A campanha (e a pré-campanha) de Passos foi irregular, com momentos altos, como o debate com o Coiso e a apresentação do programa eleitoral, e alguns momentos baixos. Já o Coiso esteve mais constante. Cá para nós que ninguém nos ouve, fez uma campanha eleitoral que foi uma boa merda.
Balanço quase final
Rui Rocha,

Subscrevo o que dizes.
Estou convencido que, com mais uns prosaismos, ainda vamos a Ministros das Finanças, João. Embora deva reconhecer que o Luís M. Jorge está uns bons metros à frente.
Na mouche.
Esperemos, em todo o caso, que não mudem só as mouches, Eva.
Nem mais. Há que chamar as coisas pelos nomes.
É isso, Samuel. Já estamos todos um bocadinho cansados de meias-palavras e inteiras mentiras.
Sem dúvida, e também registo o saudável registo da palavra “mentira” ao léxico político, de que o JAA dá conta no post seguinte. A falta de correspondência entre as palavras proclamadas e os actos, exacerbada pela manipulação mediática e sem vergonha, provoca em muitos, como escrevi ontem/hoje lá no burgo, uma esquizofrenia que acaba por se tornar claustrofóbica e fere de morte o debate político.