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Há dias o Pedro Correia aqui expressou a sua filiação no rumo da máscara descartável. Eu tenho fortes discordâncias, estratégicas e ideológicas, com essa visão que considero meramente tacticista. E, como tal, reclamo o direito de facção aqui no Delito de Opinião. Pois há causas pelas quais urge dar a cara. De modo consistente e perene. Ou seja, não descartável.

Cá está uma contradição.
Quando você diz que dá a cara não devia ficar por aí. Devia dizer:
– Eu dou a cara tapada com uma máscara certificada pela DGS após aprovação da OMS e resistente a mais de 50 lavagens a 90 graus e bloqueadora de qualquer tipo de vírus a 99,9%.
Pois, mas isso depreende-se, até porque todo vigor está expresso (e condensado) na sacra sigla.
Uma máscara dessas, juntamente com um Natal atípico, pode causar uma falsa sensação de segurança. Ouvi isso algures
Máscara SPC e Natal atípico, quer dizer que em vez de ‘até ao Natal’ vai ser ‘e depois do Natal’.
Decididamente, não descartável!

E não quero saber de estudos, nem de provas de eficácia de 99,999999%. Comprei várias máscaras de pano, para mim e para o marido, onde as vi à venda (supermercados, drogarias, boutiques). O mais importante é travar o ar que expiramos. Lavam-se e voltam-se a usar. Mainada!
P.S. Adorava ter uma do SCP

Fica-me a dúvida se essa máscara representa anos de masoquismo se é apenas esperança prematura.
Essas são as máscaras que só duram até ao Natal, certo?
Ja que nao cortasta a barba, tratas de esconde-la. Muito bom 😂😂
Caramba, com essa me retiraste o argumento pró-descartável. Juba leonina garante que o vil coronavírus é remetido com bilhete só de ida ao bilhar grande.