Da emergência à calamidade (parte 2)


Pedro Correia,

«O estado de emergência será substituído pelo estado de calamidade, que vigorará a partir das zero horas do próximo dia 1.º de Maio.»

António Costa, falando há pouco aos portugueses, no Centro Cultural de Belém

 

Ler também:

Da emergência à calamidade (parte 1)

3 comentários em “Da emergência à calamidade (parte 2)”

  1. Que – mais de um ano depois de tudo isto ter começado, quando as coisas estão longe de ser surpresa e abundou já o tempo para estudar, reflectir, escolher as palavras – o sr. primeiro-ministro, ilustre jurista da nossa praça, invoque em declaração ao país, momento necessariamente solene, uma figura que não existe no nosso ordenamento jurídico (e depois de tal facto ser reiteradamente demonstrado) é prova bastante da noção de Estado de Direito, de respeito pelo Soberano, que impera entre quem, e com vivo deleite popular, nos pastoreia.

    Mais do que ignorância é, de quem governa, arrogante, sobranceira, desfaçatez. De quem é governado, é orgulhosa estupidez. Temos o que merecemos.

    1. Nós não temos o que merecemos, eu estou fora desde há muito, dedico-me só a observar e ouvir.
      Infelizmente isto está para durar, já se fala em vacinas de tomas periódicas, uma vez mais calhou-nos uma crise com um líder do PS a governar, lá para Setembro falamos novamente.

      WW

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