Pois, pois agora tens encomendas Chegadas de fresco, até parece ser novidade. É obrigatório apresentar a razão do encerramento de um estabelecimento, visto baixar a facturação. E que grande funcionário (funcionário?) que deve ser, falta e o estabelecimento encerra.
O Pedro Correia quando quer jogar à bola tem dificuldades e dá sarrafas. A senhora da sangria, agora muito bem estabelecida, foi Ministra da Saúde. Ela e muitos outros até ao actual comilão de batatas quentes. No ano passado foram árvores para a Praça do Comércio, este ano é a alteração para Ministério da Doença.
Eu tenho a minha saúde mental diminuída, será que isso quer dizer que tenho saúde para não faltar ao trabalho, ou será motivo para ter baixa médica.? Será … que Será …
Se a gerência tivesse telefonado ao SIS o funcionário era obrigado a devolver a chave do estabelecimento. Coitada da gerência que fica assim privada de aceder aos seus bens.
Nada que um telefonema “amistoso” às onze da noite e um toque de campainha perto da meia-noite não resolva. “A bem”, claro, pois somos país de brandos costumes.
A minha questão é: quanto tempo mediou entre Frederico ter zarpado, sobre a sua bicicleta, do ministério e ele ter chegado a casa. A que horas chegou a casa; e aque horas entregou de volta o computador ao operacional do SIS. É que, cabe perguntar se, no recato de sua casa, Frederico teve tempo para copiar do computador todo o material secreto que ele continha – para potencialmente o divulgar mais tarde, com consequências explosivas. E, naturalmente, se teve tempo para copiar e depois apagar do computador todos os ficheiros puramente privados que ele continha. São questões que ficam para a Comissão de Inquérito averiguar… É que, de nada vale o azougado SIS ter recuperado o computador, se entretanto Frederico já de lá tivesse copiado a informação comprometedora…
Pine, Fred Pine, I presume? Perguntou o agente T (de Tuga) quando lhe tocou à porta. Pine, mais esperto, tinha guardado os documentos secretos não no portátil mas na bicicleta.
Ho, oh, o Fred Pine faz parte da rambóia … ele só guardava o computador em casa e não sabia que documentos lá estavam, muito menos que eram secretos. Santa paciência.
vão começar os postais ??
Não, já começaram. Andas distraído.
Pois, pois agora tens encomendas Chegadas de fresco, até parece ser novidade.
É obrigatório apresentar a razão do encerramento de um estabelecimento, visto baixar a facturação.
E que grande funcionário (funcionário?) que deve ser, falta e o estabelecimento encerra.
Parece ser bilhete da Olívia patroa anunciando ausência da Olívia costureira. Ou algo assim.
Talvez haja fundos.
Ide comer o bitoque ao sneque da esquina.
Comer queque no sneque.
Queque que não guincha.
Sempre é mais profissional do que colocar um letreiro a dizer: fui fazer xixi, serei breve. Por favor aguarde.
Esse é um problema de António Costa:: Galamba nunca mais sai para “fazer xixi”.
Ou seja: não desampara a loja.
um governo social-fascista com serviços mínimos em todos os seus departamentos
a CPI à tapetezinha parece o concurso ‘não sou aldrabão’
Este letreiro não está no Palácio de São Bento nem na Presidência do Conselho de Ministros.
Isto é violar a privacidade do funcionário.
Deveriam ter escrito “por motivos de saúde”.
Estaria errado.
Se ele tivesse saúde, não faltaria.
Neste caso, motivo de doença – não de saúde.
Kkkkk!!!
Boa malha, Pedro!
“Motivo de saúde” é justificação para trabalhar, não para faltar ao trabalho. Penso eu de que.
O Pedro Correia quando quer jogar à bola tem dificuldades e dá sarrafas.
A senhora da sangria, agora muito bem estabelecida, foi Ministra da Saúde.
Ela e muitos outros até ao actual comilão de batatas quentes.
No ano passado foram árvores para a Praça do Comércio, este ano é a alteração para Ministério da Doença.
Blablablablá….
Eu tenho a minha saúde mental diminuída, será que isso quer dizer que tenho saúde para não faltar ao trabalho, ou será motivo para ter baixa médica.?
Será … que Será …
Se for psiquiatra, é motivo acrescido para comparecer no local de trabalho.
Se a gerência tivesse telefonado ao SIS o funcionário era obrigado a devolver a chave do estabelecimento. Coitada da gerência que fica assim privada de aceder aos seus bens.
Nada que um telefonema “amistoso” às onze da noite e um toque de campainha perto da meia-noite não resolva. “A bem”, claro, pois somos país de brandos costumes.
A minha questão é: quanto tempo mediou entre Frederico ter zarpado, sobre a sua bicicleta, do ministério e ele ter chegado a casa. A que horas chegou a casa; e aque horas entregou de volta o computador ao operacional do SIS.
É que, cabe perguntar se, no recato de sua casa, Frederico teve tempo para copiar do computador todo o material secreto que ele continha – para potencialmente o divulgar mais tarde, com consequências explosivas. E, naturalmente, se teve tempo para copiar e depois apagar do computador todos os ficheiros puramente privados que ele continha.
São questões que ficam para a Comissão de Inquérito averiguar…
É que, de nada vale o azougado SIS ter recuperado o computador, se entretanto Frederico já de lá tivesse copiado a informação comprometedora…
Quem se mete com o PS leva, ….
WW parece sigla de agente secreto.
Pine, Fred Pine, I presume?
Perguntou o agente T (de Tuga) quando lhe tocou à porta.
Pine, mais esperto, tinha guardado os documentos secretos não no portátil mas na bicicleta.
Ho, oh, o Fred Pine faz parte da rambóia … ele só guardava o computador em casa e não sabia que documentos lá estavam, muito menos que eram secretos.
Santa paciência.
Poizé, a ganda treta é o sis não ser do SIS.
Alguns preferiam a Stasi. SIS sabe a pouco.