Pessoa humana é um conceito jurídico, não é um conceito filosófico. O eu e o mim são pronomes pessoais. Os portugueses, em geral, não os confundem. Já os brasileiros confundem-nos com muita frequência. Quanto ao ser ou não ser, é da natureza das coisas ( sendo que coisa é um conceito antropológico. Onde eu me fui meter!…Mas coisificar é um verbo – que labirinto…!), é do domínio da ontologia: é o estudo do(s) ser(es). Vivos e mortos; activos e inertes; espirituais e materiais; presentes e ausentes – mas sempre entes!
Confesso a minha impotência a propósito de quais os critérios que levam à escolha das “Frases de 2020” (não me pronuncio sobre as de 2019… ou as de 2021), por parte do autor desta rúbrica, aqui no blogue mas ao ler este “post” até fiquei a pensar se ela, a Matias, nunca terá declarado antes, para espanto geral dos produtores/consumidores de “surpresas” aqui do blogue, a de que ela é uma mulher e, por isso, feminista (para os que se julgam surpreendidos: o Woody Allen até tentou mas acabou por desistir, ser um feminista)? E porque isso até nem a levaria a ser citada aqui numa das tais “Frases de 2020″… Hoje, por não mero acaso, até descobri no Público, um comentário a um artigo de opinião, a dar a Matias como uma tresloucada ideológica confusa sobre se ela era “socialista” ou “social-democrata”: dizia em conclusão, a autora do dito comentário, que “socialista” até poderia ser, “social-democrata” nunca! E o que há para dizer a quem vive no habitual universo tão reduzido de tudo? Quem é que conseguirá penetrar naquela cabecinha, até apenas sobre quem são os “mais verdadeiros” (mas não únicos) da actual (não confundir com outras) “social-democracia”, a que – julgo eu – ela chama de “socialistas” (PS)? E que até os nossos “sociais-democratas” (PSD) nada têm dessa corrente ideológica. Prova disso? Simples, é uma exigência (não minha mas) do Partido Popular Europeu onde está inscrito o nosso partido “Social-Democrata”! Claro, eu até consigo perceber que levantem questões sobre o que é que até diferencia os supostos “sociais-democratas” do PS, BE, PCP e etc… a regra geral tem a ver com os que aceitam o “jogo burguês” das eleições (sim, incluindo o PCTP/MRPP). Algures, até li que o “autor” desta rubrica, por ossos do seu ofício, por algum tempo até teve de “perseguir” o PCP: será que nenhum dos “comunas” do PCP até lhe explicou que um “revolucionário comuna”, a partir do momento em que aceita participar no “jogo burguês das eleições democráticas”, até se torna num “socialista” ou que, aceita as regras do sistema capitalista, o que o torna num partido “social-democrata” mesmo apesar de até não ser Socialista?
Reformulando o que já havia dito, apartre as Designações Partidárias de Cada Partido e as suas Orientações Políticas, Todos os Partidos no Parlamento, podem Ser Considerados Sociais e Democratas, pois Vivemos Numa Democracia Social, no entanto existe um que Não o É, acho que isto chega, Não!?
Eu ainda não sei o que sou!
A Isabel do Carmo, pelos vistos também é.
Querem ver que o único e puro socialista é o André?
Eu sou mim, ou será que o mim é que é eu? (esta parte da filosofia nunca entendi…e também a cena da pessoa-humana)
Pessoa humana é um conceito jurídico, não é um conceito filosófico. O eu e o mim são pronomes pessoais. Os portugueses, em geral, não os confundem. Já os brasileiros confundem-nos com muita frequência.
Quanto ao ser ou não ser, é da natureza das coisas ( sendo que coisa é um conceito antropológico. Onde eu me fui meter!…Mas coisificar é um verbo – que labirinto…!), é do domínio da ontologia: é o estudo do(s) ser(es). Vivos e mortos; activos e inertes; espirituais e materiais; presentes e ausentes – mas sempre entes!
Posso ser o Pai Natal?
Desejo um Feliz Natal e um 2021 dentro do possível (face aos tempos que vivemos, sanitários e políticos) ao Delito de Opinião
Pedro Cunha
Ora bolas, e eu que pensava que ela era a Madre Teresa de Calcutá.
Só sei que nada sou!
Eu diria Antes, Penso, Logo Existo.
Para mim é a bonitinha do Jerónimo.
É por essas e por outras que o PPD não devia ter mudado de nome.
Confesso a minha impotência a propósito de quais os critérios que levam à escolha das “Frases de 2020” (não me pronuncio sobre as de 2019… ou as de 2021), por parte do autor desta rúbrica, aqui no blogue mas ao ler este “post” até fiquei a pensar se ela, a Matias, nunca terá declarado antes, para espanto geral dos produtores/consumidores de “surpresas” aqui do blogue, a de que ela é uma mulher e, por isso, feminista (para os que se julgam surpreendidos: o Woody Allen até tentou mas acabou por desistir, ser um feminista)? E porque isso até nem a levaria a ser citada aqui numa das tais “Frases de 2020″…
Hoje, por não mero acaso, até descobri no Público, um comentário a um artigo de opinião, a dar a Matias como uma tresloucada ideológica confusa sobre se ela era “socialista” ou “social-democrata”: dizia em conclusão, a autora do dito comentário, que “socialista” até poderia ser, “social-democrata” nunca!
E o que há para dizer a quem vive no habitual universo tão reduzido de tudo? Quem é que conseguirá penetrar naquela cabecinha, até apenas sobre quem são os “mais verdadeiros” (mas não únicos) da actual (não confundir com outras) “social-democracia”, a que – julgo eu – ela chama de “socialistas” (PS)? E que até os nossos “sociais-democratas” (PSD) nada têm dessa corrente ideológica. Prova disso? Simples, é uma exigência (não minha mas) do Partido Popular Europeu onde está inscrito o nosso partido “Social-Democrata”!
Claro, eu até consigo perceber que levantem questões sobre o que é que até diferencia os supostos “sociais-democratas” do PS, BE, PCP e etc… a regra geral tem a ver com os que aceitam o “jogo burguês” das eleições (sim, incluindo o PCTP/MRPP).
Algures, até li que o “autor” desta rubrica, por ossos do seu ofício, por algum tempo até teve de “perseguir” o PCP: será que nenhum dos “comunas” do PCP até lhe explicou que um “revolucionário comuna”, a partir do momento em que aceita participar no “jogo burguês das eleições democráticas”, até se torna num “socialista” ou que, aceita as regras do sistema capitalista, o que o torna num partido “social-democrata” mesmo apesar de até não ser Socialista?
Óbvia crise de identidade…
JSP
A Frase Justifica-se, Porque Anti-Democrata só há um!
E se Só existe um, está Claro que É também Anti-Social!
Eu acho que sou social-democrata.
Se a Marisa Matias é uma social-democrata, eu sou o Brad Pitt.
Reformulando o que já havia dito, apartre as Designações Partidárias de Cada Partido e as suas Orientações Políticas, Todos os Partidos no Parlamento, podem Ser Considerados Sociais e Democratas, pois Vivemos Numa Democracia Social, no entanto existe um que Não o É, acho que isto chega, Não!?