Quem arrisca uma legenda? (1)


Ana Vidal,

Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre e Ernesto “Che” Guevara. Cuba, 1960.

 

Nota explicativa: A partir de hoje, e uma vez por semana, aqui aparecerão imagens (históricas ou simplesmente curiosas) que pedem uma legenda ao engenho e arte dos leitores do Delito. Não se trata simplesmente de identificar personagens – a identidade de algumas é óbvia, de resto – mas sim de interpretar, com palavras, aquilo que a imagem sugere a cada um. É apenas um desafio à imaginação dos nossos leitores. No fim do dia de terça-feira haverá alguma informação sintética sobre a imagem, sempre que for caso disso, e será eleita a melhor legenda. Aqui está a primeira imagem. Quem aceita o desafio?

 

“A náusea!” (Nelson Reprezas), foi a legenda vencedora. Mas houve outras excelentes. Obrigada a todos pela participação!

27 comentários em “Quem arrisca uma legenda? (1)”

  1. Arrisco 3 legendas, pode ser?
    Da esquerda para a direita (passo o eufemismo).
    A senhora estará a pensar «Hmmm… aquele isqueiro, parece-me ser de uma marca americana…»
    O cavalheiro do xaruto (não sei se é o Harry Truman) deve estar a pensar « Este sacana deve estar a gozar comigo, cada vez baixa mais o isqueiro… será que está a tentar que lhe lamba as botas?).
    O gajo das botas… aquele que se parece à brava com o Che de la Serna, está evidentemente a pensar «Tens um jeitinho para chupar, que é obra…»
    Et voilá!!!

  2. Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre e Ernesto “Che” Guevara, em Cuba, 1960. Ainda não era o acender do rastinho da revolução, mas apenas o acto de saborear um “puro”.

  3. – Vá, camarada, tome lá lume!…. Não fume o charuto todo, que daqui a uns anos vai render-lhe uma fortuna, num leilão da Christie’s…

  4. A «filósofia» que queria ser femme de ménage*, o mentiroso e o assassino.

    * nas cartas ao amante norte-americano ansiava por lhe lavar as meias. Todas as cartas de amor são ridículas, mas nem todas necessariamente sopeirais.

  5. Che: Fuma lá esta charutada e verás porque fizemos “la revolución”

    Sartre: Ganda ganza que isto me vai dar.

    Beauvoir: A ver se ganzado já funciona…

  6. – Jeam-Paul, filho, isso é que é servilismo…!… tu até já tinhas deixado de fumar…

  7. Sartre: «Vou fumar este charuto, Che, em honra da fotografia que Alberto Korda te tirou hoje, no comício de onde vimos agora, contra o atentado ao La Coubre. Vai por mim: essa foto ficará para a História!»

  8. Cuba, 1960, Beauvoir, Sartre com o seu “homem mais completo à época”… o intelectual que agia ao ponto de ser revolucionário.

    Hoje em dia, não tiravam a fotografia com os sapatos enlameados.

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