Confesso que já não passo sem o meu precioso telemóvel, apesar de não valer grande coisa, nem do computador, mas por vezes fico farto de tanta dependência. Ou de “pilha” ou de rede, ou de contacto directo e urgente. Antes também havia urgências…. Este grito da tecnologia até vinha a calhar, mas… não cabe no bolso das calças.
Parece-me coisa de caloiros universitários. No segundo ano descobrirão que as galinhas põem ovos. E na licenciatura que as vacas dam leite… A civilização brotou mesmo agora de baixo duma pedra. Cumpts. (http://www.youtube.com/watch?v=GcUaR6cujNQ&feature=player_embedded)
Estou – caso inédito – em vago desacordo com o nosso Bic, Ana. Acho que o grande salto civilizacional é bem capaz de ser um retorno parcial para debaixo da pedra e a redescoberta da simplicidade… ou, por exemplo, das «delícias» de uma ordenha manual. ;-D
Vamos ver o que diz a Comissão Europeia desta inovação. Será que é verdadeiramente acessível a todos, sem discriminação, em todas as línguas da União, respeitando as regras da concorrência… Aguardemos antes de lançar foquetes! 😉
Muito bom. Simples, mas excelente…
Também acho. As ideias simples são muitas vezes as mais geniais.
Pois é, os computadores “já eram”!
😉
Ana, reajo sempre bem à boa publicidade. Vou passar a usar (mais intensamente)…
Faz bem. A princípio a tecnologia avançada faz confusão, mas depois habitua-se, vai ver.
Confesso que já não passo sem o meu precioso telemóvel, apesar de não valer grande coisa, nem do computador, mas por vezes fico farto de tanta dependência. Ou de “pilha” ou de rede, ou de contacto directo e urgente. Antes também havia urgências….
Este grito da tecnologia até vinha a calhar, mas… não cabe no bolso das calças.
Ana, esqueça, estou a fazer uma tremenda confusão.
A jornalista da TVI é Leal.
Que raio de cabeça a minha.
De qualquer forma, é um prazer, lê-la.
Cumprimentos.
Tudo esclarecido, já vejo. Não podia responder-lhe de outra forma, não tenho o seu mail.
🙂
Parece-me coisa de caloiros universitários. No segundo ano descobrirão que as galinhas põem ovos. E na licenciatura que as vacas dam leite…
A civilização brotou mesmo agora de baixo duma pedra.
Cumpts. (http://www.youtube.com/watch?v=GcUaR6cujNQ&feature=player_embedded)
Fiquei tão deliciada com o seu video como as vacas com a ordenha mecânica, Bic. Obrigada pela dica!
🙂
Estou – caso inédito – em vago desacordo com o nosso Bic, Ana. Acho que o grande salto civilizacional é bem capaz de ser um retorno parcial para debaixo da pedra e a redescoberta da simplicidade… ou, por exemplo, das «delícias» de uma ordenha manual. ;-D
Ah, nisso estamos inteiramente de acordo, Luísa. É também o que prova este vídeo, que achei delicioso.
🙂
Gracias, Anita. Hay apriendiedo imienso contiego e con ese anormial…
Precisas é de un cuepo de cueca-cuela, para animiar.
Y un grande anormial es tu tia, pá!
Mira se te cuidas, pos que mi tia no es anormial pero apienas un mianso, piá.
Liol
E vê se vais dar andamento a três comentários que estão por moderar e que parecem ser pessoais e intransmissíveis. Já estou farto de os ler.
Onde? Já vou procurá-los.
Estás com mau feitio… não sais à tua tia, pá.
Estou a ver que nunca moderas comentários. Por isso é que o trabalho escravo sobra para mim. Os comentários continuam lá!
Mira, chica, que grande inovación, este buu, muy sencillo, muy práctico y extremamente tecnológico!…
Buu es tu tia, piá.
Bueno, a mi me encanta el buu, Luís.
Vamos ver o que diz a Comissão Europeia desta inovação. Será que é verdadeiramente acessível a todos, sem discriminação, em todas as línguas da União, respeitando as regras da concorrência…
Aguardemos antes de lançar foquetes!
😉
É mais prudente. Não venha a ASAE retirá-lo do mercado, por fazer concorrência desleal ao Magalhães…
Também podia acontecer, fazer concorrência leal ao Desmagalhães…
Qualquer delas seria muito útil.
🙂