«O que me ocorreu foi aquela visão cinzenta, para não dizer mais forte. Salazarenta (…)»
(Mário Lino em resposta a Paulo Rangel, nas televisões)
«O que me ocorreu foi aquela visão cinzenta, para não dizer mais forte. Salazarenta (…)»
(Mário Lino em resposta a Paulo Rangel, nas televisões)
As visões do ministro Jamé são sempre estranhas: ou vê tudo cinzento, ou vê desertos, ou vê aeroportos em sítios errados. Precisa de óculos, provavelmente.
Mas ele já tem óculos, não tem? Portanto, agora só se for binóculos… Ou isso, ou a «super-visão» do Banco de Portugal, que também dá um jeitaço…
Tem uma visão cinzenta, para não dizer salazarenta…
Turva, em qualquer caso.
Segurem-me senão ainda digo salazarenta!
Parece-me que é uma mistura das duas: – é uma visão «cinlazarenta»…
Falou antes ou depois do almoço?
Deve ter sido depois, porque disse “mais forte” depois de dizer que não dizia!!!
O homem não tem, realmente, muito sentido das conveniências. Jamé.
Apesar de tudo quase parece um estadista se o compararmos com o colega da Economia. Ou deverei chamar-lhe o ministro da Penúria?
Esse ainda é ministro? Não tenho sabido dele…
Este homem calado é um poeta…
Quando abre a boca, só entram moscas.
Abraço