Manuel Pinho, o invulgar ex-ministro da Economia de Sócrates, disse num comício do PS que os estrangeiros «não são parvos» e que a imagem internacional de Portugal ficará pior se o nosso país escolher um primeiro-ministro que nunca tenha sido sequer secretário de Estado. Tem razão, Manuel Pinho, mas a informação dele está atrasada. A comunidade internacional ficaria chocada se Portugal tivesse um primeiro-ministro sem experiência governativa, sim, mas isso era antes de perceber que o nosso país é surpreendente. Depois de assistir a uma saída de touros do nosso Ministério da Economia, a comunidade internacional já está conformada e disposta a aceitar tudo pacificamente. E até veria com bons olhos que o próximo governo facilitasse a reconversão da Praça do Comércio e fosse instalar-se em redor do Campo Pequeno.
Ministérios e ganadarias
jmmcc,


Uma coisa é certa, João. Não sei se enquanto Pinho foi Ministro da Economia houve muito investimento. Mas, nunca se assisitiu a uma investida assim.
O homem não existe, João, aliás, nunca existiu.
Ainda bem que já cá estás.
Um abraço
Obrigado, Sérgio.
O argumento da inexperiência governativa é perfeitamente estúpido, João.
Não percebo como é que a máquina propagandística e política que rodeia o Sócrates ainda não lhe soprou ao ouvido que esse argumento se volta contra quem dele faz uso.
Os portugueses querem ver-se livres destes políticos experientes, com currículo.
Precisamente os que conduziram o país ao atoleiro em que se encontra.
Estar a dizer que Passos Coelho é uma cara nova, que nunca esteve ligado ao poder, é estar a fazer campanha a favor do PSD e do seu líder.
Ainda não perceberam isso?
Quando, e se, perceberem, já será demasiado tarde.
“Tarde e a más horas” é o lema do ainda governo, Pedro…

O João tem andado desaparecido ou é só impressão minha?
:)))
Tenho andado desaparecido, sim, mas creio que estou a regressar lentamente, Ariel.
Olé!! Bela faena, João. Gosto de ver-te de volta.
Um beijo
Obrigado, Ana. Um beijo para ti.