Líder que ganha por pouco, deve sair. Líder que perde por muito, deve ficar.
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O irrevogável é que ganhou com a coligação. Se fosse só seria, humilhado, assim continua a pregar ao ar e com um ar de Madalena arrependida. Na política os espertos safam-se, os inteligentes são esmagados. Líder que ganha por pouco deve ficar como é lógico, mas ou muda ou vai-se ver bem grego. A vida é assim, está-nos sempre a ensinar e nós continuamos a não querer aprender.
Seja na política ou na vida pessoal de cada pessoa… quando se exige mais aos outros, do que se exige a nós próprios, quando se criam regras que não se seguem mas que se mandam os outros seguir… algo se passa de muito errado e, mais tarde ou mais cedo, ficará bem à vista que são pessoas em quem não se pode confiar, porque isto de sacrificar o Todo em nome de interesses pessoais, nem sequer serve, para o indispensável e o mais importante, a sobrevivência da nossa própria espécie.
Neste Mundo Global, não faltam destes exemplos e, começo, muito seriamente, a questionar-me sobre a “racionalidade” suicida da espécie humana… Nem sequer conseguimos defender o meio ambiente, tão necessário à nossa própria sobrevivência quanto mais, entendermo-nos sobre o essencial e o imprescindível à sobrevivência coletiva. A nossa arrogância é tanta que até queremos salvar o Planeta quando, como espécie nem conseguiremos salvar-nos a nós próprios… O Planeta está cá, há 4,56 biliões de anos e, os homens anatomicamente modernos, 200.000 anos e, com o chamado comportamento moderno, pouco mais de 50.000 anos e, apesar de sermos capazes de racionalizações abstratas e da, incomparável, capacidade de poder resolver problemas com antecedência, garanto que, por este andar, com tanta manipulação e ganância individual, o destino está traçado, como espécie vamos acabar muito antes da data prevista porque, pelas leis da natureza, todas as espécies acabam por desaparecer mas, era escusado arranjar tantas maneiras ou formas, de abreviar o processo.
Já devíamos ter aprendido a viver em sociedade porque, daqui para a frente, o Planeta, alheio a estas peripécias humanas, vai trazer-nos um vasto leque de desafios que, na nossa pequenez, nos parecerão assoberbantes, contudo, não ultrapassar as nossas tendências para a violência, seja física ou psicológica, nem sequer parar com esta contínua divisão em grupos e grupinhos, cada um, apenas preocupado com os seus poderes, as suas tralhas materiais, os seus egoísmos e as suas manipulações medíocres, no entanto, para apaziguar consciências há os que optam por superioridades morais que servem, mais, para confundir do que para resolver problemas.
Podemos enganar-nos uns aos outros ou a nós próprios mas, não conseguiremos enganar as Leis Fundamentais da Natureza em que, muitas das quais ainda, nem sequer conseguimos entender, na nossa abordagem à Física Quântica, afinal não sabemos tudo, aliás, não sabemos quase nada, no entanto, continuamos a refinar superficialidades, tricas e esta obsessão, sempre urgente, em comprar mais umas tralhas, a mais moderna, mesmo que faça, quase o mesmo, do modelo anterior… e nem a felicidade conseguimos encontrar por nós próprios, ela é vendida em pacotes publicitários mas, curiosamente, cada vez, vamos ficando mais infelizes, mais vazios e nos sentimos mais perdidos, num mundo de perceções manipuladas, ao sabor de interesses cada vez mais específicos e interesseiros.
Introspecção outra magnífica característica humana que se está a perder, num Mundo cada vez mais artificial e pré mastigado onde se quer, nem que seja à força, encaixar o significado da vida num nano-segundo e, já nem queremos sentir… se as emoções incomodarem… basta engolir um comprimido que uma grande Corporação lhes facilitará e, com eles, obterá lucros imorais… E, continuo a prometer a mim própria que não vou perder tempo a falar sobre o que muitos pensam ser tolices mas, ainda não consegui deixar de sentir empatia pela espécie a que pertenço e ainda há uns poucos que pensam da mesma maneira mas, quase sempre, acabo com esta sensação de que desperdicei aquilo que para mim é precioso… tempo. O insecto Ephemera vive poucas horas e, nós, no mesmo cantinho do Universo, só vivemos um pouco mais do que isso.
Quanto a pensar que, basta ficar quietinho e que a tecnologia nos vá salvar, quem sou eu para contrariar as preocupações de cientistas ou os receios de Steve Wozniak sobre a evolução e crescimento da robótica ou os perigos da Inteligência Artificial que, neste caso, Stephen Hawking diz: “uma inteligência artificial bem sucedida, o maior evento da história humana que, infelizmente, também poderá vir a ser o último”.
O irrevogável é que ganhou com a coligação. Se fosse só seria, humilhado, assim continua a pregar ao ar e com um ar de Madalena arrependida. Na política os espertos safam-se, os inteligentes são esmagados. Líder que ganha por pouco deve ficar como é lógico, mas ou muda ou vai-se ver bem grego. A vida é assim, está-nos sempre a ensinar e nós continuamos a não querer aprender.
Líder que ganha por pouco deve ficar. A menos que se chame Seguro.
Mais uma singularidade de um regime politico (de poder) que apodrece a cada dia que passa.
Seja na política ou na vida pessoal de cada pessoa… quando se exige mais aos outros, do que se exige a nós próprios, quando se criam regras que não se seguem mas que se mandam os outros seguir… algo se passa de muito errado e, mais tarde ou mais cedo, ficará bem à vista que são pessoas em quem não se pode confiar, porque isto de sacrificar o Todo em nome de interesses pessoais, nem sequer serve, para o indispensável e o mais importante, a sobrevivência da nossa própria espécie.
Neste Mundo Global, não faltam destes exemplos e, começo, muito seriamente, a questionar-me sobre a “racionalidade” suicida da espécie humana… Nem sequer conseguimos defender o meio ambiente, tão necessário à nossa própria sobrevivência quanto mais, entendermo-nos sobre o essencial e o imprescindível à sobrevivência coletiva. A nossa arrogância é tanta que até queremos salvar o Planeta quando, como espécie nem conseguiremos salvar-nos a nós próprios… O Planeta está cá, há 4,56 biliões de anos e, os homens anatomicamente modernos, 200.000 anos e, com o chamado comportamento moderno, pouco mais de 50.000 anos e, apesar de sermos capazes de racionalizações abstratas e da, incomparável, capacidade de poder resolver problemas com antecedência, garanto que, por este andar, com tanta manipulação e ganância individual, o destino está traçado, como espécie vamos acabar muito antes da data prevista porque, pelas leis da natureza, todas as espécies acabam por desaparecer mas, era escusado arranjar tantas maneiras ou formas, de abreviar o processo.
Já devíamos ter aprendido a viver em sociedade porque, daqui para a frente, o Planeta, alheio a estas peripécias humanas, vai trazer-nos um vasto leque de desafios que, na nossa pequenez, nos parecerão assoberbantes, contudo, não ultrapassar as nossas tendências para a violência, seja física ou psicológica, nem sequer parar com esta contínua divisão em grupos e grupinhos, cada um, apenas preocupado com os seus poderes, as suas tralhas materiais, os seus egoísmos e as suas manipulações medíocres, no entanto, para apaziguar consciências há os que optam por superioridades morais que servem, mais, para confundir do que para resolver problemas.
Podemos enganar-nos uns aos outros ou a nós próprios mas, não conseguiremos enganar as Leis Fundamentais da Natureza em que, muitas das quais ainda, nem sequer conseguimos entender, na nossa abordagem à Física Quântica, afinal não sabemos tudo, aliás, não sabemos quase nada, no entanto, continuamos a refinar superficialidades, tricas e esta obsessão, sempre urgente, em comprar mais umas tralhas, a mais moderna, mesmo que faça, quase o mesmo, do modelo anterior… e nem a felicidade conseguimos encontrar por nós próprios, ela é vendida em pacotes publicitários mas, curiosamente, cada vez, vamos ficando mais infelizes, mais vazios e nos sentimos mais perdidos, num mundo de perceções manipuladas, ao sabor de interesses cada vez mais específicos e interesseiros.
Introspecção outra magnífica característica humana que se está a perder, num Mundo cada vez mais artificial e pré mastigado onde se quer, nem que seja à força, encaixar o significado da vida num nano-segundo e, já nem queremos sentir… se as emoções incomodarem… basta engolir um comprimido que uma grande Corporação lhes facilitará e, com eles, obterá lucros imorais…
E, continuo a prometer a mim própria que não vou perder tempo a falar sobre o que muitos pensam ser tolices mas, ainda não consegui deixar de sentir empatia pela espécie a que pertenço e ainda há uns poucos que pensam da mesma maneira mas, quase sempre, acabo com esta sensação de que desperdicei aquilo que para mim é precioso… tempo. O insecto Ephemera vive poucas horas e, nós, no mesmo cantinho do Universo, só vivemos um pouco mais do que isso.
Quanto a pensar que, basta ficar quietinho e que a tecnologia nos vá salvar, quem sou eu para contrariar as preocupações de cientistas ou os receios de Steve Wozniak sobre a evolução e crescimento da robótica ou os perigos da Inteligência Artificial que, neste caso, Stephen Hawking diz: “uma inteligência artificial bem sucedida, o maior evento da história humana que, infelizmente, também poderá vir a ser o último”.