.
            És um mariquinhas a chiar ao Vento.

  2. Não o desmotive assim.Ele já tentou tudo de que era capaz,e é pouco(tal como os
    outros)até o branqueamento.

  3. Sem hipóteses. O PS começou a perder antes de entrar em campo. Chuteiras trocadas, camisolas do avesso, meias de encher em lã de vidro e aquecimento ao fogareiro. No campo é só biqueirada e golos na própria baliza. Para culminar a desgraça contratam reforços recauchutados.

  4. A maioria das pessoas já percebeu que é muito mais fácil fazer uma purga no Paf caso seja necessário alguém assumir o barco em situação de extrema dificuldade do que no PS, sendo que o PS não tem estaleca para impor medidas difíceis sem criar ainda mais desigualdades.

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