É amanhã dia 1 de Agosto
Rui Rocha,
Lucius Malfoy Lili Caneças
Pelo andar da carruagem, arrisco o seguinte prognóstico para o título de melhor jogador de cada um dos três grandes na próxima época:
Porto – Hulk
Sporting – Rinaudo
Benfica – Fábio Coentrão
Estou, em todo o caso, disponível para discutir o assunto.
Dolores Umbridge Maria Cavaco Silva

Estamos no ano 2011 depois de Cristo. TodA a Terra foi ocupada pela China… Toda? Não! Um país povoado por irredutíveis americanos ainda resiste ao invasor. Só têm medo de uma coisa: que o tecto da dívida lhes caia em cima da cabeça.
O nome é um bem intrínseco de todos os seres humanos. Constitui um suporte de identidade social e subjectiva, um instrumento de afirmação de individualidade e um referencial do amor próprio de cada um. Mas, deve ser também um elemento central da responsabilização pelos actos que merecem censura. Isto é, todos temos direito a ter um nome. E à protecção jurídica do bom nome. Mas, importa ainda que se concretize um direito (ou um dever, se quisermos) do e ao mau nome. Uma das características das personalidades transtornadas é o comportamento fantasioso. E, muitas vezes, a fantasia organiza-se a partir do nome. Um borra-botas tresloucado chamado Francisco Leitão não passa disso mesmo. O mesmo borra-botas sob o nome de fantasia de Rei Ghob tem o potencial de destruição de um monstro. Por isso, parece-me completamente deslocado que, no tratamento mediático dos crimes imputados a Francisco Leitão, se faça invariavelmente referência ao nome de fantasia – Rei Ghob – e não ao nome verdadeiro. Não me parece que os meios de comunicação devam fazer eco da fantasia destruidora congeminda pelo monstro, até para não estimular a vertigem da desgraça de outros que andam por aí prontos para cerregar no gatilho. Se, como tudo indica, Francisco Leitão cometeu os crimes de que é acusado, é simultaneamente um dever e um direito imputar a culpa que lhe couber ao seu (mau) nome verdadeiro. E se, por acaso, for inocente, é ainda ao seu (bom) nome verdadeiro, e só a esse, que é devida protecção.
Dudley Dursley Alberto João Jardim
É de mim ou existe uma razoável incompatibilidade entre as máquinas automáticas de cobrança de portagens e os cartões bancários? Pelo menos no meu caso, as máquinas nunca lêem os cartões à primeira. Nem à segunda. Nem…
Rubeus Hagrid Pacheco Pereira
Adenda às 23h30: esta série já tem tags!
Dobby Medina Carreira
A propósito dos acontecimentos dramáticos na Noruega, está a ser disputado, mais uma vez, um jogo de tabuleiro. O seu nome técnico é imputação de terroristas. Mas, a designação popular também pode ser arremesso de loucos ou de desequilibrados. Neste jogo, tal como no xadrez e nas damas, existem peças brancas e peças mais escuras. Alguns que se dizem de esquerda, atacam com os terroristas brancos. Outros, que se arrogam de direita, atacam com os terroristas mais escuros. Dizem que o jogo foi inspirado pelos festivais, muito comuns em cidades do Sul de Espanha, de moros y cristianos. É um jogo peculiar. No final da partida, cada um dos jogadores fica convencido de que ganhou. Mas, na verdade, este é um jogo em que todos perdem. Os terroristas, os loucos e os desequilibrados não pertencem, se virmos bem, a nenhum dos lados do tabuleiro. São, infelizmente, de todos nós. Sobretudo daqueles que ficam com a vida marcada para sempre pelos actos tresloucados de que são vítimas. As únicas posições humanas perante estas tragédias são o repúdio dos actos e a compaixão pelas vítimas, independentemente da cor, do credo ou das convicções políticas de que quem os pratica ou de quem os sofre. A divisão dos despojos humanos ou, se quisermos, o arremesso de terroristas, loucos ou desequilibrados, é tarefa de abutres.