O livro é muito interessante. E lê-se bem, escrita fluente. Desperta até alguma vontade de visitar Chipre, confesso. Como o li depois de ter visto o filme, “vi” sempre Anthony Quinn como Zorba naquelas páginas publicadas em 1946 (18 anos antes). Condizia na perfeição.
Necessidade provavelmente não há, tal como não a havia em 99,9% de todos os remakes, revisitações e reinterpretações que Hollywood produz anualmente. Na maioria dos casos, trata-se de criar produtos mais fáceis de rentabilizar pela notoriedade que os títulos já transportam. Este constante ruminar do seu espólio por parte de Hollywood é uma muito intensa embirração minha.
Outra embirração que tenho é o refazer de filmes estrangeiros, seja porque “os americanos não estão habituados a ler legendas”, seja porque alguns actores olham para esses filmes como veículo para o próprio ego. Um exemplo: Leonardo DiCaprio já comprou os direitos do recentemente oscarizado Mais Uma Rodada.
Neste caso que menciona, admito uma justificação aceitável: de acordo com a Wikipedia, a versão de Spielberg pretende ser mais fiel ao musical do que a primeira adaptação para cinema. Quando um remake se baseia no texto original e não na adaptação original, estou mais disposto a dar o benefício da dúvida.
Inesquecível. Uma das melhores cenas de sempre da história do cinema.
Nunca li o livro, apesar de os meus pais o terem algures na sua estante. Foi sempre ficando para depois. Um destes dias peço-o emprestado.
O livro é muito interessante. E lê-se bem, escrita fluente. Desperta até alguma vontade de visitar Chipre, confesso.
Como o li depois de ter visto o filme, “vi” sempre Anthony Quinn como Zorba naquelas páginas publicadas em 1946 (18 anos antes). Condizia na perfeição.
Fui ao teatro Camões na EXPO assistir ao bailado. Teatro cheio. Tarde agradável durante hora e meia.
Apraz-me que se tenha divertido.
(A mim, a ideia de estar mascarado numa sala de espectáculo desperta-me claustrofobias que ignorava possuir.)
Fabuloso tema de um filme espectacular, João.
Há simbioses felizes que me fascinam e fazem-me questionar: como seria este filme se estas pessoas nunca se tivessem cruzado?
Por falar em dança (e filme): Spielberg decidiu revisitar West Side Story.
Havia mesmo necessidade?…
Necessidade provavelmente não há, tal como não a havia em 99,9% de todos os remakes, revisitações e reinterpretações que Hollywood produz anualmente. Na maioria dos casos, trata-se de criar produtos mais fáceis de rentabilizar pela notoriedade que os títulos já transportam. Este constante ruminar do seu espólio por parte de Hollywood é uma muito intensa embirração minha.
Outra embirração que tenho é o refazer de filmes estrangeiros, seja porque “os americanos não estão habituados a ler legendas”, seja porque alguns actores olham para esses filmes como veículo para o próprio ego. Um exemplo: Leonardo DiCaprio já comprou os direitos do recentemente oscarizado Mais Uma Rodada.
Neste caso que menciona, admito uma justificação aceitável: de acordo com a Wikipedia, a versão de Spielberg pretende ser mais fiel ao musical do que a primeira adaptação para cinema. Quando um remake se baseia no texto original e não na adaptação original, estou mais disposto a dar o benefício da dúvida.
Mais fiel ao musical significa mais infiel a Shakespeare?…, ou apenas uma melhoria nas técnicas de som?
Enfim, Spielberg cada vez mais eclético.
Manuel Antonio Rodolfo Quinn Oaxaca. Um Mexicano a fazer de Grego.
Não é uma definição para a palavra actor: “pessoa que finge”?