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Esta fotografia ilustra um artigo do periódico La Voz de Galicia. Os direitos da imagem são do Público, mas não sei se terá sido publicada neste diário português.
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Esta fotografia ilustra um artigo do periódico La Voz de Galicia. Os direitos da imagem são do Público, mas não sei se terá sido publicada neste diário português.
” O milagre português “, nas palavras do costa&marcelo, recordam-se?…
JSP
Quando se fala em milagre português, salta-me à cabeça sempre o terceiro segredo.
Se estes são os contentores dos 300 mortos covid, onde estão os contentores dos outros 500 mortos não covid?
Até quando é que vamos contribuir para este show off?
Três doentes covid transferidos para os hospitais da Madeira mais a respectiva equipa médica, será que em Portugal não havia espaço num hospital privado? Ou é para a Madeira justificar os apoios que vai receber?
Quase meio ano em estado de emergência para apresentarmos uns números muito superiores aos da Suécia, até quando irá durar esta insanidade mental?
Bom post.
Destaco esta:
“Se estes são os contentores dos 300 mortos covid, onde estão os contentores dos outros 500 mortos não covid?”
Há pouco tempo o governo austríaco era tratado de nazi para baixo, agora estão a acudir o humanista governo do Dr. Costa.
Quem nunca atropelou uma senhora idosa que mande a primeira pedra.
Estaria na capa de quase todos os jornais caso o governo fosse de “direita”.
Aliás esse governo já não existira hoje, “protestos” “pouco violentos” para um Governo de Salvação Nacional que estaria na ordem do dia, com forte apoio dos “artistas” e “famosos” já o teriam deitado abaixo.
Sem a menor dúvida.
Confrangedor o que se está a passar.
O Paulo Portas falou também sobre isso.
“Frigoríficos da Morte”… não é nada sensacionalista, não senhor.
A realidade é mais comezinha. Felizmente.
Mais um ataque a este governo patriótico e de esquerda.
Força Costa, avança com toda a confiança.
Governados por quem merece a confiança do Dr. Costa. Isso é parte do problema.
Eu creio que isto é porque as regulamentações obrigam a que mortos infetados com sars-cov-2 sejam cremados e não enterrados. Ora, como a cremação não é tradicional em Portugal, não há crematórios suficientes para 300 cremações diárias.
Trata-se portanto de um problema que tem origem exclusivamente numa regulamentação (parva).