
Uns preferem rodear-se de livros: parece bem e confere um toque acrescido de autoridade intelectual, verdadeira ou postiça.
Mas há quem opte, também nisto, por vias fracturantes. É o caso desta deputada do Bloco de Esquerda, que mandou os livros às malvas e se fez filmar no interior de uma choupana, sem adereços burgueses nem elementos decorativos indignos da “verdadeira esquerda” – a que tresanda a realismo socialista vintage, o último grito da moda dos loucos anos 30 do século passado.
Assenta-lhe bem este visual: em vez de lombadas, tábuas carcomidas pelo caruncho. Sinal inequívoco de que a revolução está para chegar.

Bom dia Pedro Correia
Respeitosamente, não está ser injusto com a rapariga? ….eh….eh…
Saúde
António Cabral
Pelo contrário, estou a apontá-la até como arauta da revolução. Não pode haver maior elogio a ela, estou certo disso.
Olha que um revestimento de madeira numa parede ou num tecto dá sempre um toque aristocrático. 😉
Segundo as regras da arquitectura moderna, os materiais nobres a serem usados são :
Paredes de betão armado
Vidro
Madeira
Aço
Poucas ou nenhumas divisões entre as divisões da casa.
Pedro, contudo não veste de preto. Há assim algum progressismo .
Veste a condizer com as tábuas. Isto anda tudo ligado.
Choupana?! Que disparate…
Eu o que vejo é um revestimento de madeira, que é um belo isolante térmico e uma forma distinta e selecta de revestir as paredes da casa.
Típico comentário pequeno-burguês.
O que é que você tem contra as choupanas?
Esta “senhora” fez parte do triunvirato espúrio e venenoso que em 2015, os nazistas do BE e PCP, formaram com os socialistas do 44, uma tríade vermelha que reverteu tudo que tinha sido obtido com o esforço dos portugueses de lei. Não merece nada!
A.Vieira
Chiça! Mas concordo. Lembremos as “vistas” como critério no cálculo do imi (um imposto espúrio) poprosto pelas Fatas Morganas do BE
Seguem todos a mesma cartilha. Não dão ponto sem nó.
Aqui em Espanha, Pablo Iglesias saca do fundo do bau os fatos do avô para parecer pobre nas conferencias de imprensa:
https://www.ultimahora.es/noticias/nacio nal/2020/04/01/1153801/coronavirus-espan a-iglesias-avisa-gobierno-puede-pedir-sa crificios-particulares.html
Os fatos do avô devem cheirar a naftalina.
Passei por aqui na expetativa de encontrar uma palavrinha que fosse a propósito do idiota que contabiliza os óbitos como doentes recuperados, do traste que exige que o seu nome conste dos documentos que dão liquidez aos mais afetados pela crise do coronavírus, ou sobre as valas comuns de Hart Island…Mas nada, como não aconteceu na Venezuela, em Cuba ou na Nicarágua, não interessa, vale mais entreter o pagode com lombadas aristocráticas e tábuas marxistas.
Passaste por aqui, escreveste tantas palavras e esqueceste de assinar com o teu nome.
Se fosse na Venezuela, compreendia-se: tinhas pavor do Sebin, a sinistra polícia política lá do sítio. Mas em Portugal não dá mesmo para entender.
Já cá faltava o delito de omissão, pelos vistos não é só a SEBIN que faz questão de saber quem é quem.
Falando em omissão: eis um anónimo. Parece maduro.
Maduro mas não trôpego.
Maduro, nada verde.
Verde, só mesmo Quinta da Aveleda, fresco, passe a publicidade.
Não me parece mal: é uma excepção fresquinha.
Mais imbecil do que tudo o resto é esse ódio rançoso à América, é daquelas burrices que se aprendem na escola do estado e quando se está rodeado pelas pessoas erradas.
V. aquilo da “América” tem cenas bastante tristes, a começar pelo último filme dos Cohen. Mal por mal antes o Canadá.
Há muitas coisas tristes em todo o lado, a verdade é essa. Os americanos são mais open-hearted e há de tudo, imagino eu. Os canadianos que conheci não me pareçam substancialmente diferentes dos americanos, talvez mais recatados mas como vivem num país deslumbrante e muito bem organizado são secretamente mais presunçosos, como os nórdicos. Por mim prefiro o coração nas mãos dos tipos que não sabem apontar os outros países num mapa.
E eu nem acredito em psicologias colectivas 😉
Por falar nisso: não me importava de viver no Canadá.
A pensar eu que era mais uma entrada na rúbrica “belles toujours”, e afinal é um ataque à Joana. Ou será à Mariana?
Não interessa, gosto das duas.
Essa rubrica só existe à sexta-feira. E eu cultivo as tradições, prezo muito isso.
Ahahah. Lindo.
Eu também vivo numa “choupana”, diferindo o tabuado de vertical para horizontal.
Recomendo vivamente como indutor do conforto ambiental, nomeadamente higrométricas, térmicas e sonoras.
Para alem de serem potenciadoras de um ambiente mais natural e catalisadoras de uma boa gestão energética.
Para compor, no entanto, não deixo de me rodear dos meus livros, o ultimo refugio dos dias que passam.
, com um toque de decoração retro chic .
Quanto à revolução, provavelmente ficou adiada “sine die”.
Hum. Demasiado conforto burguês. Assim a revolução nunca mais chega.
Meu caro, sem querer parecer pretensioso, a verdadeira revolução provavelmente terá tido agora um impulso.
e essa radica em coisas simples, como a família, a amizade e o sentido de comunidade.
Agora sem qualquer ironia, cumprimento-o pelas sábias palavras.
Há quem se rodeie de livros que nunca leu, nem espera ler… Bom fim de semana.
Pois há, tenho até falado disso aqui. Também há quem se rodeie de tábuas sem nunca ter dado ao serrote.
Existem mulheres que são belos livros e outras apenas Tábuas.
É a beleza da coisa.
Algumas são de Tábua (distrito de Coimbra).
Existem mulheres, que têm boas prateleiras para livros
outras são apenas tábuas de engomar.