Ao fim de três dias, parece que Sócrates conseguiu descobrir uma explicação para a subida de 0,3 por cento do PIB no segundo trimestre do ano. Por isso, esqueceu o discreto dia de ontem para explicar o aumento gritante do desemprego, mas retomou o dia de anteontem para embandeirar em arco sobre o PIB: Portugal é «um dos primeiros países que mais rapidamente saiu da condição de recessão técnica».
Acho brilhante e fico quase orgulhoso. Só que, quando ouço Sócrates falar em recessão técnica, o modo como isso me soa tem uma conotação familiar que me fere os ouvidos: traz-me à memória aquilo do inglês técnico, lembram-se? Ora, o resultado da aprovação no rigoroso exame a inglês técnico numa prestigiada universidade a gente já conhece: está mais ou menos ao nível do portinhol técnico que ele fala fluentemente com Zapatero.
Assim sendo, alguém se admira por eu ficar assustado com o que ele sabe de recessão técnica? Pois se ele nem sequer prestou provas por fax ou cartões de visita…

A ecónomia afundou na mesma.
Foi apenas um pouco menos afundan-so, que o afundan-so do mês anterior.
Retoma é quando entrar em terreno positivo.
Ou seja: daqui até ao retoman-so…
Ah ah ah ah ah ah ah. Boa!
Hehe…
ahahah , confesso que não estava a perceber, até que dei um grande gargalhan-so :)))
Hihihi…
As meninas e o menino são o máxi-mo!
Beiji-nhos e a-braços
:)))
Escreva outra como esta e o jugulento futuro deputedo ainda lhe chama fdp…
Quantos são? Quantos são? Eles que venham! Eles que venham!