Não é fácil conseguir uma boa derrota. Especialmente quando o principal adversário está desacreditado. Claro que há umas medidas capazes de gerar danos eficazes. Destroçar tropas, por exemplo, ajuda imenso a perder a batalha seguinte. Com uma vantagem possível: a soldadesca que resta de um exército esfrangalhado é sempre muito fiel à voz de comando. O problema é que o comandante não costuma ter tempo para contar quantos ficaram. Porquê? Por também ser considerado despojo de guerra.
Tudo pela derrota?
jmmcc,

Caro João Carvalho,
Vou fazer link no A Nossa Candeia.
Abraço.
É com todo o gosto, Ana Paula.
Excelente. Em muito poucas linhas disseste praticamente tudo, compadre. ‘A bon entendeur’…
Tudo neste país é cada vez mais estranho, compadre.
Não é preciso acrescentar mais nada, João.
Gosto de saber que também achas isso, Carlos.
Muito gosto eu de ler textos deste jaez… tiro e queda.
(gostou da palavra jaez? que dirá o Pedro Correia?)
:))))
Jaez? Odeio esta palavra.
Acho que o Pedro gosta de jaez. Só não gosta de tiro e queda.