percebo que pareça bizarro, mas a celebração (e em particular o brinde em memória) com os nossos mortos é algo bastante arreigado nesta e noutras culturas, não tem nada de vendilhão. Da última vez que comprei uma garrafa assim foi na Normandia, no 60º aniversário da Batalha, para levantar o meu copo à saúde dos que lá ficaram.
[Um libação é isto, um acto de religação, vem do tempo dos romanos…pronto, já me calei]
Hip-Hip-Hurrah então! Já agora que tal uma campanha de marketing promocional celebrando os mortos dos campos de concentração nazis ou, no nosso caso, sei lá, por exemplo pelas vítimas do terramoto de Lisboa?
não há limites para o mau gosto.
Cláudia, Luís,
percebo que pareça bizarro, mas a celebração (e em particular o brinde em memória) com os nossos mortos é algo bastante arreigado nesta e noutras culturas, não tem nada de vendilhão. Da última vez que comprei uma garrafa assim foi na Normandia, no 60º aniversário da Batalha, para levantar o meu copo à saúde dos que lá ficaram.
[Um libação é isto, um acto de religação, vem do tempo dos romanos…pronto, já me calei]
Hip-Hip-Hurrah então!
Já agora que tal uma campanha de marketing promocional celebrando os mortos dos campos de concentração nazis ou, no nosso caso, sei lá, por exemplo pelas vítimas do terramoto de Lisboa?
Exma(o). Renda de Bilros:
Considera que há diferença entre solenidade/celebração e
festejo/congratulação?
Não?
Boa parte da civilização ocidental sim, há coisa de oito mil anos para cá.
Boa noute.