A repressão em Cuba melhorou. É agora "de baixa intensidade". Uns meros "safanões a tempo", como dizia o outro. Mais uma doce conquista da eterna família Castro.
Ler: Cuestión de tonos, de Yoani Sánchez.
A repressão em Cuba melhorou. É agora "de baixa intensidade". Uns meros "safanões a tempo", como dizia o outro. Mais uma doce conquista da eterna família Castro.
Ler: Cuestión de tonos, de Yoani Sánchez.
Referes-te a Cuba do Fidel ou ao bocadinho que está nas mãos do Obama? Provavelmente aplica-se a toda a ilha… é uma pena que o alinhamento Fidel/Obama não propicie outro resultado!
Nunca me tinha ocorrido comparar Obama ao Castro. Mas há sempre uma primeira vez para tudo.
Confesso que fiquei confuso. Não percebi se te referias a um aliviar da repressão em Cuba, país, ou em Guantánamo. Se bem te lembras Obama tinha o compromisso de fechar Guantánamo antes do fim do primeiro ano do seu mandato…
Mas numa coisa são Obama e Castro comparáveis, para muita gente tanto um como outro são intocáveis e alvo de uma devoção parola (não digo que seja o caso do autor deste blog, bem entendido).
Pois, meu caro, nada de devoções políticas. Mas se tivesse mesmo de escolher, claro, ficava com o democrata. Cederia de bom grado o ditador a quem quisesse.
O democrata, por definição, devia, nesta matéria, de se distinguir do ditador… mas estou de acordo, entre um e outro o democrata é preferível…
Há que exercer uma certa pedagogia sobre o povo, não é?
Uns safanõezitos vêm sempre a calhar quando o povo começa com certas veleidades…
desconhecia que a repressão era uma questão meteorológica.
Também eu.