2 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (48)”

  1. Num país como o nosso, dizem de brandos costumes, admiro exemplos de resistência ao Acordo Ortográfico (adiante designo-o por: aberração). Uns aceitam essa aberração, outros são obrigados (eu já fui obrigado a preparar alguns cursos e textos de acordo com a aberração e a conclusão foi/é evidente: é uma autêntica e efectiva aberração), mas alguns ainda resistem. Para mim, estes últimos merecem toda a minha admiração! A resistência passa por rever algumas (muitas) coisas que tornam essa aberração numa autêntica aberração, e não aceitá-la como uma inevitabilidade “político-comercialóide”. Felizmente, há quem não queira ser cúmplice de uma autêntica aberração contra a língua portuguesa. Bem hajam!

    1. Vale a pena a resistência, Gonçalo. Só ela forçará a revisão deste absurdo acordo «unificador» que nada unifica e que se destinava a ser aplicado nos oito países lusófonos mas só está a ser parcialmente aplicado em três.

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