Vou ao site e marco o número de telefone geral: 217805000. Atende a máquina: “Bem-vindo ao Hospital de Santa Maria, para informações relacionadas com urgência central, prima 1”, segundos depois oiço o apito de um fax. Ligo novamente. Desta vez escolho a opção 9, que me permite falar directamente com a telefonista. Explico o assunto, diz que vai passar para a urgência, só que o telefone toca, toca até se desligar automaticamente. Consulto melhor o site do hospital, em busca de número alternativo. Encontro o 21 780 5333, identificado como o de informações gerais. Talvez resulte, quem sabe. Mas ao fim de poucos minutos uma gravação informa-me que “lamentamos mas de momento não é possível atender a sua chamada, por favor tente mais tarde”.
Confirma-se. O azar às vezes nem é tanto o que de desagradável nos acontece, mas as dependências em que logo nos vemos enredados. E que parecem sempre organizadas por forma a provocar o máximo desgaste possível.

Sexta 13, 12, 11 10 ou nunca:
O mesmo acontece com todos os hospitais…
Informações sobre urgências ( suponho internados) só pessoalmente e na hora da visita, como por exemplo, no Amadora/Sintra às 19HOO.
E não vale a pena “chorar”!
Cuidado com os doces.
Doces, não. Só amargos de boca.
Teresa
Ainda estás cheia de sorte…porque podias apanhar um número do grupo dos 707 que é um roubo feito a quem pretende apenas ser informado. Se eu te contasse o que paguei num mês por ter ensaiado obter uma informação por essa linha única para o efeito -, percebias que ainda há pior do que o que te aconteceu. Ou seja, não obténs a informação e pagas “ao segundo”, desde o início da gravação!
Essas “linhas verdes de valor acrescentado” da Administração Pública são inadmissíveis. Tens toda a razão, Helena.
Infelizmente neste país o que é que funciona a sério? Creio que nada, pelo menos já desisti de pensar porque se pensar assim, estou a enganar-me e já não quero criar ilusões. Posso estar errada, mas todas estas situações me fazem pensar que são assim mesmo porque interessa que assim seja. Paciência tem limites e a paciência dos portugueses está a chegar ao limite máximo e quando acabar a situação tornar-se-á seríssima………