E o Conrado senhoras e o Conrado! Balhamedeus! Além de ser um manifesto de denúncia de toda a violência e brutalidade da mafia, aquele Conrado… tornava tudo tão especial! :))
ehehe Não sei especificar, mas betabloqueador é que não era… eheheh
Bom, a mim bloqueava-me um bocadinho, confesso…
Fui uma das séries televisivas que acompanhei com mais interesse ao longo dos anos – uma daquelas que não me desiludiu. Uma série na minha língua favorita – o italiano – que hoje só raras vezes temos o privilégio de escutar na nossa querida televisão. Infelizmente o tema continua tão actual como nos anos 80.
Lembrei-me dela também por isso, Pedro: os jogos de poder estão ainda na ordem do dia, felizmente numa escala bem mais moderada por cá. E, como tu, tenho saudades de bom cinema (ou séries de tv) falado em italiano, uma língua de que também gosto imenso.
Habituei-me, durante anos, a ouvir italiano em música, filmes e séries. Hoje em dia é cada vez mais raro. Tornou-se mais raro, paradoxalmente, depois de estarmos integrados no espaço «comunitário» em que a língua franca se tornou o ‘americano’.
Eu cheguei a aprender italiano no Instituto Italiano de Lisboa, ali na Rua do Salitre. Mas já estou muito enferrujada, até porque é uma língua que não se ouve muito.
Sem dúvida, Pedro. Isso é o que faço sempre que posso, e nunca me canso de Itália. Viveria lá, tranquilamente, se tivesse de escolher um país que não o meu.
Muito bom, Ana!
Mas há os Sopranos…!
Sim, mas esta para mim era melhor.
Os Sopranos não faz grande sentido surgirem nesta rubrica, que se destina a lembrar coisas de um passado já mais distante, Rita. Quer sugerir alguma?
Uma série de que eu gostava imenso, Leonor.
Também adorava esta… Conrado Cattanni (Não sei se se escreve assim… )
“Não sei se se escreve assim…”
Quase. Corrado Cattani (com batota…). 🙂
Também por isso, Maresia… 🙂
Excelente série, Ana.
(Na nossa série, é o LXXI. Já lá está.)
Obrigada, João, esqueci-me da numeração.
A música de abertura era fabulosa! Grande Enio Morricone!
Grande mesmo, Ricardo. É um dos maiores autores de bandas sonoras de sempre.
E o Conrado senhoras e o Conrado!
Balhamedeus! Além de ser um manifesto de denúncia de toda a violência e brutalidade da mafia, aquele Conrado… tornava tudo tão especial!
:))
Tornava pois 🙂
Se tornava!
;))
Michele Placido, MdSol. Irresistível, pois!
Plácido ele? Pois eu achava-o … (melhor não adjectivar para ehehehe)
Mas sim acho que era esse o nome dele!
:))
… vasodilatador, MdSol? 😉
ehehe Não sei especificar, mas betabloqueador é que não era… eheheh
Bom, a mim bloqueava-me um bocadinho, confesso…
Fui uma das séries televisivas que acompanhei com mais interesse ao longo dos anos – uma daquelas que não me desiludiu. Uma série na minha língua favorita – o italiano – que hoje só raras vezes temos o privilégio de escutar na nossa querida televisão. Infelizmente o tema continua tão actual como nos anos 80.
Lembrei-me dela também por isso, Pedro: os jogos de poder estão ainda na ordem do dia, felizmente numa escala bem mais moderada por cá. E, como tu, tenho saudades de bom cinema (ou séries de tv) falado em italiano, uma língua de que também gosto imenso.
Que giro! Também é a minha língua preferida!
Da vero, Maria Inocenzia?
Ó Ana, deve ter sido gira a série, mas não é do meu tempo… (risada)
Estou de gozação, era uma grande série, muito boa mesmo. 🙂
Habituei-me, durante anos, a ouvir italiano em música, filmes e séries. Hoje em dia é cada vez mais raro. Tornou-se mais raro, paradoxalmente, depois de estarmos integrados no espaço «comunitário» em que a língua franca se tornou o ‘americano’.
Eu cheguei a aprender italiano no Instituto Italiano de Lisboa, ali na Rua do Salitre. Mas já estou muito enferrujada, até porque é uma língua que não se ouve muito.
Há sempre uma solução, Ana: ir lá.
Sem dúvida, Pedro. Isso é o que faço sempre que posso, e nunca me canso de Itália. Viveria lá, tranquilamente, se tivesse de escolher um país que não o meu.